Em declaração conjunta, líderes do G7 afirmam que Israel tem o direito de se defender do Irã e falam em desescalada do conflito

Países do G7 pedem desescalada do conflito entre Israel e Irã — Foto: REUTERS/Suzanne Plunkett/Pool

Os líderes do G7, reunidos no Canadá, emitiram uma declaração conjunta na segunda-feira (16), pelo horário local — madrugada da terça-feira (17), no horário de Brasília — pedindo uma "desescalada" das tensões entre Irã e Israel no Oriente Médio.

No documento, segundo a Aghence France Presse (AFP), os países também destacaram que Israel tem o direito de se defender na crescente crise militar com o Irã.  "Afirmamos que Israel tem o direito de se defender", diz o texto. "Deixamos claro em todos os momentos que o Irã nunca poderá ter uma arma nuclear."

"Exortamos para que a resolução da crise iraniana leve a uma desescalada mais ampla dos conflitos no Oriente Médio, incluindo um cessar-fogo em Gaza", acrescentaram os líderes do grupo. Ainda segundo a AFP, o documento foi assinado por Donald Trump.

Os líderes do G7 (Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e EUA) iniciaram nesta segunda (16) a reunião do grupo, que acontece no Canadá. O encontro tem a participação da União Europeia e durará até terça-feira (17).

Com a escalada do conflito entre Israel e Irã, a cúpula no Canadá é vista como um momento vital para tentar restaurar uma aparência de unidade entre as potências democráticas.

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