Condenação de Bolsonaro no STF provoca onda de manifestações entre aliados nas redes: ‘Suprema perseguição’

Por: Rádio Sampaio com Jovem Pan
 / Publicado em 11/09/2025

O ex-presidente Jair Bolsonaro fez uma aparição de cerca de 20 minutos nesta quinta-feira (11)- Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

 

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que formou maioria para condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro  (PL) por tentativa de golpe de Estado, desencadeou uma forte mobilização de seus aliados nas redes sociais. Mensagens de protesto, críticas ao julgamento e apelos por anistia marcaram a reação da base bolsonarista.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acusou a Corte de promover “suprema perseguição” e disse que o resultado já estava definido antes mesmo do julgamento. Seu irmão, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), defendeu uma anistia ampla, geral e irrestrita, afirmando que qualquer alternativa seria um privilégio pessoal.

Outros parlamentares também reforçaram o discurso de perseguição. O deputado Dr. Frederico (PL-MG) afirmou que a condenação é um “espetáculo político armado para calar milhões de brasileiros”, enquanto Gustavo Gayer (PL-GO) prometeu intensificar a mobilização digital em defesa do ex-presidente.
O ex-procurador e deputado Deltan Dallagnol  (Novo-PR) elogiou o voto divergente do ministro Luiz Fux, chamando-o de “técnico e bem fundamentado”. Segundo ele, “os ministros sentiram tanto que hoje se unem em trio para atacá-lo”.

Articulação no Congresso

No campo político, o deputado Coronel Luciano Zucco (PL-RS), líder da oposição na Câmara, afirmou que pretende ingressar com um habeas corpus em favor de Bolsonaro, sustentando que o voto de Fux abre brecha para questionar a competência do STF.

Zucco e outros aliados também pressionam o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a pautar um projeto de anistia que incluiria não apenas o ex-presidente, mas também envolvidos nos atos de 8 de Janeiro. A proposta, no entanto, enfrenta resistência no Senado.

Cenário em aberto

Caso seja confirmada, a condenação pode levar Bolsonaro a cumprir até 43 anos de prisão, por conta do agravante de liderança na organização criminosa. Seus aliados, porém, acreditam que a pressão política e as medidas jurídicas ainda podem manter aberta a possibilidade de candidatura em 2026.

 

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