Médico do Samu orienta sobre quais medidas adotar em casos de choque elétrico

Por: Victor Fernando com Assessoria
 / Publicado em 22/11/2023

Foto: Carla Cleto

Acidentes envolvendo eletricidade podem ocasionar danos diversos. Desde o susto, a queimaduras leves ou complexas e, até mesmo, uma parada cardiorrespiratória, segundo informou o médico socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Marcell Figueiredo. De acordo com ele, caso isso ocorra, é necessário acionar os serviços do 192, cujos socorristas são especialistas neste tipo de atendimento.

Mas, afinal, o que fazer em caso de choque elétrico grave? “Primeiramente, se for em residência, não tocar no paciente até se desligar a fonte de energia. Em seguida, o paciente deve ser afastado da fonte de descarga elétrica, por meio de materiais não condutores como um pedaço de madeira. É importante observar se o paciente respira; caso respire, deitá-lo de lado. Se não respira, aguardar a equipe de resgate chegar é o ideal”, orientou o especialista.

Para o médico do Samu, é importante que os primeiros socorros sejam iniciados o mais rápido possível para evitar que a corrente elétrica cause muitos danos no organismo com complicações graves. “Além do risco imediato de morte quando a corrente é muito alta, o choque elétrico pode afetar o corpo de outras formas e, por isso, o atendimento médico é fundamental”, salientou.

Assistência 192

Ele explicou que o Samu procura saber, no momento da ligação, se a fonte de descarga elétrica continua ativa e faz as orientações citadas acima. Quando o fato não acontece em uma residência e sim em fontes externas, como postes ou fiações, é acionado o órgão competente distribuidor de energia.

“No local, com a vítima, avaliamos a cena para possível identificação de risco à equipe e abordamos o paciente”, explicou Marcell Figueiredo.

Nesse momento são verificados, pelos socorristas, os sinais vitais da vítima, assim como os sinais indicativos da passagem da corrente elétrica no corpo (lesão de entrada e de saída).

“A partir daí iniciamos condutas clínicas a depender do quadro apresentado, que varia entre cuidados básicos, como monitorização e analgesia, até mesmo massagem cardíaca, caso o paciente esteja em parada cardiorrespiratória”, explicou o médico, ressaltando que o paciente é destinado para a unidade de referência, onde a principal é o Hospital Geral do Estado( HGE).

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