Renan, Lira e Isnaldo estão na lista- Reprodução

Um levantamento divulgado nesta sexta-feira (28) aponta quem são os cem parlamentares mais influentes do país, entre os 513 deputados federais e 81 senadores em mandato no mês de junho — assim, não estão incluídos na lista aqueles que se licenciaram para ocupar cargos nos Executivos federais, estaduais ou municipais, por exemplo. O trabalho é feito periodicamente no Congresso pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), desde 1994.

Entre os cem congressistas mais influentes, há 69 deputados federais e 31 senadores. Entre os cem nomes eleitos pelo órgão, aparecem o senador Renan Calheiros e os deputados alagoanos Arthur Lira (PP) e Isnaldo Bulhões (MDB).  O Diap considera como "cabeças" do Congresso Nacional os políticos que reúnem qualidades como "capacidade de conduzir debates, negociações, votações, movimentos e formulações", seja "pelo saber" ou pelo "senso de oportunidade".

O Sudeste é a região com mais parlamentares na relação elaborada pelo Diap, com 39 nomes. Na sequência, vêm Nordeste (38), Norte (10), Sul (8) e Centro-Oeste (5). Veja os cem parlamentares mais influentes, em ordem alfabética. 

  1. Deputada Adriana Ventura (Novo-SP)
  2. Deputado Aécio Neves (PSDB-MG)
  3. Deputado Afonso Motta (PDT-RS)
  4. Deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)
  5. Deputado Alencar Santana (PT-SP)
  6. Deputado Aliel Machado (PV-PR)
  7. Deputado Altineu Cortês (PL-RJ)
  8. Deputado André Figueiredo (PDT-CE)
  9. Senador Ângelo Coronel (PSD-BA)
  10. Deputado Antonio Brito (PSD-BA)
  11. Deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP)
  12. Deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)
  13. Deputado Arthur Lira (PP-AL)
  14. Deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE)
  15. Deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ)
  16. Deputado Baleia Rossi (MDB-SP)
  17. Senador Beto Faro (PT-PA)
  18. Deputada Benedita da Silva (PT-RJ)
  19. Deputada Bia Kicis (PL-DF)
  20. Senador Carlos Portinho (PL-RJ)
  21. Deputado Carlos Zarattini (PT-SP)
  22. Senador Ciro Nogueira (PP-PI)
  23. Senador Confúcio Moura (MDB-RO)
  24. Deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA)
  25. Senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB)
  26. Deputado Danilo Forte (União Brasil-CE)
  27. Senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)
  28. Deputado Doutor Luizinho (PP-RJ)
  29. Deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE)
  30. Deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP)
  31. Senador Eduardo Braga (MDB-AM)
  32. Senador Eduardo Gomes (PL-TO)
  33. Senador Efraim Filho (União Brasil-PB)
  34. Senadora Eliziane Gama (PSD-MA)
  35. Deputado Elmar Nascimento (União Brasil-BA)
  36. Deputada Erika Hilton (PSOL-SP)
  37. Deputada Erika Kokay (PT-DF)
  38. Deputado Eunício Oliveira (MDB-CE)
  39. Deputado Felipe Carreras (PSB-PE)
  40. Deputado Fernando Coelho Filho (União Brasil-PE)
  41. Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
  42. Deputado Gervásio Maia (PSB-PB)
  43. Deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR)
  44. Deputado Guilherme Boulos (PSol-SP)
  45. Deputado Hugo Leal (PSD-RJ)
  46. Deputado Hugo Motta (Republicanos-PB)
  47. Senador Humberto Costa (PT-PE)
  48. Deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL)
  49. Deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
  50. Senador Jaques Wagner (PT-BA)
  51. Senador Jorge Kajuru (PSB-GO)
  52. Deputado José Guimarães (PT-CE)
  53. Deputado Júlio Lopes (PP-RJ)
  54. Senador Laércio Oliveira(PP-SE)
  55. Deputado Lincoln Portela (PL-MG)
  56. Deputado Lindbergh Farias (PT-RJ)
  57. Deputada Laura Carneiro (PSD-RJ)
  58. Deputado Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR)
  59. Deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP)
  60. Deputado Luiz Gastão (PSD-CE)
  61. Deputada Luiza Erundina (PSol-SP)
  62. Deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP)
  63. Deputada Maria do Rosário (PT-RS)
  64. Senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR)
  65. Deputado Mendonça Filho (União Brasil-PE)
  66. Deputado Nikolas Ferreira (PL-MG)
  67. Deputado Odair Cunha (PT-MG)
  68. Senador Omar Aziz (PSD-AM)
  69. Deputado Orlando Silva (PCdoB-SP)
  70. Senador Otto Alencar (PSD-BA)
  71. Deputado Pastor Henrique Vieira (PSol-RJ)
  72. Deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP)
  73. Deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG)
  74. Senador Paulo Paim (PT-RS)
  75. Deputado Pedro Lupion (PP-PR)
  76. Deputado Pedro Paulo (PSD-RJ)
  77. Senadora Professora Dorinha Seabra (União Brasil -TO)
  78. Senador Randolfe Rodrigues (Sem Partido-AP)
  79. Deputado Reginaldo Lopes (PT-MG)
  80. Senador Renan Calheiros (MDB-AL)
  81. Deputada Renata Abreu (Podemos-SP)
  82. Deputado Renildo Calheiros (PCdoB-PE)
  83. Senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  84. Senador Rogério Carvalho (PT-SE)
  85. Deputado Rogério Correia (PT-MG)
  86. Senador Rogério Marinho (PL-RN)
  87. Deputado Romero Rodrigues (Podemos-PB)
  88. Deputado Rubens Pereira Junior (PT-MA)
  89. Deputado Rui Falcão (PT-SP)
  90. Deputada Tabata Amaral (PSB-SP)
  91. Senadora Tereza Cristina (PP-MS)
  92. Deputado Túlio Gadêlha (Rede-PE)
  93. Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)
  94. Senador Wellington Fagundes (PL-MT)
  95. 95. Deputado Wellington Roberto (PL-PB)
  96. 96. Senador Weverton Rocha (PDT-MA)
  97. Deputado Zé Neto (PT-BA)
  98. Deputado Zé Silva (Solidariedade-MG)
  99. Deputado Zeca Dirceu (PT-PR)
  100. Senador Zequinha Marinho (Podemos-PA)

