
Foto de uma reunião ministerial - crédito: Ricardo Stuckert / Presidência da República
Auxiliares diretos e políticos de partidos que apoiam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriram o ano de 2025 com a expectativa de uma reforma ministerial. Até o momento, o presidente não anunciou quais mudanças quer fazer neste ano no comando de ministérios.
Mas Lula já afirmou que pretende fazer ajustes e tem recebido recados de partidos aliados que desejam mais espaços de poder e de controle do orçamento dentro do governo.
Aliados do presidente acreditam que as trocas possam ser definidas até fevereiro, após o fim do recesso parlamentar do Congresso Nacional. Contudo, não arriscam cravar datas, já que o presidente demonstra, neste mandato, que não gosta de ser pressionado e costuma postergar decisões deste tipo.
Por ora, segundo interlocutores, Lula avalia possibilidades e colhe impressões a respeito dos impactos de alterações que visam: fortalecer a base do governo no Congresso; atrair partidos para a chapa do PT nas eleições de 2026, onde Lula pode disputar a reeleição; melhorar a execução de projetos e programas do governo federal
Partidos do Centrão têm interesse em mais espaço na Esplanada. De acordo com o G1, PSD, União Brasil, PP, MDB e Republicanos desejam ter representantes em ministérios com maior orçamento. Os partidos do Centrão cobiçam - desde o começo do governo - pastas como Saúde, cuja ministra é Nisia Trindade, ex-presidente da Fiocruz.
