
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Na madrugada desta terça-feira (22), um jovem de 20 anos ficou gravemente ferido após cair da Ponte do Reginaldo, em Maceió. O incidente, que ocorreu nas primeiras horas do dia, mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBM/AL) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para um resgate de emergência.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o jovem apresentava múltiplas fraturas e estava em estado grave quando foi localizado. Três viaturas e nove militares foram acionados para a operação de resgate. No local, a vítima recebeu os primeiros socorros, que incluíram procedimentos de estabilização antes da chegada do suporte avançado. Após os cuidados iniciais, o jovem foi transferido para a Unidade de Suporte Avançado (USA-06) do Samu, que o conduziu ao Hospital Geral do Estado (HGE).
No HGE, o jovem permanece internado em unidade de cuidados intensivos, recebendo atendimento médico especializado. Segundo informações iniciais o jovem teria se jogado da ponte.
A rápida resposta das equipes de emergência foi essencial para garantir o atendimento imediato à vítima, que agora luta pela recuperação no hospital.
O CVV, ou Centro de Valorização da Vida, é uma organização brasileira sem fins lucrativos, fundada em 1962, que tem como principal objetivo oferecer apoio emocional e agir na prevenção do suicídio.
Sendo assim, o CVV atua por meio de uma rede de voluntários treinados que estão disponíveis 24 horas por dia, todos os dias do ano, para ouvir e conversar com pessoas que estão passando por momentos difíceis.
Dessa forma, as pessoas que buscam ajuda podem entrar em contato com o CVV por telefone, por meio do número 188 (que funciona gratuitamente em todo o Brasil), pelo chat online disponível no site do CVV, ou pelo e-mail. O serviço é sigiloso, e o principal foco é oferecer um espaço de desabafo e apoio emocional.
Além do CVV, também é possível pedir ajuda para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), ligando para o número 192. Entrar em contato com hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e Unidades Básicas de Saúde (UBS) também são alternativas viáveis.
