
Fernando Haddad- Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Quase metade das prioridades da agenda econômica para 2025 e 2026 listadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, dependem de aprovação do Congresso Nacional para entrar em vigor. Há uma lista com 25 prioridades da agenda econômica para 2025 e 2026. Dessas, 12 dependem de aprovação do Congresso Nacional, sendo que algumas delas sequer foram apresentadas formalmente.
Entre as medidas, estão: a reforma da renda, com isenção do imposto de renda para quem recebe até R$ 5 mil; a reforma da previdência dos militares; a limitação dos supersalários dos servidores públicos; e a regulamentação da reforma tributária.
Já os assuntos que não precisam de aprovação do Congresso estão mais relacionados ao Plano de Transformação Ecológica.
O ano de 2025 é importante para o governo federal, visto que ele antecede as eleições presidenciais. Caso o primeiro escalão de Lula consiga a aprovação da população, há chances de melhorar o cenário previsto para 2026. Além disso, ano não eleitoral tende a oferecer mais espaço para aprovação de matérias econômicas.
Haddad reforçou diversas vezes que questões da pauta econômica, como a reforma da renda, serão tratadas apenas após a eleição das próximas Mesas Diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, e da aprovação do Orçamento de 2025, ambas marcadas para fevereiro.
Reforma tributária
A regulamentação total da reforma tributária é uma das prioridades do governo federal para 2025. Isso porque a ideia é que o novo modelo de tributação sobre o consumo passe a ser testado e aplicado a partir de 2026, em um ano de transição para o novo regime.
