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Foto: Getty Images/iStockphoto

O governo brasileiro identificou tentativas de golpe envolvendo falsos aplicativos do Imposto de Renda deste ano. Segundo o relatório do Centro de Prevenção, Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos de Governo (CTIR Gov), os apps falsos estão disponíveis tanto para Android quanto para iOS, e imitam o layout e o funcionamento do serviço do Imposto de Renda de Pessoa Física para o ano de 2023.

No golpe, as vítimas são levadas a crer que estão preenchendo uma declaração de verdade. Para evitar o engano, é recomendado que os usuários fiquem atentos aos comentários dos aplicativos, nas lojas virtuais dos seus sistemas, e na quantidade de downloads. É importante se atentar para o desenvolvedor do programa, visto que a versão oficial é feita pelos “Serviços e Informações do Brasil”.

O interessado também pode acessar o site oficial da Receita Federal e fazer o login através do gov.br.

A Apple e a Google ainda não se manifestaram sobre o caso.

Foto: Geraldo Magela/Senado

Durante o seu depoimento à Polícia Federal (PF), o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), tenente-coronel Mauro Cid, afirmou que suas palavras foram manipuladas e negou ter dito que “o presidente tramou um golpe”. De acordo com ele, as discussões que ocorreram eram hipotéticas, dependendo da comprovação de uma fraude eleitoral. O depoimento de Cid se dá no âmbito de um acordo de colaboração.

Além de ter negado a trama do golpe, o militar retratou Bolsonaro com alguém frustrado com a derrota nas urnas e perseguido pelo Judiciário. Entretanto, essa versão do discurso entra em contradição com os registros obtidos pela PF, incluindo a mensagem onde Cid menciona a pressão sobre Bolsonaro por ações mais drásticas.

O tenente-coronel é um dos alvos da PF, que investiga uma suposta trama de golpe de Estado. Cid já teve documentos pessoais e mensagens analisados pelos agentes, que sugerem articulações para contestar o resultado das eleições de 2022.

Mauro Cid deve prestar um novo depoimento amanhã (11).

Reprodução

Um rapaz de 20 anos foi preso após matar um homem de 41 com um golpe de caneta no pescoço. O crime foi registrado numa clínica de reabilitação em Olímpia, no interior de São Paulo, na terça-feira (13/2). De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito discutiu com a vítima pela manhã e, algumas horas depois, atacou o homem com a caneta. A vítima chegou a receber os primeiros socorros, mas não resistiu ao ferimento.

Na sequência, o suspeito avisou um funcionário da clínica que tinha cometido o crime. A Polícia Militar foi chamada até o local e o rapaz foi preso em flagrante.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública , o caso foi registrado como homicídio pelo plantão da Delegacia Seccional de Barretos, que requisitou perícia.

O caso segue sendo apurado pela Polícia Civil.

O coronel Bernardo Romão Corrêa Neto, foi preso na madrugada deste domingo (11)-
Reprodução/Facebook

 

O coronel do Exército Brasileiro Bernardo Romão Corrêa Neto, um dos alvos da megaoperação Tempus Veritatis, foi preso pela Polícia Federal (PF) neste domingo (11/2) ao chegar de viagem aos Estados Unidos. O militar já tinha se entregado à polícia nos EUA, mas havia um mandado de prisão preventiva em aberto contra ele.

Ao chegar ao Brasil, foi detido pela PF, que o entregou à polícia do Exército.

Ele está preso no Batalhão da Guarda Presidencial e já passou por audiência de custódia às 11h. Romão Corrêa Neto é apontado como um dos integrantes do núcleo que tentou dar um suposto golpe de Estado no país e anular o resultado das eleições de 2022.

O militar cumpria missão do Exército nos Estados Unidos, na cidade de Washington D.C., até junho de 2025. No entanto, teve que voltar após o mandado de prisão.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou favorável à prisão e ao retorno do militar ao Brasil com base em evidências da participação dele em atividades relacionadas a uma suposta tentativa de golpe de Estado, à época em que era assistente do Comandante Militar do Sul.

Interceptações telefônicas no aparelho do ex-ajudante de ordem de Jair Bolsonaro (PL) Mauro César Cid revelaram que Bernardo intermediou uma reunião para selecionar oficiais com habilidades militares específicas, em novembro de 2022; redigiu uma carta de pressão destinada ao então comandante do Exército, Marco Antônio Freire Gomes; e atuou como um homem de confiança em tarefas fora do Palácio da Alvorada.

A investigação identificou que Bernardo agia como homem de confiança de Mauro Cid e executava tarefas que o então ajudante de ordens da Presidência da República não conseguiria desempenhar.

Aliados de Bolsonaro são alvo da Tempus Veritatis

Bernardo Romão é um dos cinco aliados de Jair Bolsonaro que acabaram presos pela Polícia Federal (PF) no âmbito da operação Tempus Veritatis, deflagrada nesta quinta-feira (8/2).

Valdemar Costa Neto, Rafael Martins de Oliveira, Filipe Garcia Martins Pereira e Marcelo Costa Câmara também foram detidos. Eles são investigados por participação no suposto plano de golpe de Estado para reverter o resultado das eleições de 2022.

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto foi liberado na noite de sábado (10/2) pelo ministro Alexandre de Moraes. A liberdade provisória foi concedida após parecer da PGR, que considerou a idade de Valdemar, de 74 anos. Os demais seguem presos, com o flagrante convertido em preventiva.

Michel Temer durante entrevista à CNN Brasil | Imagem: reprodução

Na última quinta-feira (8), o ex-presidente Michel Temer (MDB) disse que o que foi revelado até o momento, durante a operação Tempus Veritatis, da Polícia Federal (PF), é insuficiente para justificar uma prisão do também ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Pelo menos pelos fatos que vieram à luz até agora, penso que não há razão para prisão. Há sempre a perspectiva de, mas a ‘perspectiva de’ depende de uma concretização de determinados fatos. E esses, caso concretizarem, sei-lo-ão adiante”, disse Temer à CNN Brasil. O ex-presidente também elogiou a atitude de Bolsonaro entregar o passaporte à PF.

Apesar disso, o MDBista acredita que houve uma tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro, mas sem um plano completo.

“Quando eu digo tentativa de ação, foi aquele movimento que se deu em Brasília, mas de pessoas que não tinham, exata e precisamente, um plano completo. Pode sim ter envolvido um ou outro general, muito mais aqueles próximo ao presidente Bolsonaro, mas nada mais do que isso”, declarou, acreditando que as Forças Armadas não estariam interessadas em realizar um golpe.

Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que enviou a suposta minuta do golpe para o celular do ex-presidente, para que ele "pudesse tomar conhecimento do material dos referidos arquivos". O envio foi feito pelo advogado do ex-presidente, Paulo Amador da Cunha Bueno.

Na quarta-feira (8), a Polícia Federal encontrou na sede do Partido  Liberal (PL) um documento que defende e anuncia a decretação de um Estado de Sítio e da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no país.

Em nota, a defesa disse que teve acesso aos arquivos da investigação e que o ex-presidente, desconhecendo o conteúdo das supostas minutas, solicitou o documento.

No Congresso, deputadas como Karina Banfi e Silvia Lospennato, ambas do partido Pró, manifestaram seu repúdio por meio da rede social X. Aliás, a primeira delas tuitou: “Gente, isso não vai acontecer. Fim.”. Quando a lei foi debatida, ambas votaram a favor da iniciativa.

"O ex-Presidente — desconhecendo o conteúdo de tais minutas — solicitou ao seu advogado criminalista, Dr. Paulo Amador da Cunha Bueno, que as encaminhasse em seu aplicativo de mensagens, para que pudesse tomar conhecimento do material dos referidos arquivos."

De acordo com a defesa, em 2023, após a apreensão de celulares do tenente-coronel Mauro Cid, a investigação encontrou possíveis minutas de decretos de Estado de Sítio ou GLO durante a análise dos aparelhos.

O envio da suposta minuta ao celular de Bolsonaro foi feito no dia 18 de outubro de 2023.

Print mostra envio de suposta minuta do golpe para celular de Bolsonaro — Foto: Reprodução

Print mostra envio de suposta minuta do golpe para celular de Bolsonaro — Foto: Reprodução

 

A defesa afirmou que o ex-presidente resolveu imprimir o arquivo para facilitar a leitura do texto.

"A impressão provavelmente permaneceu no local da diligência de busca e apreensão havida na data de hoje, que alcançou inclusive o gabinete do ex-Presidente, razão porque lá foi apreendido", diz a nota.

A defesa alegou que Bolsonaro só teve conhecimento do conteúdo da suposta minuta após o envio do documento em outubro de 2023, o que fundamenta "sua distância de qualquer empreitada ilegal". Além disso, a nota afirma que o documento já integrava a investigação da PF.

O documento

O blog da Natuza Nery teve acesso ao documento encontrado pela PF na sede do PL. O texto cita até Aristoteles e diz que a resistência a “leis injustas” é um “princípio do Iluminismo”. O texto é apócrifo —ou seja, sem autenticidade comprovada.

“Afinal, diante de todo o exposto, e para assegurar a necessária restauração do Estado Democrático de Direito no Brasil, jogando de forma incondicional dentro das quatro linhas, com base em disposições expressas da Constituição Federal de 1988, declaro o estado de Sítio e, como ato contínuo, decreto operação de garantia da lei e da ordem”, diz o parágrafo final.

Segundo fontes ouvidas pelo blog, trata-se de uma espécie de discurso, por escrito, que sustenta que a ruptura do Estado Democrático de Direito estaria “dentro das quatro linhas da Constituição”, expressão muito usada por Bolsonaro em atos e discursos públicos quando presidente.

PF encontra na sede do PL documento com argumentos para decretação do estado de sítio — Foto: Reprodução

Operação

A operação realizada na quinta-feira (08)foi embasada por uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Bolsonaro teve o passaporte apreendido pela Polícia Federal e foi proibido de falar com investigados.

Segundo a PF, os investigados se uniram para disseminar notícias falsas sobre o sistema eleitoral brasileiro, com objetivo de criar condições para uma intervenção militar que mantivesse Bolsonaro no poder.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou Jair Bolsonaro inelegível até 2030. O ex-presidente foi condenado por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação ao questionar o sistema eleitoral. Bolsonaro também é alvo de outras investigações no STF.

 

 

Foto: Reuters/Ueslei Marcelino

Nesta quinta-feira (8), o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), foi alvo da operação Tempus Veritatis, da Polícia Federal (PF), que investiga um grupo que pode ter atuado para mantê-lo na presidência através de uma tentativa de golpe de Estado. Em entrevista à CNN, Bolsonaro negou ter articulado um golpe depois da derrota nas urnas.

“Ninguém entende essa ‘tentativa de golpe’. Não se movimentou um soldado em Brasília para dar golpe em ninguém aí”, disse o ex-governante. “O que querem em cima do Valdemar [presidente do PL]? Busca e apreensão em cima do partido. O que querem fazer com o partido? Nosso partido é propagador de fake news?”, questionou. “A gente fica pensando num monte de coisa aqui”.

Na manhã de hoje, a PF determinou que o ex-presidente tem até 24h para entregar seu passaporte. Durante a entrevista, ele afirmou que estava providenciando. Apesar disso, Bolsonaro afirmou que ainda não sabia o que estava acontecendo sobre a ação como um todo. “Por enquanto, ainda estou no ar”, disse.

Vídeo com aliados

Segundo o portal de notícias do UOL, a PF está em posse de um vídeo, gravado em 5 de julho de 2022 e apreendido na casa do tenente-coronel Mauro Cid, que mostra Bolsonaro e aliados em uma reunião. Uma transcrição da gravação aparece na decisão do ministro Alexandre de Moraes, para justificar a operação da Polícia Federal.

“E eu tenho falado com os meus 23 ministros. Nós não podemos esperar chegar 23, olhar para trás e falar: o que que nós não fizemos para o Brasil chegar à situação de hoje em dia? Nós temos que nos expor. Cada um de nós. Não podemos esperar que outros façam por nós. Não podemos nos omitir. Nos calar. Nos esconder. Nos acomodar. Eu não posso fazer nada sem vocês. E vocês também patinam sem o Executivo. Os poderes são independentes, mas nós dois somos irmãos. Temos um primo do outro lado da rua que tem que ser respeitado também. Mas todo mundo que quer ser respeitado tem que respeitar em primeiro lugar. E nós não abrimos mão disso”, diz um trecho da fala do ex-presidente.

A seguir, leia outro trecho:

“Nós vamos esperar chegar 23, 24? Depois perguntar: por que que não tomei providência lá trás? E não é providência de força não! Não é dar tiro. Ô PAULO SÉRGIO [Nogueira, ex-ministro da Defesa], vou botar a tropa na rua, tocar fogo aí, metralhar. Não é isso!”.

Há também falas do ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, falando sobre trazer à tona a relação do Partido dos Trabalhadores (PT) com o Primeiro Comando da Capital (PCC). 

