


Pouco depois de Canadá, Austrália e Reino Unido, foi a vez de Portugal reconhecer, neste domingo (21), o Estado da Palestina, na véspera da Assembleia Geral da ONU em Nova York, onde cerca de 10 países também devem anunciar a decisão. O gesto de Londres tem peso simbólico: o país foi protagonista na criação de Israel após a Segunda Guerra e, desde então, se manteve como aliado.
"O reconhecimento do Estado da Palestina é o cumprimento de uma política fundamental, coerente e amplamente acordada" — disse o ministro das Relações Exteriores de Portugal, Paulo Rangel, a repórteres em Nova York.
"Portugal defende a solução de dois Estados como o único caminho para uma paz justa e duradoura, promovendo a coexistência e as relações pacíficas entre Israel e a Palestina," destacouy.