
Foto: Reprodução/Redes Sociais
A presença do jornalista Roberto Cabrini em Arapiraca, no Agreste de Alagoas, reacendeu a atenção sobre um caso de violência ocorrido em dezembro de 2024, em Coité do Nóia. A jovem Maria Daniela Ferreira Alves, de 19 anos, foi dopada, estuprada e agredida, ficando em coma e com graves sequelas. O principal suspeito, Victor Bruno da Silva Santos, de 18 anos, teve a prisão preventiva decretada, mas segue foragido. A visita do jornalista indica possível repercussão nacional do caso, enquanto a família da vítima cobra justiça e o paradeiro do acusado permanece desconhecido.
O caso aconteceu no dia 6 de dezembro de 2024 e é considerado um dos mais graves registrados recentemente em Alagoas. Segundo investigação da Polícia Civil, Victor Bruno, ex-colega de escola da vítima, é apontado como responsável pelo crime. De acordo com o Ministério Público de Alagoas, a prisão preventiva do suspeito foi solicitada e chegou a ser decretada no início de abril de 2025, mas ele não foi localizado. Durante audiência de instrução realizada no último dia 23 pela Justiça de Alagoas, Maria Daniela foi ouvida, enquanto o réu não compareceu para interrogatório, reforçando a condição de foragido.
O caso ganhou ainda mais repercussão após declaração do advogado da família da vítima, Ikei Bento, de que o pai do acusado teria sugerido um casamento entre o filho e a jovem como forma de retirar a denúncia junto à polícia. A proposta gerou indignação.
Em passagem por Arapiraca, Roberto Cabrini visitou a Unidade de Emergência responsável pelo atendimento inicial da vítima e refez os passos do caso, o que pode indicar a possibilidade de novos detalhes, bastidores e desdobramentos sendo levados ao público. A reportagem vai ao ar neste domingo, 5 de abril, a partir das 19h45, na TV Record.
Enquanto isso, familiares de Maria Daniela seguem cobrando respostas das autoridades e a localização do suspeito, em meio à crescente pressão por justiça.
