
Tarcísio de Freitas | Crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
14 mortes já foram registradas na Operação Escudo, iniciada na última sexta-feira (28), após o assassinato do soldado Patrick Bastos Reis, da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), em Guarujá (SP). A ação policial tem o objetivo de reprimir o crime organizado e o tráfico de drogas na Baixada Santista e deve continuar por 30 dias.
O número de mortes foi confirmado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), durante uma coletiva de imprensa no fim da tarde de hoje (1°). O governador também afirmou que, se ocorreu algum excesso da parte policial, haverá punição. “A gente não vai tolerar excesso, a gente não vai tolerar desvio de conduta”, falou.
O governador também disse que a polícia não quer combate e pediu respeito aos agentes. “Nós não queremos o combate, confronto, de verdade. Não é bom para ninguém. Não ficamos felizes de ter o combate. Agora, não vamos nos furtar de fazer o combate. Não vamos nos curvar ao crime”, declarou Tarcísio, que também confirmou a morte de um líder do PCC.
Além dos indivíduos eliminados, 32 suspeitos foram presos e 20,3kg de drogas e 11 armas foram apreendidas. A Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic) de Santos e a Polícia Militar (PM), através do Inquérito Policial Militar, estão investigando os casos.
