
Foto: Emerson de Lima
A medição feita pela Defesa Civil na área da mina da Braskem que se rompeu em Maceió deve ser concluída nesta quarta-feira (13), quando será possível dizer se o solo continua afundando no local. Este será o primeiro resultado do monitoramento pós-colapso, retomado após a instalação de um novo equipamento que substituiu o que foi perdido quando o terreno afundou.
O equipamento ficava à margem da lagoa Mundaú e era usado para medir com precisão a movimentação do terreno. O novo sensor começou a ser instalado na segunda-feira (11), dia seguinte ao colapso, mas só começou a coletar dados nesta terça (12). Para a análise da movimentação, é necessário coletar dados em um intervalo de 24 horas.
"Quando a gente conseguir processá-los nessa leitura de distância por tempo, a gente vai saber quanto de velocidade deve estar ali ainda baixando, ou se essa velocidade, se esse deslocamento se estabilizou", disse o coordenador da Defesa Civil de Maceió, Abelardo Nobre.
O último registro é de horas antes de a mina se romper, quando o dispositivo marcava velocidade de deslocamento de 0,52 cm/h e o solo já havia afundado 2,35 metros.