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (ao centro) ao lado dos presidentes do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), à esquerda, e o da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), à direita — Foto: Cristiano Mariz/O Globo

Sob pressão para equilibrar as contas do governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o poder que o Congresso tem sobre o Orçamento da União e admitiu que o Executivo está "fragilizado" em relação à definição de como gastar o dinheiro público. O petista, contudo, comemorou o que chamou de vitórias da sua gestão nesse campo, como a PEC da Transição e a Reforma Tributária.

— A verdade nua e crua é que depois da experiência do governo passado o Congresso se empoderou demais e na minha opinião o poder Executivo tem ficado fragilizado na arte de exercer o orçamento da União. Esse é o dado concreto e todo mundo sabe disso — afirmou Lula em entrevista a rádio CBN.

Sem citar o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que foi orientado a não falar o nome de seu antecessor, Lula disse que o Governo passado não se preocupava com o orçamento e deixou "o Congresso fazer o quisesse":

— "Ele deixou o (Paulo) Guedes fazer o que quisesse na economia e ele deixou o Congresso fazer o que quisesse, ele não se preocupava com o orçamento, o orçamento era do Congresso" — afirmou.

Em seguida, o presidente afirmou que sua gestão tem conseguido implementar mudanças na relação com os parlamentares e obteve vitórias na aprovação da PEC da Transição e da Reforma Tributária, mas ponderou que isso não ocorre "na rapidez" que ele quer:

- "O que conseguimos mudar, primeiro, temos conseguido conversar muito com o Congresso. Os ministros, os líderes e eu tenho conversado muito. A gente tem feito a coisa andar, nem sempre com a rapidez com que a gente quer. É importante levar em conta que muitas vezes o Congresso tem contribuído, aprovar a PEC da Transição foi algo extraordinário, aprovar a política tributária com a pressa que o Congresso aprovou foi extraordinário para nós. Nós agora esperamos que haja a regulamentação"- afirmou.

