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IML de Arapiraca registrou 4 corpos nas últimas 24 horas

Rádio Sampaio
Publicado 06/08/2025

O Instituto Médico Legal (IML), com sede em Arapiraca, registrou quatro corpos no plantão das últimas 24 horas.

Troca de tiros com a polícia

Reprodução

Quitério Oliveira Santos, 27 anos,  corpo procedente da Unidade Mista Nossa Senhora das Graças, em Teotônio Vilela. Morte causada por disparos de arma de fogo.

“Quiterinho” morreu durante um confronto com as forças de segurança, na tarde da quinta-feira (5), no bairro Gerais, em Teotônio Vilela, interior de Alagoas. De acordo com informações da PM, ele era natural de Campo Alegre e estava em Teotônio Vilela no momento da abordagem – que ocorreu numa ação conjunta entre a PM e a Guarda Municipal.

Chegou a ser socorrido com vida e levado à Unidade Mista Nossa Senhora das Graças, mas não resistiu aos ferimentos. Ele tinha passagens pela polícia.

 

Outros registros

Também foi registrado o corpo de Djalma Alves, 61 anos, procedente da rua Cícero Ferreira Souza, no centro de  Major Isidoro. A causa da morte indeterminada.

Corpo não identificado, sexo masculino, procedente da rua Domingos Evangelista, no bairro Manoel Teles, em Arapiraca.  Causa da morte: esclarecer .  Moradores relataram que a vítima chegou correndo ao local e caiu em frente a um veículo, onde permaneceu agonizando até perder os sinais vitais.

Não havia marcas aparentes de ferimentos no corpo, o que levanta dúvidas sobre o que teria provocado a morte.

Incêndio

Corpo não identificado, sexo feminino, procedente da rua Maria de Lourdes Ventura, no Jardim Esperança, em Arapiraca. Causa da morte, carbonização.

De acordo o relatório da Polícia Militar, a morte desta mulher ocorreu em decorrência de um incêndio na residência onde ela morava. Uma filha da  vítima relatou que a mesma sofria de transtornos psiquiátricos e já havia tentado incendiar a residência há cerca de dois anos.

Ainda de acordo com o relato da filha, na noite da terça-feira (5), as duas estavam dentro de casa - quando ela percebeu o início das chamas. Correu para fora de casa juntamente com a mãe, mas ela teria retornado para dentro do imóvel.

Ao tentar salvá-la, a filha disse que a mãe resistiu ao socorro e acabou sendo asfixiada pela fumaça. Disse também que a mãe tinha o hábito de acender velas dentro de casa, mas não sabia precisar se esse fato teria relação com o incêndio.

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