


No último domingo (24), mais de 10 mil pessoas foram à praia de Cocoa, na Flórida, nos Estados Unidos, para participar de um concurso de fantasia de Papais Noéis, surfar fantasiadas ou os dois. O evento, denominado de Surfing Santas, teve início às 7h30.
De acordo com a CNN Brasil, às 8h30 começou a primeira rodada do concurso de fantasias, que incluía não apenas Papais Noéis, mas Mamães Noéis, duendes, renas, bonecos de neve, entre outros personagens. Às 10h, todos puderam surfar.
Os vencedores do evento levaram para casa uma câmera GoPro e outros prêmios.


A Comissão Federal de Comércio propôs na quarta-feira mudanças para reforçar a principal regra que protege a privacidade das crianças on-line, em uma das tentativas mais significativas do governo dos EUA para fortalecer a privacidade do consumidor em mais de uma década.
As alterações destinam-se a fortalecer as regras subjacentes à Lei de Proteção à Privacidade On-line das Crianças de 1998, uma legislação que restringe o rastreamento on-line de jovens por serviços como aplicativos de redes sociais, plataformas de videojogos e redes de publicidade digital.
Os reguladores disseram que as medidas “transfeririam o fardo” da segurança on-line dos pais para aplicativos e outros serviços digitais, ao mesmo tempo que restringiriam a forma como as plataformas podem usar e monetizar os dados das crianças.
As alterações propostas exigiriam que certos serviços on-line desativassem a publicidade direcionada para crianças com menos de 13 anos. Proibiriam os serviços on-line de utilizar dados pessoais, como o número do celular de uma criança, para induzir os jovens a permanecerem nas plataformas por mais tempo. Isso significa que os serviços on-line não poderão mais usar dados pessoais para bombardear crianças com notificações push.
As atualizações propostas também reforçariam os requisitos de segurança para os serviços on-line que recolhem dados de crianças, bem como limitariam o período de tempo que as plataformas poderiam manter essas informações.
E definiriam o recolhimento de dados dos jovens através de aplicações de aprendizagem e outros fornecedores de tecnologia educativa, permitindo que as escolas consentissem na coleta de dados pessoais das crianças apenas para fins educativos e não comerciais.
"As crianças devem poder brincar e aprender on-line sem serem monitoradas incessantemente por empresas que buscam acumular e monetizar seus dados pessoais", disse a presidente da FTC, Lina Khan, por meio de comunicado na quarta-feira.
Ela acrescentou: “Ao exigir que as empresas protejam melhor os dados das crianças, a nossa proposta impõe obrigações afirmativas aos prestadores de serviços e proíbe-os de terceirizar as suas responsabilidades para os pais”.
A COPPA é a lei federal central que protege as crianças on-line nos Estados Unidos, embora os membros do Congresso tenham tentado introduzir projetos de lei de segurança on-line mais abrangentes para crianças e adolescentes desde então.
De acordo com a lei COPPA, os serviços online destinados a crianças, ou àqueles que sabem que têm crianças na sua plataforma, devem obter a permissão dos pais antes de recolher, utilizar ou partilhar dados pessoais de um criança menor de 13 anos.
Para cumprir a lei, aplicativos populares como Instagram e TikTok têm termos de serviço que proíbem crianças menores de 13 anos de criar contas. Os apps de mídia social e de videogame geralmente pedem aos novos usuários que forneçam suas datas de nascimento.
Ainda assim, os reguladores apresentaram inúmeras queixas contra grandes empresas tecnológicas, acusando-as de não terem implementado sistemas eficazes de restrição de idade; mostrar anúncios direcionados a crianças com base no seu comportamento on-line sem permissão dos pais; permitir que estranhos entrem em contato com crianças online; ou manter os dados das crianças mesmo depois que os pais solicitaram que fossem excluídos.
Multas
Amazon, Microsoft, Google e sua plataforma YouTube, Epic Games, criadora do Fortnite, e TikTok, pagaram multas multimilionárias para resolver acusações de violação da lei.
A FTC propôs proteções mais fortes à privacidade das crianças em um contexto de crescente preocupação pública sobre os potenciais riscos para a saúde mental e a segurança física que os serviços on-line populares podem representar para os jovens online.
Pais, pediatras e grupos infantis alertam que os sistemas de recomendação de conteúdo nas redes sociais têm mostrado rotineiramente conteúdo impróprio que promove automutilação, distúrbios alimentares e cirurgia plástica para meninas. E alguns funcionários escolares temem que as plataformas de mídia social distraiam os alunos em sala de aula.
Os estados aprovaram este ano mais de uma dúzia de leis que restringem o acesso de menores a redes sociais ou sites de pornografia. Grupos comerciais da indústria processaram com sucesso para bloquear temporariamente várias dessas leis.

