


Recentemente, foi divulgado que uma mulher identificada como Brianna Janel, moradora da cidade de Los Angeles, no estado americano da Califórnia, compartilhou que ficou presa em seu carro, um Tesla, durante uma atualização do sistema do veículo. Segundo ela, dentro do carro estava um calor de aproximadamente 103°F, o equivalente a 39°C. Na ocasião, Janel estava no estacionamento de uma lanchonete da rede Chic-Fil-A.
A atualização do sistema demorou cerca de 40 minutos. Os carros da Tesla possuem uma abertura manual de porta, que pode ser usada caso não haja energia, mas a mulher preferiu não utilizá-la, com medo de danificar o carro.
“Dentro do meu carro estão 103 graus [fahrenheit], então estou pirando um pouco. Espero não ficar sem ar”, disse Brianna no TikTok. “Não consigo abrir as portas ou as janelas. Caso contrário, posso danificar meu carro. Então estou presa aqui assando como um maldito frango, pingando suor. Meu pedido do Chick-fil-A foi feito há 30 minutos. Estou literalmente sentada do lado de fora”, contou.
Quando a atualização terminou, ela conseguiu sair do carro e alertou para que ninguém atualizasse o sistema do veículo enquanto estivesse dentro dele.

A reabertura da passagem de Kerem Shalom para a passagem de ajuda humanitária deve acontecer em breve, uma vez que houve um posicionamento favorável a isso por parte do premiê de Israel, Benjamin Netanyahu. O local foi fechado no último fim de semana, depois de ser atingido por um ataque de foguete que matou três soldados israelenses.
Netanyahu concordou em garantir a reabertura durante uma ligação com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Os dois também discutiram as negociações sobre o acordo com reféns em Doha, no Catar, e a posição de Washington sobre uma possível operação em Rafah.
“O presidente Biden atualizou o primeiro-ministro sobre os esforços para garantir um acordo de reféns, inclusive por meio de negociações em andamento hoje em Doha, no Catar. O Primeiro-ministro concordou em garantir que a passagem de Kerem Shalom esteja aberta para assistência humanitária para os necessitados. O presidente reiterou sua posição clara sobre Rafah”, informou a Casa Branca.
Nesta sexta-feira (3), o Ministério da Defesa da Rússia informou que dois bombardeiros com capacidade nuclear da Força Aeroespacial russa fizeram um voo de cerca de 11h sobre águas internacionais do Mar de Bering, perto da costa oeste dos Estados Unidos, no Alasca. Caças americanos seguiram os aviões em parte da rota.
Segundo a Rússia e os Estados Unidos, as missões sobre o Ártico, Atlântico Norte, Mar Negro e Báltico, e Oceano Pacífico, são feitas com regularidade e em acordo com os regulamentos internacionais.
O Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (Norad, no inglês), informou que, na última quinta-feira (2), detectou e rastreou quatro aeronaves militares russas operando na Zona de Identificação de Defesa Aérea do Alasca (ADIZ, no inglês). Contudo, em nenhum momento os aviões entraram no espaço aéreo americano ou canadense.
Por ser regular, a atividade não foi vista como ameaça.

Nesta quinta-feira (2), a Casa Branca divulgou uma transcrição oficial de um discurso do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante um evento de arrecadação de fundos em Washington, D.C., na última quarta-feira (1°). Em sua fala, o governante declarou que o Japão, a China e a Rússia são países xenófobos. A declaração veio poucas semanas depois de Biden elogiar a aliança EUA-Japão.
“Você sabe, uma das razões pelas quais nossa economia está crescendo é por sua causa e por muitos outros. Por que? Porque acolhemos imigrantes”, disse o presidente. “Por que a China está tão estagnada economicamente? Por que o Japão está tendo problemas? E por que a Rússia também? Porque eles são xenófobos. [...] Eles não querem imigrantes. Os imigrantes são o que nos torna fortes”.
Em março, o presidente também tinha dito que a China, o Japão e a Rússia são xenófobos. Na ocasião, ele concedia uma entrevista a uma estação de rádio de língua espanhola. “Os japoneses, os chineses, são xenófobos, não querem ninguém – os russos, não querem ter outras pessoas que não sejam russos, chineses ou japoneses”, declarou.
Segundo a CNN, o Japão passa por uma crise demográfica que tem afetado tanto a força de trabalho quanto a economia do país. Apesar disso, ele evitou utilizar a imigração para reforçar suas populações.
Nesta semana, durante o julgamento de Christopher Gregor pela morte de seu filho, Corey, no estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos, foram reveladas imagens que mostram o réu forçando a criança a correr em uma esteira de academia. O caso ocorreu em 2021, quando o garoto tinha seis anos de idade. A vítima morreu dias depois, após passar mal e sofrer uma convulsão.
A mãe de Corey acusou Gregor de agredir o filho e obrigá-lo a se exercitar. Através das imagens reveladas durante o julgamento é possível ver que o garoto chega a cair da esteira e o pai o coloca novamente na máquina. Corey ainda tomba outras três vezes por não conseguir acompanhar o ritmo do equipamento.
Dias depois do ocorrido, o menino acordou sentindo enjoo, com dificuldade para caminhar e com a fala prejudicada. Ele foi levado até um hospital, onde contou aos médicos que foi obrigado pelo pai a correr em uma esteira. Na ocasião, Gregor teria dito que Corey estava muito gordo.
Enquanto realizava um exame, a criança sofreu uma convulsão e foi a óbito.
Christopher Gregor também é acusado de bater no filho. Se condenado, ele pode pegar prisão perpétua.

