


Kimberly Cheatle, diretora do Serviço Secreto dos Estados Unidos, apresentou sua renúncia em meio à análise de falhas de segurança relacionadas à recente tentativa de assassinato do ex-presidente Donald Trump.
O pedido de demissão ocorre no momento em que legisladores americanos e um órgão de fiscalização interno do governo avançam com investigações sobre a forma como a agência do Serviço Secreto lidou com a proteção de Trump e como um atirador quase o matou em um comício na Pensilvânia neste mês.
No Congresso americano houve apelos bipartidários para sua renúncia e uma pressão dos legisladores republicanos pelo impeachment de Cheatle.
Os legisladores demonstraram indignação após a aparição da então diretora para depoimento público em frente ao Comitê de Supervisão e Responsabilidade (o principal comitê investigativo da Câmara) na segunda-feira (22), onde ela não estava disposta a responder a muitas das perguntas do comitê.
Cheatle foi nomeada pelo presidente Joe Biden para liderar o Serviço Secreto em 2022, deixando um emprego como gerente de Segurança Global na PepsiCo para assumir o cargo de diretora do Serviço Secreto e, antes de sua passagem pelo setor privado, serviu no Serviço Secreto por 27 anos.