Os Estados Unidos divulgaram, na sexta-feira (22), informações desclassificadas (retiradas de sigilo) recentemente que sugerem que o Irã esteve “profundamente envolvido no planejamento das operações contra navios comerciais no Mar Vermelho”, disse a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, a Adrienne Watson, à CNN.
Os rebeldes Houthi apoiados pelo Irã lançaram mais de 100 ataques contra cerca de uma dúzia de navios comerciais e mercantes que transitavam pelo Mar Vermelho nas últimas quatro semanas, informou anteriormente a CNN.
As informações de inteligência recentemente desclassificadas sugerem que “o apoio iraniano durante a crise de Gaza permitiu aos Houthis lançar ataques contra Israel e alvos marítimos, embora o Irã tenha frequentemente transferido a autoridade de tomada de decisão operacional para os Houthis”, destacou Watson.
Na terça-feira (19), um militar de alta patente dos EUA afirmou que os iranianos estão operando no Mar Vermelho, após ter sido questionado se o Irã está ajudando os Houthis a selecionar alvos. Mas esse agente pontuou que os ataques Houthi foram amplamente indiscriminados.
“O Irã tem a opção de fornecer ou reter este apoio, sem o qual os Houthis teriam dificuldade em localizar e atacar de maneira eficaz os navios comerciais que navegam nas rotas marítimas através do Mar Vermelho e do Golfo de Aden”, explicou Watson.
A inteligência também sugere que os iranianos forneceram sistemas de monitoramento aos Houthis que permitem operar no espaço marítimo, adicionou a porta-voz.
“A inteligência tática fornecida pelo Irã tem sido fundamental para permitir que os Houthi ataquem embarcações marítimas desde que o grupo iniciou os ataques em novembro”, acrescentou ela.
Problemas na economia
O Mar Vermelho tem uma das rotas comerciais marítimas mais importantes do mundo, e os ataques tiveram grande repercussão, com ao menos 44 países tendo ligações a navios atacados pelos Houthis. Além disso, o comércio internacional em geral foi afetado.
Os ataques aumentaram desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, desencadeada pelo ataque terrorista de 7 de Outubro que matou cerca de 1.200 pessoas em Israel.
À medida que Israel intensificava a sua ofensiva, os Houthis começaram a atacar navios, que acusavam de apoiar o esforço de guerra de Israel, embora várias empresas atingidas tenham dito que não têm qualquer ligação com Israel ou com a guerra.
Algumas das maiores companhias do mundo, incluindo a gigante petrolífera BP e a empresa de transporte marítimo Maersk, anunciaram que iriam suspender as suas operações no Mar Vermelho devido aos contínuos ataques aos navios nas últimas semanas.
Os preços do petróleo e do gás subiram acentuadamente após o anúncio da BP.
Os Houthis, um dos grupos envolvidos na guerra civil brutal que dura há uma década no Iémen, disseram que os seus ataques são uma retaliação à campanha militar de Israel contra Gaza. No entanto, nem todos os navios visados pelo grupo têm ligações diretas com Israel.
Os Houthis fizeram atualizações graduais em seu armamento e poder de fogo e atacaram navios comerciais usando drones e mísseis anti-navio.
Um porta-voz Houthi afirmou à rede de notícias Al Jazeera no início desta semana que o grupo enfrentaria qualquer coalizão liderada pelos EUA no Mar Vermelho.