Os Estados Unidos acusaram a Rússia, na quarta-feira (1º), de ter usado "a arma química cloropicrina contra as forças ucranianas", em violação à Convenção sobre Armas Químicas. Além disso, a Rússia usou agentes químicos anti-distúrbios, como gás lacrimogêneo, "como método de guerra na Ucrânia, também em violação à convenção", segundo um comunicado do Departamento de Estado.
"O uso destas substâncias químicas não foi um incidente isolado e provavelmente é motivado pelo desejo das forças russas de remover as forças ucranianas de posições fortificadas e obter ganhos táticos no campo de batalha", informou o Departamento de Estado.
Ao mesmo tempo, Washington anunciou um novo pacote de sanções contra empresas e indivíduos acusados de ajudar a financiar a invasão russa da Ucrânia.
A Rússia declarou que já não possui um arsenal químico militar, mas o país enfrenta pressões para uma transparência maior sobre o uso deste tipo de armamento.
Segundo os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) americanos, a cloropicrina é uma substância que, inalada, traz riscos para a saúde.

A rede social Threads, lançada pela Meta para competir com o X, antigo Twitter, ultrapassou seu rival em quantidade de usuários diários nos Estados Unidos, segundo os dados da Apptopia, obtidos e publicados pelo Business Insider. Os números são maiores desde dezembro de 2023.
Durante o mês de abril, o Threads teve uma média estimada de 28 milhões de usuários ativos diários, que são aqueles que abriram o app pelo menos uma vez em 24h. O número representa um aumento de 55% em relação a dezembro de 2023. O X, por outro lado, teve a média de 22 milhões de usuários ativos em abril, tendo um aumento de 29% desde dezembro.
Apesar disso, os usuários ativos mensais, que abrem o app pelo menos uma vez no mês, continuam sendo maiores no X, nos EUA. São aproximadamente 140 milhões, enquanto o Threads tem cerca de 100 milhões, segundo a Apptopia.

Mais de 1.000 manifestantes pró-Palestina foram presos nas últimas duas semanas em universidades americanas em diversos Estados como Texas, Utah, Virgínia, Carolina do Norte, Novo México, Connecticut, Louisiana, Califórnia e Nova Jersey, alguns após confrontos com policiais.
Na noite desta terça-feira (30), a polícia de Nova York entrou na Universidade de Columbia e mais manifestantes foram detidos. Os estudantes ocuparam o Hamilton Hall horas antes, após montarem um acampamento no início do mês.
Os protestos nacionais começaram justamente em Columbia em resposta à ofensiva de Israel em Gaza depois que o Hamas lançou um ataque mortal em 7 de outubro. O grupo terrorista matou cerca de 1.200 pessoas, a maioria delas civis, e fizeram cerca de 250 reféns.
Israel e os seus apoiantes classificaram os protestos universitários como antissemitas, enquanto os críticos de Israel dizem que o país utiliza essas alegações para silenciar a oposição.
Segundo a universidade, conselheiros se reuniram durante a madrugada e tomaram a decisão de pedir auxílio policial. A instituição diz que acredita que o grupo que invadiu o prédio é liderado por “indivíduos não vinculados à universidade”.
Sobre os atos pró-Palestina, a universidade fez questão de deixar claro que a convocação da polícia não foi uma resposta à causa e sim aos atos. “Deixamos claro que a vida no campus não pode ser interrompida indefinidamente por manifestantes que violam as regras e a lei”, completou a nota.

Na última segunda-feira (29), autoridades do Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos, disseram que o homem identificado como Clarence Yoder (40), suspeito de chutar a perna de um bisão em uma estrada localizada a cerca de 11 km a leste da entrada oeste do parque, foi ferido pelo animal e depois foi preso. O caso ocorreu no dia 21 deste mês, enquanto o indivíduo estava alcoolizado.
Guardas florestais receberam “um relato de um indivíduo que assediou um rebanho de bisões e chutou um bisão na perna” e foram até a área do ocorrido. O veículo de Yoder foi encontrado perto da entrada oeste e o homem foi parado na cidade de West Yellowstone, em Montana.
Inicialmente, Yoder foi levado para um centro médico, onde teve seus ferimentos tratados, e depois foi encaminhado para o centro de detenção do Condado de Gallatin, em Bozeman, em Montana.

Manifestantes pró-Palestina e grupos contrários aos protestos entraram em confronto neste domingo (28), na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Manifestantes pró-palestinos se reuniram para protestar contra a guerra em Gaza. O grupo está acampado desde a semana passada, dentro do campus da universidade.
No domingo (28), um segundo grupo de pessoas que são contra os protestos e usam bandeiras de Israel durante a manifestação, derrubaram uma barreira que separava os dois lados.
“Grandes paixões de ambos os lados, e quando esses dois se unem, vemos confrontos”, relatou a repórter Camila Bernal, da CNN.
A vice-chanceler da escola para comunicações estratégicas, Mary Osako, confirmou em um comunicado que os manifestantes “romperam” uma barreira entre os grupos e que houve “brigas físicas” entre os manifestantes. “A UCLA tem uma longa história de ser um lugar de protesto pacífico, e estamos de coração partido com a violência que eclodiu”, diz o comunicado.
Desde a semana passada, os Estados Unidos foram tomados por protestos de professores e estudantes nas principais universidades do país. O grupo pede por um cessar-fogo imediato em Gaza e o rompimento de relações entre as instituições de ensino e empresas ligadas a Israel.
Os protestos são marcados por confrontos entre policiais e manifestantes. Mais de 300 já foram detidos desde o começo das ações dentro das universidades.
