


Tanto Kamala Harris quanto Donald Trump têm, como promessa de campanha, a redução do custo de vida nos Estados Unidos. A preocupação com os gastos, aliás, é a maior dor de cabeça da numerosa comunidade brasileira que vive na Flórida.
Mais de 1.000 pessoas se mudam para o "Estado do Sol" todos os dias. O clima agradável, o baixo índice de criminalidade e a legislação tributária favorável impulsionam um crescimento populacional sem precedentes na região.
Contudo, o aumento demográfico, aliado à inflação, que disparou nos últimos anos, tem tornado a vida na Flórida cada vez mais cara.
Numa tentativa de ajudar os moradores, as principais redes de supermercados anunciaram, recentemente, a redução de preços em itens básicos.
A iniciativa inédita por aqui é mais do que bem-vinda. Em apenas um ano, os preços dos alimentos, que já tinham subido 25% desde o início da pandemia, tiveram um aumento de mais 8%.
E não foi só essa conta que ficou mais salgada: as mudanças climáticas também fizeram as taxas de seguro residencial crescerem impressionantes 42% em 12 meses. Pra piorar, agora, a Flórida está entre os estados mais caros para a compra e locação de imóveis.