O líder norte-coreano, Kim Jong-un, prometeu acelerar o desenvolvimento nuclear do seu país e alertou os Estados Unidos para não tomarem "uma decisão errada", um dia após supervisionar o lançamento do míssil balístico intercontinental mais poderoso do país. As informações foram divulgadas pela mídia estatal nesta terça-feira.
“Uma manobra de lançamento do ICBM Hwasong-18 foi realizada como uma importante ação militar, para mostrar claramente aos inimigos a vontade esmagadora de reagir e a força incomparável das forças nucleares estratégicas norte-coreanas”, indicou a agência KCNA.
O Hwasong-18, maior míssil do arsenal norte-coreano, voou pouco mais de mil quilômetros e demonstrou “a capacidade de combate do ICBM”, acrescentou.
Kim disse que o lançamento do míssil, capaz de atingir o território dos EUA, envia um “sinal claro às forças hostis” e “coloca em marcha novas tarefas importantes para o desenvolvimento das forças nucleares estratégicas” da Coreia do Norte.
Ele garantiu que o lançamento demonstra as opções do país, caso os Estados Unidos “tomem uma decisão errada [contra o país]”.
“A manobra bem-sucedida é uma demonstração prática da condição atual e da confiabilidade do formidável ataque de guerra nuclear e das capacidades de dissuasão nas mãos das forças armadas” da Coreia do Norte, acrescentou Kim, citado pela KCNA.
Os militares sul-coreanos disseram, na segunda-feira, que o Norte disparou um ICBM de combustível sólido, o que torna os mísseis mais fáceis de transportar e mais rápidos de disparar do que os de combustível líquido.
A KCNA divulgou fotos de Kim acompanhado de sua filha, vestida com uma jaqueta de pele rosa, enquanto supervisionava o lançamento.

O Congresso dos Estados Unidos votou nesta quarta-feira (13) pela abertura de um processo de impeachment do presidente Joe Biden. Os republicanos, que detêm a maioria na Câmara dos Deputados desde janeiro, acusam Biden de usar sua influência quando era vice-presidente de Barack Obama (2009-2017) para permitir que seu filho fizesse negócios obscuros na China e na Ucrânia.
— Joe Biden mentiu repetidamente para o povo americano — acusou o chefe da comissão de investigação, senador James Comer, no plenário da Câmara.
O presidente, seu filho, Hunter Biden, e o Partido Democrata negam as alegações.
— Em vez de fazer seu trabalho, eles preferem desperdiçar seu tempo com essa chicana política sem fundamento que até mesmo os republicanos no Congresso reconhecem que não é apoiada por fatos — reagiu Joe Biden em uma declaração minutos após a votação.
As chances de destituição são praticamente nulas, mas a investigação pode se tornar uma dor de cabeça para a Casa Branca antes da eleição presidencial de novembro de 2024, na qual o democrata será candidato à reeleição.
Mais cedo, Hunter, de 50 anos, reconheceu diante do Congresso ter cometido erros em sua vida, marcada por um passado de vícios e acusações em dois processos judiciais. No entanto, acusou "os trumpistas" de tentar "desumanizá-lo" para "prejudicar" seu pai, e se recusou a participar de uma audiência a portas fechadas organizada pelos republicanos, que o convocaram ao Capitólio nesta quarta-feira.
— Meu pai nunca esteve envolvido financeiramente em meus negócios — disse Hunter Biden em uma entrevista coletiva nesta quarta-feira.
Biden sempre apoiou seu filho, repetindo que tem orgulho dele.

A Embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, no Iraque, foi alvo de um ataque com foguetes nesta sexta-feira (8). Sirenes foram acionadas com alertas para que as pessoas se protegessem.
Explosões foram ouvidas nos arredores da embaixada durante a madrugada. De acordo com a AFP, os foguetes caíram perto de edifícios diplomáticos e do governo na chamada Zona Verde de Bagdá, que é altamente protegida.
Até a publicação desta reportagem nenhum grupo havia assumido a responsabilidade do ataque. Também não há relatos de estragos ou feridos.
Em outubro, bases militares dos Estados Unidos foram alvos de ataques no Iraque por parte de grupos armados muçulmanos. No entanto, nenhuma sede diplomática havia sido atacada até então.
Os ataques acontecem em um contexto de tensão no Oriente Médio, com a guerra entre Israel e o Hamas.

Nesta terça-feira (5), a Polícia Federal (PF) deu início a uma operação que visa cumprir diversos mandados judiciais, não apenas no Brasil, mas nos Estados Unidos e no Paraguai, contra um grupo suspeito de negociar a compra e venda de 43 mil armas para os chefes das maiores facções criminosas do país.
A ação conta com a participação do Grupo de Investigações Sensíveis (Gise) da Bahia, vinculado à Coordenação-Geral de Polícia de Repressão a Drogas e Facções Criminosas (CGPRE), da PF. 52 mandados de busca e apreensão, 25 de prisão e seis de prisão temporária devem ser cumpridos.
Segundo a CNN Brasil, o principal alvo da Polícia Federal é o maior contrabandista de armas da América do Sul, que está no Paraguai. Segundo foi apurado pela PF, o grupo investigado já movimentou R$ 1,2 bilhão com a entrega das armas.
A investigação teve início em 2020, depois da PF descobrir a origem de armas e munições apreendidas no interior da Bahia. Nesse período, 67 apreensões foram feitas, com o total de 659 armas apreendidas no Brasil, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Ceará.

