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A Secretaria do Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) colocou regiões de Alagoas em alerta vermelho para chuvas intensas até quarta-feira (5). O aviso, atualizado na tarde desta segunda-feira (2), abrange o Sertão, Sertão do São Francisco, Agreste e Zona da Mata, com previsão de persistência das precipitações que atingem o estado desde a última sexta-feira (27).
Segundo o órgão, há risco de trovoadas, rajadas de vento, alagamentos em áreas com deficiência de drenagem urbana, elevação de pequenos riachos e aumento significativo do risco de deslizamentos em encostas. Apesar do cenário, não há, até o momento, risco de transbordamento dos principais rios e lagoas.
O município de Piranhas foi o mais afetado, registrando o maior acumulado de chuva do país. Na cidade, uma pessoa morreu, outra está desaparecida e, até domingo (1º), 20 famílias estavam desabrigadas em decorrência dos temporais.
Também nesta segunda-feira (2), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas de chuva para todos os municípios alagoanos. As cidades de Piranhas e Delmiro Gouveia estão sob aviso vermelho de “Grande Perigo”, que indica precipitações superiores a 60 mm por hora ou 100 mm por dia, com possibilidade de alagamentos, transbordamentos e deslizamentos. Já Maceió está em alerta amarelo, classificado como “Perigo Potencial”.
Em Palmeira dos Índios, município também incluído no alerta vermelho, a previsão indica continuidade das chuvas com possibilidade de acumulados elevados, o que aumenta o risco de alagamentos em pontos com drenagem insuficiente e elevação de pequenos cursos d’água. As autoridades reforçam a orientação para que moradores evitem áreas suscetíveis a enxurradas, fiquem atentos a sinais de risco em encostas e acompanhem os avisos da Defesa Civil.
Nas demais regiões do estado, a previsão é de chuvas de intensidade fraca a moderada no mesmo período, com possibilidade de renovação dos avisos conforme a evolução das condições meteorológicas. Autoridades orientam a população a acompanhar os comunicados oficiais e redobrar a atenção em áreas de risco.
