
Foto: Sergi Reboredo/VWPics/Universal Images Group
De acordo com dados do Censo Demográfico 2022 – Indígenas: Alfabetização, registros de nascimentos e características dos domicílios, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (4), mais de 1 milhão de indígenas vivem com saneamento precário no Brasil.
A maioria dos indígenas residentes em domicílios particulares convive com pelo menos uma situação de precariedade ou ausência de saneamento básico, que envolve abastecimento de água e destinação de esgoto ou de lixo. Ao todo, 1,1 milhão de indígenas (ou 69,1%) estão inseridos nesse quadro.
O cenário piora quando o recorte é feito nas terras indígenas (TIs).
Segundo o Censo 2022, 120,4 mil residências que abrigam 545,7 mil pessoas (ou 95,6%) não têm nenhuma das condições adequadas de saneamento básico estabelecidas pelo o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab).
O IBGE indicou três recortes preocupantes sobre o acesso ao saneamento básico por parte da população indígena do Brasil. Confira a seguir:
