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Momentos antes de um adolescente de 13 anos ser morto pela polícia após reagir a abordagem em Utica, Nova York
Departamento de polícia da cidade de Utica

O departamento de polícia da cidade de Utica, em Nova York, divulgou no sábado (29) imagens de uma câmera corporal mostrando um policial atirando contra um adolescente depois que ele fugiu da abordagem e mostrou o que a polícia acreditava ser uma arma de fogo. O caso ganhou ampla repercussão.

Um policial foi visto realizando compressões torácicas no menino após ele ser baleado na sexta-feira (28).

A Reuters conseguiu localizar o vídeo através de edifícios próximos, traçados de estradas e vegetação que correspondiam a imagens de satélite e vistas de ruas. O vídeo corroborante mostrou a mesma cena. A Reuters conseguiu confirmar a data deste vídeo a partir da data e hora registradas no vídeo.

O adolescente foi identificado como Nyah Mway, de 13 anos, disse a polícia de Utica em uma declaração em sua página do Facebook.

De acordo com a mídia dos EUA, a família de Nyah é formada por refugiados que pertencem a um grupo étnico de Mianmar.

O chefe de polícia de Utica, Mark Williams, disse em uma entrevista coletiva no sábado que a arma do menino foi posteriormente determinada como sendo uma réplica de pistola Glock 17 com um carregador destacável, que ele descreveu como uma arma de chumbinho.

A polícia de Utica disse em seu comunicado que duas investigações estavam sendo conduzidas e esperava que “um processo de investigação imparcial, justo e completo” respondesse a quaisquer questões restantes.

 

Joe Biden | Foto: Saul Loeb / AFP

Depois do debate entre Joe Biden e Donald Trump na CNN, na última quinta-feira (27), uma autoridade da Casa Branca disse que “todos estão desanimados” depois do desempenho do atual presidente americano.

“Muitos estão trabalhando em casa ou não foram ao escritório hoje”, disse a autoridade, de nome não revelado, à CNN. “Já estamos todos lamentando. Não há razão para fazer isso em uma mesa”, continuou.

O desempenho de Biden no debate foi criticado até mesmo por membros do partido Democrata, que levantaram discussões sobre ele continuar sendo o candidato do partido nas eleições dos Estados Unidos, em novembro.

“Biden parece e soa terrível. Ele é incoerente”, disse uma integrante dos democratas que trabalhou no atual governo.

Donald Trump e Joe Biden no 1º debate presidencial das eleições de 2024, nos Estados Unidos — Foto: Gerald Herbert/AP

Com troca de ataques pessoais e em tom agressivo, o presidente dos EUA, Joe Biden, e o ex-presidente Donald Trump- fizeram na quinta-feira (27) o primeiro debate presidencial das eleições no país, que acontecem em novembro deste ano.

O enfrentamento durou cerca de 1h40 e os dois adversários se dedicaram a criticar os governos alheios, principalmente em pontos como imigração, guerra e economia -- esta foi a primeira vez que um presidente e um ex-presidente ficaram cara a cara em um debate eleitoral nos EUA.

Inflação

Joe Biden foi questionado sobre a diminuição do poder de compra no país e o democrata culpou o antecessor Trump. "A gente tem que pensar na economia que recebi do presidente Trump, tínhamos uma economia que estava em queda livre", afirmou Biden."Estava tudo um caos. Tivemos que restabelecer a situação".

Trump rebateu e afirmou que sua gestão teve a melhor economia dos Estados Unidos, além de ter ajudado o país a sair da "bagunça" causada pela covid. O republicano disse ainda que as políticas econômicas de Biden favoreceram somente imigrantes ilegais.

Aborto

O ex-presidente Donald Trump disse ser a favor da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos para manter a distribuição de pílulas abortivas para as mulheres do país. É a primeira vez que o republicano fala abertamente sobre sua posição a respeito da posição da Corte. O republicano disse que, “em seu coração”, apoia a interrupção da gravidez em casos de estupro e incesto.

Joe Biden discordou de Trump e disse que é “ridículo” pensar que os parlamentares devem decidir sobre a saúde das mulheres. “Isso deve ser uma decisão médica”, disse o democrata. Trump ainda acusou os democratas de defender a interrupção avançada do aborto, até depois do parto. Biden negou a declaração de Trump, apontando que ela era mentirosa.

Imigrantes

O ex-presidente Donald Trump voltou a afirmar que, se eleito, terá um programa massivo de deportação de imigrantes ilegais. "Nós temos que tirar essas pessoas e rapidamente", afirmou o republicano ao confrontar a política de imigração de Joe Biden.

Segundo Trump, o democrata pegou uma das "fronteiras mais seguras da história do país" e decidiu abrir "para pessoas que vieram de prisões, hospitais psiquiátricos, sanatórios, terroristas".

Biden, por outro lado, acusou Trump de separar "bebês de suas mães, colocando-os em gaiolas" com a política de imigração do seu governo.

Questões pessoais

Biden  lembrou que Trump foi recentemente condenado pela Justiça por ter fraudado registros financeiros para comprar o silêncio da ex-atriz pornô Stormy Daniels. “O único homem condenado agora neste palco é ele”, disse Biden.

“O filho dele foi condenado”, retrucou Trump, em referência a Hunter Biden condenado por mentir sobre o uso de drogas ao comprar arma. “E ele vai ser condenado quando sair da presidência dos Estados Unidos. Eu não fiz nada. É um sistema manipulado. Não fiz sexo com uma estela pornô”, disse Trump, alegando, novamente, que a decisão foi manipulada e que o juiz era democrata.

Resultado

O ex-presidente Donald Trump foi questionado três vezes pelos moderadores do debate, promovido pela rede CNN, se aceitaria o resultado das eleições, qualquer que seja. O republicano, que colocou em dúvida, sem provas, a vitória do presidente Joe Biden em 2020, disse que aceitará o resultado se as eleições forem “justas e livres”.

Por sua vez, o atual presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, provocou Trump, relembrando a derrota de 2020: “Quando você perdeu, foi a todos os estados mentindo. Você é um chorão. Duvido que vá aceitar a derrota”, disse. O democrata disse que não há evidência de fraude no último pleito.

Meio ambiente

Questionado se tomaria alguma ação para enfrentar as mudanças climáticas caso seja eleito, o ex-presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos tiveram a "água limpa e imaculada” e “ar absolutamente limpo” durante seu mandato. "Eu tive os melhores números ambientais de todos os tempos”, afirmou.

"Ele não fez nada pelo meio ambiente”, rebateu Biden. “Não sei onde diabos ele esteve. Ele saiu do Acordo de Paris. Ele não fez nada pela mudança climática".

Guerras

A guerra na Ucrânia foi mais um ponto de divergência entre o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o ex-presidente Donald Trump durante o primeiro debate presidencial das eleições de novembro no país.

"Acho que Biden incentivou a Rússia. O trabalho que ele fez no Afeganistão foi tão vergonhoso que ele incentivou a Rússia", disse. "Putin nunca teria invadido a Ucrânia. Assim como Israel nunca teria sido invadido pelo Hamas. Agora o mundo todo está explodindo".

O ex-presidente voltou a afirmar ainda que irá encerrar a guerra na Ucrânia caso seja eleito, mas não disse como. Biden o chamou de mentiroso e o acusou de querer sair da Otan.

Idade

Muito se falou nas últimas semanas sobre a condição física de Biden e os lapsos de memória de Trump relatados em uma biografia. Donald Trump tem 78 anos, e Joe Biden 81. Mas os dois garantiram que estão bem.

Estação Espacial Internacional | Foto: Reuters

Agências Especiais americanas informaram que o satélite russo de observação RESURS-P1, desativado em 2022, mas ainda em órbita, acabou se partindo em mais de 100 pedaços durante a noite da última quarta-feira (26), obrigando astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS, no inglês) a se abrigarem. Não se sabe o que causou a divisão do satélite.

Os astronautas americanos na ISS ficaram abrigados em sua espaçonave por cerca de uma hora, segundo o escritório da Estação Espacial da Nasa.

“O USSPACECOM não observou ameaça imediata e continua a realizar avaliações conjuntas de rotina para apoiar a segurança e a sustentabilidade do domínio espacial”, disse o Comando Espacial americano em um comunicado.

Julian Assange conversa com a esposa, Stella, antes de pousar na Austrália | X/Twitter/Reprodução

O jornalista Julian Assange, fundador do WikiLeaks, desembarcou em Canberra, capital da Austrália, nesta quarta-feira (26). Após mais de cinco anos preso em Londres (Reino Unido), o ativista ganhou liberdade ao firmar acordo com a Justiça dos Estados Unidos.

Na terça (25), em um tribunal nas Ilhas Marianas do Norte, território livremente associado aos EUA, Assange se declarou culpado da acusação de conspiração para obter e vazar documentos secretos do sistema de defesa norte-americano.

Assim, o jornalista foi condenado por espionagem, mas solto por causa do acordo com o Departamento de Justiça dos EUA.

Depois do julgamento, Assange saiu do tribunal de Saipan, maior das Ilhas Marianas do Norte, já em liberdade e embarcou para a Austrália.

Lula comemorou

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, comemorou nesta terça-feira (25) a soltura do fundador do WikiLeaks.

"Ninguém que acredita na democracia pode permitir que alguém que deu uma contribuição tão importante à causa da liberdade seja punido por fazê-lo. Assange, repito, é um defensor da democracia e deveria ser libertado imediatamente", afirmou Lula em um trecho do texto.

Assim como o presidente brasileiro, outros líderes mundiais também reagiram à libertação de Assange.

Foto: KVVU

Nesta terça-feira (25), a polícia de Las Vegas, nos Estados Unidos, capturou um homem identificado como Adams (57), suspeito de atirar e matar cinco pessoas em um complexo de apartamentos na última segunda-feira (24). O motivo para o tiroteio e as circunstâncias da prisão não foram informados pela polícia.