"Estamos aí, Presidente, desentranhando a velha relação do PT com o PCC. A velha relação do PT com o PCC. Isso tá vindo aí através de depoimentos que estão há muito guardados aí... isso aí foi feito ó. Tá certo? Isso tudo tá vindo à tona. Isso não é mentira. Isso não é mentira. Então, muita coisa está vindo à tona aí. Muita coisa que a população é ... sabe, mas tudo precisa ser rememorado. Tá certo? Então, essa questão das urnas, essa questão dos inquéritos, nós montamos um grupo lá ? é ... é ... é ... O Diretor Geral da Polícia Federal montou um grupo de policiais federais. E agora uma equipe completa. Não só com peritos. Mas com delegados, com peritos, com agentes pra poder acompanhar, realmente, o passo a passo das eleições", diz Torres.

Por fim, há uma fala do general Augusto Heleno, onde é dito que “o que tiver que ser feito tem que ser feito antes das eleições”, porque chegaria o ponto onde não poderiam mais falar. “Nós vamos ter que agir. Agir contra determinadas instituições e contra determinadas pessoas. Isso pra mim é muito claro”, afirmou.

Foto: reprodução

O relatório da Polícia Federal (PF) que embasou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de autorizar a operação Tempus Veritatis, apontou que aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) monitoraram o ministro Alexandre de Moraes em dezembro de 2022, para uma tentativa de golpe de Estado após a derrota de Bolsonaro nas eleições.

“A equipe de investigação comparou os voos realizados pelo Ministro no período de 14/12/2022 até 31/12/2022, com os dados de acompanhamento realizados pelos investigados. A análise dos dados confirmou que o Ministro ALEXANDRE DE MORAES foi monitorado pelos investigados, demonstrando que os atos relacionados a tentativa de Golpe de Estado”, diz o relatório da PF.

Troca de mensagens entre Cid e Marcelo Câmara | Imagem: reprodução

Até o momento, dois ex-assessores de Bolsonaro foram presos durante a mencionada operação. Leia aqui. O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, também é alvo da Tempus Veritatis e foi preso na manhã de hoje (8), por porte ilegal de arma de fogo.

Foto: Unsplash

Um funcionário de uma empresa multinacional de Hong Kong, na China, foi enganado por golpistas que utilizaram deepfakes para simular o CEO e outros executivos da instituição em chamadas de vídeo. Como resultado, a vítima acabou transferindo cerca de US$ 25 milhões para os suspeitos.

As reuniões por vídeo eram feitas apenas para que ordens fossem passadas ao funcionário, enquanto o restante das interações eram feitas por e-mails, ligações e mensagens pessoais. Durante um dos dias da semana, a vítima recebeu um e-mail que supostamente seria do seu diretor, afirmando que precisava de uma chamada de vídeo por causa de uma transferência de dinheiro.

O homem chegou a desconfiar, mas depois que participou da chamada e percebeu que os sons se assemelhavam aos seus colegas de trabalho, ele acabou aceitando. Quando realmente percebeu o que estava acontecendo, já havia transferido a referida quantia.

"Na videoconferência com várias pessoas, descobriu-se que todos eram falsos", disse o superintendente sênior, Barão Chan Shun-ching, à emissora pública da cidade RTHK.

Até o momento, a polícia de Hong Kong afirmou que cinco prisões já foram realizadas.

Imagem: ilustação/ master1305 no Freepik

Na manhã da última segunda-feira (29), a polícia registrou um caso de estelionato pela internet, sofrido por dois indivíduos de Palmeira dos Índios, que queriam comprar uma motocicleta. Conforme foi divulgado pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), o estelionatário, que usava o nome falso de “Tenório”, prometia a venda rápida de uma Honda CG 125 Titan, mas com um preço acima do mercado.

Segundo a Polícia Militar (PM), as vítimas foram encontradas por uma guarnição policial no bairro Xucurus, em Palmeira, e contaram o que havia ocorrido. O estelionatário chegou a passar uma chave PIX para um dos interessados na moto e pediu R$ 3 mil adiantado para que a compra fosse fechada. Depois do depósito ter sido feito, o suspeito anunciou o golpe e não respondeu mais aos contatos das vítimas.

Tendo ouvido o relato, os militares levaram os envolvidos até a delegacia de Polícia Civil de Arapiraca, para que um boletim de ocorrência fosse confeccionado.

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(82)-3421-4842
COMERCIAL:
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