A diretora do Gabinete de Gestão e Orçamento da Casa Branca, Shalanda Young, informou ao presidente da Câmara, Mike Johnson, que, até o final do ano, os recursos para adquirir mais armas e equipamentos para a Ucrânia devem acabar. Isso acontecerá caso não ocorra uma ação do congresso no sentido de aprovar uma legislação para a continuação do financiamento da defesa ucraniana.
Young disse que a não aprovação do financiamento para a assistência a Kiev iria prejudicar as forças de defesa, “não só colocando em risco os ganhos que a Ucrânia obteve, mas aumentando a probabilidade de vitórias russas”.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pretende aprovar um pacote de ajuda com quase US$ 106 bilhões, não apenas para a Ucrânia, mas também para Israel e outras necessidades. O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, declarou que os aliados ocidentais devem permanecer dando apoio ao oponente da Rússia.
“As guerras se desenvolvem em fases. Temos de apoiar a Ucrânia tanto nos bons como nos maus momentos”, afirmou.
Apesar disso, o Capitólio, faz resistência a Biden.

No último sábado (2), a Coreia do Norte, através da mídia estatal KCNA, disse que qualquer interferência ou ataque dos Estados Unidos aos seus “ativos espaciais” será “uma declaração de guerra”. Há menos de duas semanas, a capital do país, Pyongyang, informou que lançou seu primeiro satélite de reconhecimento no espaço.
“A deplorável hostilidade da Força Espacial dos EUA em relação ao satélite de reconhecimento da RPDC [República Popular Democrática da Coreia] não pode ser ignorada, pois nada mais é do que um desafio à soberania da RPDC e, mais precisamente, uma declaração de guerra contra ele”, disse o Ministério da Defesa em comunicado.
A capital norte-coreana afirmou que o satélite lançado é de reconhecimento e que não é considerado uma arma especial, pois suas características técnicas são destinadas à observação. Os países vizinhos da RPDC, entretanto, consideram o satélite uma violação de uma resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), que proíbe a Coreia do Norte de usar tecnologia de mísseis balísticos.
Pyongyang advertiu que, caso seu satélite seja considerado uma “ameaça militar” que “deve ser eliminada”, também deverá destruir os “incontáveis satélites espiões dos EUA, que sobrevoam diariamente a região da península”.
Após o lançamento do satélite norte-coreano, o primeiro satélite espião da Coreia do Sul também foi colocado em órbita, com a ajuda da SpaceX, de Elon Musk.

Um estudo publicado na revista científica Cell Death & Differentiation e desenvolvido por cientistas da Universidade da Califórnia em Davis (UCD) e da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos da América (EUA), descreve que talvez seja possível desenvolver um tratamento para os problemas que envolvem tumores cancerígenos.
Segundo os envolvidos, foi encontrado um epítopo do receptor CD95, capaz de “orientar” células cancerígenas a se autodestruírem. O CD95 é uma das chaves para matar as células. Um novo estudo deve auxiliar em novas pesquisas, que devem mostrar como ele pode ser utilizado contra as células cancerígenas.
“Esforços anteriores para atingir este receptor não tiveram sucesso. Mas agora que identificamos este epítopo, pode haver um caminho terapêutico para atingir o Fas em tumores. Estes são frequentemente chamados de tumores frios porque as células imunológicas simplesmente não conseguem penetrar nos microambientes para proporcionar um efeito terapêutico”, disse o imunologista e autor sênior do estudo, Jogender Tushir-Singh.
O epítopo é o sinal na superfície de uma molécula e, de modo geral, faz parte de uma proteína. O sistema imunológico humano o identifica como um anticorpo receptor de células B ou T.
Ao interagir com o epítopo, as células se transformam em uma “bomba relógio”, ativando as proteínas do corpo. Assim, no CD95, o epítopo pode levar a uma morte celular programada e ajudar no combate ao câncer.
