PM que fazia romaria a Aparecida (SP) é morto em assalto na Dutra

Por: Rádio Sampaio com G1
 / Publicado em 11/10/2025

PM que fazia romaria é morto com tiro em assalto na Dutra, em Lorena — Foto: Imagem cedida pela família

 

O policial militar que foi assassinado em uma romaria para o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida era devoto da Padroeira do Brasil - e caminhava ao templo católico acompanhado de dois primos da esposa. Eles haviam combinado a romaria na semana passada.

“A gente achou que eles iam desistir, mas foram. Infelizmente aconteceu essa fatalidade”, afirma a esposa do PM - a farmacêutica Aline da Silva Costa.

O soldado Luiz Guilherme Crispim de Oliveira, de 30 anos, foi morto a tiros em um assalto na rodovia Presidente Dutra, no trecho de Lorena, na madrugada deste sábado (11). O criminoso que baleou e matou o PM não
foi preso.

A esposa afirmou que o soldado fazia romaria para Aparecida pela segunda vez. Ela suspeita que o marido tenha sido baleado após o assaltante perceber que ele caminhava com um colete da PM.

“Eles saíram por volta das 18h (de sexta-feira) e foram caminhando. Relataram que pararam em um canteiro para comer alguma coisa e colocar capa de chuva. Aí saíram de novo, quando meu primo sentiu um toque nas
costas e falaram que era assalto. Nisso ele correu assustado e foi atrás do Crispim.”

“O assaltante anunciou o assalto também ao Crispim, que não reagiu, levantou a mão e foi tirar a mochila. Mas ele estava com o colete florescente da polícia. A gente estava com medo de atropelamento, então ele foi com esse colete. A gente não imaginava isso. Aí acho que, quando ele foi tirar a mochila, o assaltante viu o símbolo da polícia e atirou”, completa.

De acordo com a esposa do soldado, o assaltante disparou três tiros, que ainda atingiram de raspão os primos dela. Eles estão bem.

O g1 acionou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), que confirmou o caso, que foi registrado como latrocínio, e lamentou a morte do policial.

Quem era o policial

Luiz Guilherme Crispim de Oliveira era mineiro, mas se mudou para São Paulo há cerca de 10 anos, quando se tornou policial militar do estado. Ele morava em Cruzeiro, cidade vizinha de Lorena, onde o crime aconteceu.

Além da esposa, o soldado deixa dois filhos pequenos - um menino de 4 anos e uma menina de 1 ano e 4 meses.

“A gente tinha muitos planos, muitos sonhos. Ela está com um ano. Teve a primeira festinha de aniversário, tínhamos planos da escolinha. Agora eu fico pensando como vai ser”, diz Aline, esposa de Crispim.

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