


O cantor João Gomes se pronunciou, através da sua assessoria de imprensa, a respeito das acusações de que teria agredido o primo de 13 anos. A situação veio à tona neste sábado (2), após detalhes de um Boletim de Ocorrências feito pela mãe do adolescente serem divulgados nas redes sociais.
De acordo com o documento, a prima de João Gomes alega que seu filho foi agredido enquanto morava com o artista. No relato, ela afirma que o menino apanhou tanto do cantor, quanto de um amigo dele.
Através de uma nota oficial, a equipe de João Gomes destacou a “completa distorção da situação com a realidade”. Além disso, informaram que “o comportamento inapropriado e a agressividade do menor já extrapolava o admissível e a consequência do retorno do mesmo aos familiares era decisão tomada”. Por fim, registraram que “aguardarão as formalidades legais e o momento correto para prestar todos os esclarecimentos porventura necessários”.
A mulher revelou que confiou a João Gomes a responsabilidade de proporcionar uma vida confortável ao filho. No entanto, segundo ela, lamentavelmente não foi a primeira vez que ocorreram incidentes de violência.
“Fiquei ciente de outra ocasião anterior, na qual não houve evidências visíveis, mas recentemente meu filho estava sendo deixado na companhia de outra pessoa, que o tratava de forma desumana, privando-o de alimentação adequada e obrigando-o a acordar nas condições mais adversas para levá-lo à escola. João tinha conhecimento disso e nada foi feito”, relatou a mãe do jovem.
“A equipe do artista João Gomes, toma conhecimento oficioso do fato veiculado em alguns perfis de redes sociais e vem a público pronunciar-se no único objetivo de registrar surpresa, pois supostamente decorrente de familiares direto do menor, e destacar a completa distorção da situação com a realidade.
Por respeito à intimidade das partes e, principalmente, do menor, conturbações na convivência e educação do menor vinham ocorrendo, tanto no seio familiar, como na escola.
O comportamento inapropriado e a agressividade do menor já extrapolava o admissível e a consequência do retorno do mesmo aos familiares era decisão tomada.
