
Guilherme Derrite | Foto: Gabriel Silva/Ato Press/Estadão Conteúdo
De acordo com o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PL), o furto de 21 metralhadoras do Arsenal da Base Militar de Barueri (SP) pode ter consequências graves, uma vez que 13 das armas têm capacidade para derrubar um avião. Derrite ainda disse que a Secretaria de Segurança Pública (SSP) se esforçará para auxiliar nas buscas pelo armamento.
“Nós, da segurança de São Paulo, não vamos medir esforços para auxiliar nas buscas do armamento e evitar as consequências catastróficas que isso pode gerar a favor do crime e contra segurança da população”, afirmou o secretário.
Além das 13 metralhadoras antiaéreas, as armas subtraídas incluem oito metralhadoras de calibre 7.62. Segundo o Comando Militar do Sudeste, as armas eram inservíveis, estando em processo de manutenção no setor responsável por iniciar o processo de destruição de armamentos que não podem mais ser reparados.
A descoberta do furto ocorreu durante uma inspeção realizada no Arsenal.
Exército investiga o caso
Oficialmente, nenhum boletim de ocorrência (BO) foi registrado pelo Exército, que tem conduzido uma investigação interna para apurar o caso. Ao todo, cerca de 480 militares estão aquartelados em Barueri, para prestar depoimentos sobre o ocorrido.
Apesar de nenhum BO ter sido registrado, a Polícia Civil (PC) e a Polícia Militar (PM) estão realizando buscas para encontrar o armamento e os responsáveis pelo crime.