Senadora Margareth Buzetti (PSD-MT)(PLP) - (crédito: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

Após o Congresso confirmar o fim das saidinhas, com a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Senado entra em uma nova fase para tentar um endurecimento maior do Código Penal e da Constituição, em tópicos relacionados à segurança pública.

A senadora Margareth Buzetti (PSD-MT) protocolou um pacote com dois projetos de leis, uma proposta de emenda constitucional (PEC) e um projeto de lei complementar (PLP) com o objetivo de alterar a competência sobre presídios, endurecer o tratamento dado a líderes de organizações criminosas e modificar a Lei de Execuções Penais.

O pacote chama atenção por acarretar em medidas impopulares, como o fim do regime semiaberto, o aumento do tempo de internação para menores infratores e a alteração da competência sobre a administração de presídios, que passaria da União para os estados.

Todos os projetos já estão tramitando no Senado e, com exceção da PEC, foram designados os relatores. A articulação da relatoria foi encabeçada por Buzetti, que busca uma aceitação entre a ala governista, geralmente contrária a esse tipo de proposta.

Conheça as propostas

PL 839/2024

PL 844/2024

PEC 8/2024

PLP 28/2024

 

Vice-presidente da República, Geraldo Alckmin | Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O vice-presidente Geraldo Alckmin atribuiu a dificuldade do governo no Congresso, evidenciada nesta semana com uma série de derrotas para o Planalto, ao excesso de partidos existentes no Brasil.

Com votos inclusive do PT e de partidos da base, o Congresso derrubou da decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de impedir restrições à saída temporária de presos no regime semiaberto e a manteve do veto que dificulta a punição para a disseminação de fake news de caráter eleitoral, medida tomada ainda pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

"É muito partido, muita fragmentação partidária, o que dificulta a governabilidade. Temos que ter menos partidos, mais programáticos. Com o tempo, isso vai corrigir, porque cada eleição a cláusula de barreira sobe e vão diminuindo o número de partidos. Acho que os temas principais o governo aprovou, até a reforma tributária, que é dificílima" — afirmou Alckmin em entrevista à Band News.

Alckmin também afirmou que enxerga o resultado da votação do veto sobre a saidinha dos presos como um voto "individual" e de "convicção pessoal" e citou como o exemplo o caso do senador Aécio Neves (PSDB-MG), da oposição. O tucano votou favorável a manutenção do veto.

"Defendo a tese do presidente Lula. Aliás, o senador Aécio Neves, que foi governador, que é da oposição, também defendeu. Quem foi governador sabe que é importante você manter o laço de família e o preso que sai, já está para sair. E 95% volta, o que mostra que ele está se preparando para voltar ao convívio com a sociedade. Os casos graves não vão sair mesmo" — afirmou

"Não é tema programático, é individual, cada um votou com sua convicção pessoal"— completou o vice.

Questionado sobre 2026, Alckmin afirmou que Lula é "candidato natural" à reeleição e ressaltou melhora no ambiente econômico do país. Alckmin, no entanto, desconversou sobre a disputa por partidos aliados pelo posto de vice na chapa de Lula.

"Tudo tem seu tempo — disse — O presidente Lula é candidato natural à reeleição. No sistema de reeleição, o titular é um candidato natural. O prefeito que pode ser reeleito, é um candidato natural, um governador que pode ser reeleito é candidato natural. Para 16, 17 meses de governo já foi feito muito: inflação caiu, desemprego caiu, PIB subiu, o emprego subiu, você teve ganho de renda. O que a gente tem que fazer hoje, é o que está fazendo e bem feito".

 

Protesto contra touradas na Colômbia            Imagem: TV do Congresso Colombiano

O Congresso da Colômbia proibiu as touradas, na terça-feira (28), após sete anos de tentativas fracassadas de proibir a atividade, que alguns grupos políticos e sociais prometeram manter, citando seu valor cultural.

O projeto de lei que proíbe as touradas foi aprovado com 93 votos a favor e dois contra. O tribunal constitucional da Colômbia instou o Congresso nos últimos anos a emitir uma regulamentação definitiva sobre o assunto.

