


Um acordo de nível técnico ainda não aprovado pode fazer a Argentina ter acesso a US$ 4,7 bilhões para ajudar a pagar a sua dívida de US$ 44,5 bilhões com o Fundo Monetário Internacional (FMI). A decisão ainda está no âmbito da sétima revisão do programa de facilidades estendidas e, segundo o ministro da Economia, Luis Caputo, não se trata de um “novo acordo”, mas do presidente Javier Milei recuperando um já existente.
O compromisso deve ser aprovado pela Direção Executiva.
“As metas de déficit fiscal primário e dívida interna para o final de setembro não foram atingidas, e dados preliminares sugerem que as metas para o final do ano não foram atingidas por uma margem ainda maior”, diz uma nota do FMI, que também elogiou o governo de Milei, que teria agido “de maneira rápida e decisiva para desenvolver e implementar um forte pacote de políticas com o objetivo de restaurar a estabilidade macroeconômica”.