
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Alagoas tem registrado um número alto de casos de meningite meningocócica (bacteriana) e Maceió enfrenta um surto da doença. O Ministério da Saúde (MS) afirmou que após confirmar o cenário na capital e no estado, definiu medidas para controlar o avanço da doença.
A resposta rápida a surtos de meningite visa interromper a cadeia de transmissão e evitar a ocorrência de novos casos. Sendo uma doença grave e contagiosa, a meningite é capaz de provocar sequelas e até mesmo a morte. A vacinação é a forma mais eficaz de evitar infecção.
Diante do aumento do aumento de casos confirmados de meningite meningocócica nos últimos meses, o Ministério atendeu a uma solicitação do Estado, no dia 16 de agosto, e enviou a Alagoas profissionais de epidemiologia de campo, que prestaram apoio técnico na investigação do cenário no estado.
A investigação apontou o aumento do número de casos da doença meningocócica em Alagoas em comparação com o ano de 2022.
Segundo o último boletim da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), até 12 de setembro, foram registrados 29 casos de meningite meningocócica, sendo 23 casos na capital, e 11 mortes pela doença no estado.
Os profissionais enviados pelo Ministério da Saúde também reforçaram as medidas de prevenção e de controle da doença meningocócica que devem ser colocadas em prática.
Entre as ações para impedir que a doença avance, estão detecção detecção precoce e o manejo adequado dos casos suspeitos, além da realização de quimioprofilaxia oportuna para os contatos próximos de casos suspeitos (em até 48h da identificação do caso).
