Nível de pobreza da Argentina passa de 55%, aponta relatório

Pobreza na Argentina passa de 55% | Foto: reprodução/X

Um relatório da Universidade Católica da Argentina (UCA), citado pela mídia local no último domingo (18), mostra que o nível de pobreza do país atingiu, em janeiro, 57,4%, o mais alto em pelo menos 20 anos. Segundo o documento, a desvalorização do peso (moeda argentina) e o consequente aumento de preços acabaram agravando a situação. 2023 havia sido concluído com o nível de pobreza em 49,5%.

O presidente argentino Javier Milei assumiu seu cargo pretendendo controlar as altas taxas de inflação do país, que passam de 200% por ano; “dolarizar” a economia; eliminar o déficit fiscal; e a cabar com os benefícios para a classe política argentina, que ele chama de “a casta”.

“A verdadeira herança do modelo de castas: seis em cada 10 argentinos são pobres”, disse Milei, em uma postagem nas redes sociais feita no último sábado (17).

O Ministério da Economia da Argentina informou, na última sexta-feira (16), um superávit orçamentário de janeiro de 518,41 bilhões de pesos, o equivalente a R$ 3,07 bilhões. Essa é a primeira vez que o número ficou no verde desde agosto de 2012.

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