Bruno Henrique é denunciado por STJD em caso de manipulação de apostas

Por: Rádio Sampaio com SBT News
 / Publicado em 02/08/2025

Foto: Reprodução

 

O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, foi denunciado na sexta-feira (1º) pela Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por manipulação de resultado. Ele é acusado de ter forçado um cartão amarelo em partida contra o Santos, válida pela Série A do Campeonato Brasileiro de 2023.

Bruno Henrique já havia se tornado réu na Justiça do Rio de Janeiro, após o Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF) apresentar denúncia por fraude em apostas esportivas. Também é réu no processo seu irmão, Wander Nunes Pinto Júnior. Ambos ainda aguardam data para julgamento.

Segundo o STJD, a investigação apontou que Bruno Henrique recebeu o cartão de forma deliberada, com o objetivo de beneficiar apostadores. “A conduta foi previamente comunicada a seu irmão, Wander, por meio de mensagens em aplicativo. O atleta teria repassado informação privilegiada visando fraudar evento vinculado ao Brasileirão 2023”, afirmou o STJD.

A denúncia é o primeiro passo do processo no STJD, que ainda passará por instrução e julgamento. Não há previsão de suspensão preventiva. Bruno Henrique foi enquadrado nos artigos 243 (parágrafo 1º) e 243-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

Além dele, foram denunciados mais quatro atletas amadores: Wander Nunes Pinto Júnior (irmão do jogador), Claudinei Vitor Mosquete Bassan, Andryl Sales Nascimento dos Reis e Douglas Ribeiro Pina Barcelos, todos próximos a Wander.

As punições previstas vão de suspensão de 360 a 720 dias, suspensão de 12 a 24 partidas e multas de R$ 100 a R$ 100 mil. Em caso de condenação, Bruno Henrique pode ser impedido de jogar futebol profissionalmente, não apenas no Brasil, mas em qualquer país, a exemplo do que poderia ter ocorrido no caso de Lucas Paquetá, que foi inocentado na quinta-feira (31).

Ao SBT News, a defesa do jogador negou irregularidades e disse creditar no arquivamento da denúncia. "É absurda a alegação de que tomar um cartão nesse lance, em que sequer falta houve, tinha como objetivo influenciar no resultado da partida ou do campeonato que estava em disputa", diz o comunicado. "O próprio STJD já havia antes arquivado o caso que se baseava nas mesmas alegações e a Defesa do atleta demonstrará que a nova acusação também merece ter esse mesmo desfecho."

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