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Vinho — Foto: Roteiro do Vinho/Dvulgação

Berço produtor de vinhos do mundo, a União Europeia está passando por uma grave crise no setor, causada principalmente pela redução do consumo do produto.

Existem regiões da França e da Espanha, por exemplo, onde as vendas diminuíram 35% entre 2022 e 2023, segundo a Comissão Europeia.

Essa situação levou o bloco a adotar medidas drásticas para diminuir o excesso de vinho e impedir a queda dos preços.

Uma dessas ações, foi a liberação de 120 milhões de euros (R$ 719 na cotação do dia 7 de outubro) da Comissão Europeia para bancar a destruição de 4% da área de vinhas da França - a maior produtora de vinhos do mundo.

Essa "sobra" de vinho pode ser observada pelo aumento dos estoques em diversas regiões do bloco.

Segundo a UE, há locais na França e em Portugal onde o armazenamento de vinhos cresceu mais de 20% em 2023 em comparação ao ano anterior.

Veja os motivos que explicam a crise de vinhos na Europa:

1. Os europeus estão bebendo menos vinho.

Para monitorar o mercado de vinhos anualmente, a Comissão Europeia usa como base o período entre agosto de um ano até julho do ano seguinte.

Com base nessa métrica, pode-se dizer que, em 2005, um europeu bebia em média 30 litros de vinho por ano; em 2025, essa média é estimada em pouco mais de 20 litros. Foi uma redução de 33% em 20 anos. Apesar de ser uma tendência geral, o grupo que está reduzindo mais o consumo de vinho é o dos jovens.

Segundo uma pesquisa realizada para a feira Vinexpo, divulgada pela rádio francesa de notícias (RFI) em 2023, menos de um terço dos apreciadores de vinho têm menos de 40 anos. De acordo com um estudo da agência de pesquisas gastronômicas francesas Sowine feito com dados de 2024, os consumidores de 26 a 35 anos são o principal grupo entre os franceses que consomem pouco ou nenhum álcool.

2. Queda nas exportações

O mundo está comprando menos vinhos dos países da União Europeia.

As exportações do produto entre janeiro e abril de 2023 foram 8,5% menores em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Comissão Europeia.

Mais especificamente na França, as exportações de vinho caíram 10% de 2022 para 2023, devido a à queda na demanda da China, que está comprando menos vinhos franceses, segundo a RFI.

Vegard Breie/ Exército da Noruega

Antes da Rússia lançar sua invasão em larga escala à Ucrânia, muitos, incluindo Kiev, eram céticos quanto à possibilidade de uma grande guerra retornar à Europa. Mais de dois anos depois, outra mudança antes impensável está em andamento.

Várias nações europeias reintroduziram ou expandiram o serviço militar obrigatório em meio à crescente ameaça de Moscou, como parte de uma série de políticas destinadas a reforçar as defesas - que provavelmente serão ampliadas ainda mais.

“Estamos chegando à conclusão de que talvez tenhamos que ajustar a forma como nos mobilizamos para a guerra e ajustar a forma como produzimos equipamentos militares e recrutamos e treinamos pessoal”, disse Robert Hamilton, chefe de pesquisa da Eurásia no Foreign Policy Research Institute, que serviu como oficial do Exército dos EUA por 30 anos.

É tragicamente verdade que aqui estamos, em 2024, e estamos lidando com as questões de como mobilizar milhões de pessoas para serem lançadas em uma carnificina de guerra em potencial, mas é onde a Rússia nos colocou”, disse ele.

A Letônia é a mais recente a implementar o alistamento obrigatório, após ter sido abolido em 2006.

O alistamento na Noruega é obrigatório. O país apresentou  um plano ambicioso de longo prazo que quase dobrará o orçamento de defesa do país e adicionará mais de 20 mil soldados, funcionários e reservistas alistados obrigatoriamente às forças armadas.

Debates sobre o alistamento obrigatório também têm ocorrido em outros países europeus que atualmente não o exigem. No Reino Unido, os conservadores levantaram a ideia do serviço militar em sua fracassada campanha eleitoral.

Pela primeira vez desde a Guerra Fria, a Alemanha atualizou este ano seu plano caso o conflito irrompa na Europa, e o ministro da Defesa, Boris Pistorius, apresentou uma proposta em junho para um novo serviço militar voluntário. “Devemos estar prontos para a guerra até 2029”, disse ele.

Na Lituânia, desde que o país reintroduziu o serviço militar obrigatório em 2015 devido a uma “situação geopolítica alterada”, cerca de 3.500 a 4 mil lituanos entre 18 e 26 anos são recrutados a cada ano por um período de nove meses.

Um dos mais novos membros da Otan, a Finlândia, tem a capacidade de convocar mais de 900 mil reservistas, com 280 mil militares prontos para responder imediatamente, se necessário.

A Suécia, onde o alistamento agora também é neutro em termos de gênero, convocou cerca de 7 mil indivíduos em 2024. O número aumentará para 8 mil em 2025, de acordo com as Forças Armadas Suecas.

Imagem: Jakob Cotton/ Unsplash

Os produtores de leite da Dinamarca enfrentam a necessidade de pagar um imposto anual de 672 coroas (cerca de R$ 530) por vaca pelas emissões que aquecem o planeta.

O governo de coligação do país concordou esta semana em introduzir o primeiro imposto mundial sobre as emissões de carbono na agricultura. Isso significará novos impostos sobre o gado a partir de 2030.

A Dinamarca é um grande exportador de laticínios e carne suína, e a agricultura é a maior fonte de emissões do país.

