
Tenente-coronel Correia | Imagem: divulgação
O Tenente-coronel André Luis Cruz Correia, que passou a ser segurança direto do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde março, foi exonerado pelo Palácio do Planalto após a descoberta da Polícia Federal (PF) de que ele estava em um grupo de WhatsApp com militares da ativa que eram a favor de um golpe de Estado. Os federais descobriram o caso após a apreensão do celular de Mauro Cid.
Correia é ligado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e chegou a fazer viagens recentes com Lula.
De acordo com o portal G1, a Polícia Federal defende que a segurança presidencial seja feita pela própria PF, mas Lula ordenou um modelo híbrido em que o GSI está no comando. Ainda segundo o G1, integrantes do referido Gabinete afirmam que o coronel não pode ser julgado por integrar um grupo se não houver provas de que ele interagiu ou participou ativamente nas conversas.
Para a Polícia Federal, é preocupante que alguém que compõe a segurança do presidente faça parte de um grupo que falava de um golpe de Estado.