O membro do Congresso Juan Carlos Losada agradeceu aos colegas pelo resultado. “Hoje temos um país que diz que nenhuma forma de tortura pode ser considerada cultura neste mundo. A Colômbia é hoje um exemplo para o mundo porque estamos nos transformando em uma sociedade menos violenta e, portanto, mais civilizada”, disse Losada.

Nas últimas semanas, manifestantes que apoiavam as touradas afirmaram que a proibição desta atividade afetaria muitos trabalhadores. Mas os ativistas dos animais veem este projeto de lei como um passo em direção à paz.

Um manifestante pró-touradas lamentou, chamando a decisão de “duro golpe para a cultura, para o campo, para os agricultores colombianos e para as pessoas que dependem disso”.

Os eventos de touradas são proibidos por lei em alguns países latino-americanos, como Argentina e Cuba, enquanto são legais na maior parte do México e do Peru.

 

Imagem: Mário Agra/Câmara dos Deputados

Nesta terça-feira (28), o Congresso derrubou os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à proposta que acaba com as “saidinhas” dos presos em feriados e datas comemorativas. Com isso, os detentos não poderão mais deixar os presídios para visitar a família e nem para praticar atividades que contribuam com seu retorno ao convívio social.

Serão beneficiados apenas os presos que precisarem sair para estudar no ensino médio, superior, fazer supletivo ou cursos profissionalizantes. Podem ser solicitadas até cinco saídas de sete dias por ano ou de acordo com a duração do curso.

O projeto aprovado é de autoria do deputado Pedro Paulo (PSD/RJ). Os parlamentares a favor do projeto afirmam que os presos aproveitam o benefício para fugir ou praticar outros crimes.

As “saidinhas” não são concedidas a detentos que cometeram crimes hediondos ou com grave ameaça e violência, e beneficiam apenas os que estão em regime semiaberto e que tenham bom comportamento, tendo cumprido 1/6 da pena, se for primário, e 1/4 , se for reincidente.

Em 2023, 52 mil detentos tiveram direito à saidinha de Natal. Desses, 49 mil voltaram aos presídios, enquanto 2,6 mil não retornaram.

Fachada do Congresso Nacional — Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A Câmara dos Deputados e o Senado Federal aprovaram, na quarta-feira (15), o projeto que suspende os pagamentos de 36 parcelas mensais da dívida do Rio Grande do Sul com a União.

Na prática, fica suspensa a obrigação do governo gaúcho com o pagamento das parcelas referentes à dívida com a União, evitando que o estado tenha gastos de R$ 11 bilhões com as prestações e de mais R$ 12 bilhões com os juros que seriam cobrados sobre o montante do débito, que é de cerca de R$ 98 bilhões.

Assim, o governo estadual poderá destinar o valor para ações voltadas à reconstrução de infraestrutura afetada pelas enchentes, o financiamento de força de trabalho temporária e o suporte para a retomada das atividades econômicas locais.

Na Câmara

Na Câmara, o texto-base do projeto foi aprovado com 404 votos a favor e dois contrários, de Stélio Dener (Republicanos-RR) e Eros Biondini (PL-MG). Os dois afirmam ter "errado" ou "se confundido" ao votar pela não suspensão da dívida. Biondini usou as redes sociais na manhã da quarta-feira, 15, para pedir desculpas e afirmar que o voto contrário se tratou de uma "confusão."

No Senado

Em seguida o projeto foi encaminhado ao Senado, que aprovou por unanimidade, o projeto que suspende por três anos a dívida do Rio Grande do Sul com a União.

A proposta agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

Sala de aula de escola do RS | Foto: Tayná Schultz

Hoje (7), comissões de Educação da Câmara e do Senado anunciaram várias medidas para socorrer as escolas destruídas pelas fortes chuvas no Rio Grande do Sul e avaliar os prejuízos causados à educação do estado. De acordo com um levantamento das Coordenadorias Regionais de Educação (CREs), 733 escolas estaduais estão localizadas em 299 municípios atingidos pelos temporais. Ao menos 278 foram danificadas.

As aulas no Rio Grande do Sul estão suspensas desde a última segunda-feira (29), mas a Secretaria de Educação do estado informou que elas seriam retomadas nesta terça-feira, nas cidades menos afetadas pelas enchentes. As escolas das redes privadas também suspenderam as aulas e algumas têm servido de abrigo para os desabrigados.