Entre os mortos estão quatro mulheres e um homem. Os nomes das vítimas não foram divulgados.

Durante o crime, uma menina de 13 anos também foi baleada e está em estado crítico.

Foto: ilustração

Recentemente, depois de ser condenado à morte e passar 20 anos preso, Kerry Max Cook (68) foi inocentado pelo Tribunal de Apelações Criminais do Texas. O homem foi acusado de estuprar, matar e mutilar a jovem Linda Jo Edwards (21), em Tyler, no Texas, em 1977. Na época, Cook residia no mesmo complexo de apartamentos que a vítima e suas impressões digitais foram encontradas na porta da vítima.

Em 1979, o acusado foi condenado à morte pela primeira vez, mas a sentença foi anulada depois. Em 1992, houve um segundo julgamento, mas não se chegou a um veredito unânime. Em 1994, Cook foi novamente condenado à morte, mas a decisão foi anulada dois anos depois, em 1996, pelo Tribunal de Apelações Criminais do Texas, que viu má conduta por parte da polícia e dos promotores.

Ao longo da análise do caso foi verificada uma série de erros e inconsistências. Por exemplo, um dos presos do condado de Smith disse que Cook havia confessado o crime a ele, mas depois admitiu que tinha mentido em troca de uma redução de pena. Especialistas também afirmaram que as impressões digitais na porta de Linda não eram recentes.

Em 1999, testes de laboratório indicaram que os vestígios de DNA encontrados nas roupas íntimas de Edwards não coincidiam  com as do acusado. Nesse mesmo ano, o homem ainda foi condenado a cumprir 20 anos de prisão, mas como já havia cumprido esse tempo de encarceramento, foi solto.

A condenação, entretanto, foi retirada apenas hoje.

“Este caso está repleto de alegações de má conduta do Estado que justificam a anulação da condenação do requerente”, declarou o juiz Bert Richardson em sua decisão. Segundo ele, provas favoráveis a Cook foram ocultadas e outras evidências se mostraram falsas.

Porta-aviões Theodore Roosevelt | Foto: Song Kyung-Seok/Pool via Reuters

Neste sábado (22), um porta-aviões americano com propulsão nuclear chegou à cidade sul-coreana de Busan. O “Theodore Roosevelt”, como é chamada a embarcação, deve participar de exercícios militares em conjunto ao Japão e à Coreia do Sul, segundo as autoridades da Marinha americana.

As atividades realizadas envolverão exercícios de guerra marítimos, anti-submarinos e de defesa aérea. “A intenção é melhorar a interoperabilidade entre nossas Marinhas e garantir que estejamos prontos para responder a qualquer crise ou contingência”, disse o contra-almirante americano Christopher Alexander, comandante do Carrier Strike Group Nine.

O Theodore Roosevelt servirá como o navio de comando dos exercícios.

Em agosto de 2023, os líderes dos EUA, da Coreia do Sul e do Japão concordaram em realizar treinamentos militares anuais, visando projetar unidade diante do poder cada vez maior da China e de ameaças nucleares da Coreia do Norte.

Foto: reprodução/X

12 dirigentes da empresa russa Kaspersky Lab, voltada para a área de cibersegurança, sofreram sanções dos Estados Unidos um dia depois do país proibir a venda do antivírus da empresa, por razões de segurança nacional. O porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller, disse que a empresa está sob controle do governo russo, que poderia acabar obtendo dados sensíveis dos cidadãos americanos.

“A ação empreendida hoje contra a direção de Kaspersky Lab ressalta nosso compromisso de garantir a integridade de nosso ciberespaço e de proteger a nossos cidadãos contra as ameaças cibernéticas maliciosas”, disse o subsecretário do Departamento do Tesouro para questões de terrorismo e inteligência financeira, Brian Nelson. “Os Estados Unidos tomarão medidas quando necessário para responsabilizar quem tente facilitar ou permitir estas atividades”, afirmou.

Agora, a Kaspersky pode realizar determinadas atividades até o dia 29 de setembro, para que os clientes encontrem outras alternativas. Em resposta, a Rússia denunciou a “concorrência desleal” de Washington.

Imagem: Dado Ruvic/Ilustração/Reuters

Nesta segunda-feira (17), o YouTube anunciou que permitirá que os usuários adicionem “notas” que fornecerão um contexto “relevante, oportuno e fácil de entender” para alguns de seus vídeos. Através disso, os comentários feitos poderão esclarecer quando uma música é uma paródia ou quando há uma nova versão de um produto analisado em determinado vídeo, por exemplo.

A fase inicial de testes será feita com usuários e criadores de conteúdos. O recurso será lançado inicialmente para dispositivos móveis nos Estados Unidos, e avaliadores externos classificarão a utilidade das notas. Com isso, o YouTube poderá treinar os sistemas antes de um possível lançamento mais amplo.

Nos EUA, os usuários já começarão a ver notas nos vídeos a partir das próximas semanas e meses, de maneira gradual.

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