EUA bombardeiam alvos do Estado Islâmico na área central da Síria

U.S. Navy

O exército norte-americano, na Síria, bombardeou, no domingo (8), redutos do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS).  Os ataques, conforme o divulgado, fazem parte da missão contínua que tenta derrotar o grupo terrorista, a fim de evitar que ele conduza operações externas. Da mesma forma, após a queda do regime ditatorial de Bashar al- Assad, consumada com a invasão de rebeldes em Damasco, os EUA tentam garantir que o ISIS não tire vantagem da situação.

Em pronunciamento no domingo, o presidente Joe Biden comemorou a queda de Assad, mas enfatizou o cenário de “risco e incerteza”. O democrata acredita que o Estado Islâmico “pode tentar usar o vácuo no poder para aumentar o seu próprio poder” em determinadas áreas da Síria.
Biden anunciou que as forças norte-americanas continuarão no país e com ações contra o grupo terrorista, incluindo instalações de segurança onde o ISIS mantém prisioneiros. “Não deixaremos que isso [avanço deles ao poder] aconteça”, diz ele.
Operação atingiu 75 alvos

A operação militar deste domingo atingiu, segundo o Comando Central dos EUA, 75 alvos.  Conforme o comunicado divulgado pelo Comando, as forças continuarão agindo na região, apesar do período de crise política no país.

“Não deve haver dúvidas – não permitiremos que o ISIS reconstitua e tire vantagem da atual situação na Síria”, disse o General Michael Erik Kurilla. “Todas as organizações na Síria devem saber que iremos responsabilizá-las se fizerem parceria ou apoiarem o ISIS de qualquer forma”.

 

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