As faculdades estão com as atividades suspensas até o dia 11 de maio.

Decisões do Congresso

No Senado, a Comissão de Educação aprovou a proposta do senador Flávio Arns (PSB/PR), para que as emendas de comissão do colegiado sejam destinadas exclusivamente ao estado gaúcho. Além disso, a comissão também pedirá à União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) informações sobre as condições das escolas no RS.

Na Câmara, o deputado Nikolas Ferreira (PL/MG) também propôs uma indicação integral das emendas para a reestruturação da educação do estado “que vive um cenário nunca antes visto na história”. Ele ainda sugeriu a criação de um grupo de trabalho para acompanhar esses trabalhos de perto.

“O objetivo do GT é, dentre outros, monitorar o andamento da reconstrução das escolas, propor soluções para os desafios e auxiliar na articulação entre os diferentes níveis de governos, União, Estados e municípios. O momento agora é de união e foco para ajudar quem mais precisa”, disse Nikolas.

As sugestões serão votadas amanhã (8).

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Até então dada como certa por quase 100% dos parlamentares, a cassação do senador Sérgio Moro (União-PR) pelo TSE virou dúvida entre as lideranças partidárias do Congresso Nacional.  Caciques do Centrão apontam que, após mais de um ano como senador e intensas articulações políticas, o ex-juiz da Lava Jato pode ter conseguido criar um cenário para escapar da cassação.

Como senador, Moro demonstrou boa vontade com os indicados de Lula ao STF durante as sabatinas na Casa e passou a se aproximar até mesmo de parlamentares governistas.

Como noticiou a coluna do jornalista Igor Gadelha (Metrópoles), o ex-juiz tem mantido boa relação até mesmo com o líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), a quem costuma elogiar nos bastidores.

Na avaliação de caciques do Centrão, Moro já passou a ser visto pelos senadores como “um deles”. Esse espírito de corpo poderia ajudar a fazer pressão para que o Judiciário desista de cassá-lo.

Moro é alvo de uma ação protocolada pelo PT e PL que pedem a cassação de seu mandato de senador por suposto abuso de poder econômico durante as eleições de 2022.

O ex-juiz já foi absolvido em julgamento no TRE do Paraná, mas os dois partidos recorreram ao TSE para tentar reverter a decisão e cassar o senador.

Hoje (16), uma discussão entre o deputado federal Glauber Braga (Psol/RJ) e um influenciador digital membro do Movimento Brasil Livre (MBL), identificado como Gabriel Costenaro, resultou na expulsão deste da Câmara pelo próprio parlamentar, que empurrou e chutou o indivíduo até a rua.

Segundo o influenciador, ele visitava, junto a motoristas de aplicativos, gabinetes de deputados para falar sobre o projeto de lei que regulamenta a atividade dos trabalhadores da categoria. Próximo à portaria do prédio, no anexo 4 da Câmara, o integrante do MBL encontrou com Braga. De acordo com o psolista, ele foi provocado e ambos começaram um bate-boca.

Depois que a discussão evoluiu, o deputado começou a empurrar Costenaro até a saída do local. Na portaria, o influenciador recebeu alguns chutes. Não houve reação por parte dele. No estacionamento da Câmara, os dois voltaram a trocar ofensas.

O Departamento de Polícia Legislativa (Depol) foi acionado e ambas as partes envolvidas foram levadas ao escritório do órgão, onde foi registrada uma ocorrência.

Enquanto o deputado alega que foi a quinta vez que Costenaro fez uma “rotina de provocação”, o MBL disse que foi o parlamentar quem acusou o influenciador e o agrediu.

Contato

Rua José e Maria Passos, nº 25
Centro - Palmeira dos Índios - AL.
(82) 99641-3231
TELEFONE FIXO - ESTUDIO:
(82)-3421-4842
SETOR FINANCEIRO: (82) 3421-2289 / 99636-5351
(Flávia Angélica)
COMERCIAL: 
(82) 99344-9999
(Dalmo Gonzaga)
O melhor conteúdo. Todos os direitos reservados. Segurança e privacidade
linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram