
Foto: Brookings
A inteligência artificia dá sinais que veio para ficar e já está entre as maiores inovações da tecnologia. Uma ferramenta que impulsionou a IA para o grande público foi, sem dúvidas, o ChatGPT, o chatbot criado pela OpenAI.
Lançado no fim do ano passado, o bot capaz de responder perguntas e até gerar códigos de programação ganhou milhões de usuários pelo mundo e se tornou a ferramenta mais conhecida do segmento.
Agora, pesquisadores da Unicamp (Universidade de Campinas) trabalham para criar uma versão brasileira da ferramenta. O projeto não visa recriar o ChatGPT do zero, e sim adaptá-lo a realidade e a cultura do país. É o que explica Ramon Pires, um dos pesquisadores envolvidos no projeto.
Pires, dono da melhor tese de doutorado do Brasil em 2019, segundo a Sociedade Brasileira de Computação, disse que já foram avaliados “uma série de tarefas” específicas em português, como resolver questões que caíram no Enem, por exemplo.
Apesar de muito prático, a IA nem sempre acerta e pode fornecer respostas erradas aos usuário. Por isso, a OpenAI, dona do ChatGPT, está mais uma vez sob investigação nos EUA.
A FTC (Comissão Federal do Comércio dos EUA) quer explicações sobre o que a empresa tem feito para impedir isso. O órgão regulador apontou o potencial do chatbot para gerar declarações “falsas, enganosas e depreciativas”.
