
Os detentos Renan Barros da Silva, de 26 anos, e Gildásio Silva Assunção, de 47 anos - (crédito: Reprodução/SSP-TO)
Dois presos descritos como de "alta periculosidade" fugiram da Unidade de Tratamento Penal de Cariri do Tocantins (UTPC), um presídio de segurança máxima a 264km de Palmas. A fuga ocorreu na noite de Natal (25/11) e, até o momento, nenhum dos dois havia sido encontrado. Um deles é Renan Barros da Silva, de 26 anos, um assassino condenado a 72 anos de prisão. O outro, Gildásio Silva Assunção, de 47 anos, também responde por um homicídio.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Tocantins (SSP/TO), as forças de segurança fazem buscas pela região sul do estado para encontrar e recapturar os detentos, o que ainda não aconteceu. Os dois conseguiram fugir depois de serrar as grades de uma das celas. Em seguida, saíram pelo alambrado com o auxílio de uma corda improvisada e lençóis. A ausência de ambos só foi percebida na manhã seguinte.
A SSP também informou que a dupla é integrante da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Eles cumpriam pena em regime fechado por outros crimes, mas, principalmente, por homicídios. Renan Barros da Silva recebeu da polícia a classificação de serial killer.
Ele matou três homens e deixou outro ferido em Araguaína, cidade no norte do estado. Em maio de 2021, ele já havia matado outras três pessoas, totalizando seis vítimas. Em 2023, foi condenado a 72 anos de prisão. Já Gildásio Silva Assunção, tem quatro condenações, o que resultou em pena de 46 anos.
