
Palmeira dos Índios- Reprodução
Ao todo, 727 prefeituras serão chefiadas por mulheres a partir de 2025, o que corresponde a cerca de 13% dos 5.569 municípios brasileiros. São 64 prefeitas a mais do que em 2020, quando foram eleitas 663 mulheres; um aumento de um ponto percentual.
Entre esses municípios está Palmeira dos Índios, que elegeu Tia Júlia (MDB), ainda no primeiro turno. Ela será a segunda mulher a administrar o município.
Num universo de 102 candidatos no segundo turno, disputado no domingo (27), elas eram apenas 15. Apesar de compor maioria no eleitorado brasileiro, as mulheres ainda não conseguiram chegar perto da tão sonhada paridade na representação política.
Levando-se em conta apenas as capitais, neste segundo turno, só houve disputa entre duas candidatas só houve em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, com vitória de Adriane Lopes sobre Rose Modesto.
Outras seis capitais tiveram mulheres concorrendo com homens: Natal, Porto Alegre, Curitiba, Aracaju, Porto Velho e Palmas. Destas, houve vitória feminina somente em Aracaju, onde Emilia Correa será a primeira mulher prefeita da capital sergipana.
Fora as capitais, houve mulher concorrendo no segundo turno em apenas seis municípios: Ponta Grossa e Londrina, no Paraná; Imperatriz, no Maranhão; Uberaba, Minas Gerais; Olinda, Pernambuco e Santos, em São Paulo.
Desses municípios, Ponta Grossa elegeu Elizabeth Schmidt; Mirella Almeida, de 30 anos, será a prefeita mais jovem de Olinda; e, em Uberaba, Elisa Araújo conseguiu se eleger.