O acordo de coligação – que também implica o investimento de 40 mil milhões de coroas (R$ 31,5 milhões) em medidas como a reflorestação e a criação de zonas úmidas – visa ajudar o país a cumprir os seus objetivos climáticos.

A indústria de laticínios dinamarquesa acolheu amplamente o acordo e seus objetivos, mas isso irritou alguns produtores.

A medida surge poucos meses após agricultores terem realizado protestos em toda a Europa, bloqueando estradas com tratores e atirando ovos ao Parlamento Europeu, devido a uma longa lista de queixas, inclusive sobre regulamentação ambiental e a burocracia excessiva.

Europa: carros e relógios de luxo são apreendidos em esquema de fraude da Covid -  Escritório da Promotoria Pública Europeia

 

A polícia prendeu 22 pessoas e apreendeu bens no valor de mais de 650 milhões de dólares em conexão com a suposta fraude ligada ao fundo de recuperação pós-pandemia da União Europeia (UE).

Após uma investigação do procurador da UE, oito pessoas foram detidas, 14 foram colocadas em prisão domiciliária e outras duas foram impedidas de exercer a sua profissão. As prisões ocorreram na Itália, Áustria, Romênia e Eslováquia.

A polícia financeira italiana disse na quinta-feira (4) que apreendeu Lamborghinis, Porsches, relógios da marca Rolex, joias Cartier, criptomoedas, moradias de luxo e outros itens durante dezenas de invasões em casas e escritórios.

A suposta fraude provavelmente renovará as preocupações sobre o uso indevido do fundo de recuperação de 850 bilhões de dólares da U.E para ajudar a reviver a economia do bloco. A Itália foi o maior beneficiário do fundo, com subvenções de mais de 194 mil milhões de euros.

O Ministério Público Europeu (EPPO) disse que uma organização criminosa é suspeita de executar um esquema de fraude entre 2021 e 2023 para enganar os pacotes de recuperação da Itália.

Em 2021, o grupo solicitou subsídios não reembolsáveis, disse a EPPO, ostensivamente para apoiar pequenas e médias empresas, mas depois preparou falsos balanços “para mostrar que as empresas eram ativas e lucrativas, enquanto na verdade eram empresas não ativas e fictícias.”

Depois de obter cerca de 650 milhões de dólares em fundos do Plano Nacional de Recuperação e Resiliência (NRRP), o grupo transferiu os fundos para suas contas bancárias na Áustria, Romênia e Eslováquia, disse o EPPO.

O escritório do promotor alegou que o grupo usou criptomoedas, inteligência artificial e servidores em nuvem offshore para realizar e ocultar a fraude.

Os Estados Unidos também tentaram reprimir a suposta fraude envolvendo recursos de ajuda à Covid-19.

Um órgão federal alertou em junho que a administração de pequenas empresas distribuiu mais de US$ 200 bilhões em fundos potencialmente fraudulentos pós-pandemia.

Casa de shows perto de Moscou alvo de ataque terrorista perpetrado pelo Estado Islâmico-K
22/03/2024 REUTERS/Yulia Morozova

O Estado Islâmico tem Europa e EUA na mira, após ataque mortal em uma casa de shows perto de Moscou, no último dia 22. Analistas acreditam que o Estado Islâmico-K tem um foco crescente na Europa e apontam grandes eventos, como os Jogos Olímpicos de Paris, como potenciais alvos.

O Estado Islâmico-K foi criado há nove anos como uma “província” autônoma do Estado Islâmico e, apesar de muitos inimigos, sobreviveu e provou ser capaz de lançar ataques no Paquistão, no Irã e na Ásia Central. Antes do ataque à Crocus City, o grupo havia planejado outros na Europa e na Rússia.

O comandante do Comando Central dos EUA, general Erik Kurilla, avaliou recentemente que o Estado Islâmico-K “mantém a capacidade e a vontade de atacar os interesses dos EUA e do Ocidente no exterior em apenas seis meses, com pouco ou nenhum aviso”.

Especialistas da ONU e outros – incluindo os serviços de segurança russos – estimam a força do Estado Islâmico-K entre 4 mil e 6 mil combatentes. Sanaullah Ghafari tornou-se o líder do grupo em 2020 e, apesar de relatos ocasionais sobre a sua morte, os analistas sobre terrorismo acreditam que ele continua a ser um líder eficaz.

Tanto o Talibã como os Estados Unidos procuraram – embora não em conjunto – expurgar o Estado Islâmico-K dos seus refúgios seguros no leste do Afeganistão. Mas uma análise recente no Sentinel, o jornal do Centro de Combate ao Terrorismo em West Point, disse que “continua a ser uma organização resiliente, capaz de se adaptar a dinâmicas em mudança e de evoluir para sobreviver a circunstâncias difíceis”.

Ameaça à Europa

O Estado Islâmico-K tem ambições muito além do sul da Ásia, visando atingir a Rússia, a Europa Ocidental e até os Estados Unidos. As agências de segurança europeias estão prestando maior atenção à ameaça, mesmo que as capacidades do Estado Islâmico-K ainda não correspondam às suas ambições.

Hans-Jakob Schindler, diretor sênior do Projeto Contra Extremismo, observa que em julho do ano passado sete homens foram presos na Alemanha suspeitos de planejar ataques de alto nível e de estarem em contato com planejadores do Estado Islâmico-K. Todos os suspeitos eram da Ásia Central.

Este mês, dois cidadãos afegãos foram detidos na Alemanha, acusados de fazer “preparativos concretos” para atacar o parlamento sueco em retaliação a uma onda de queimadas do Alcorão no país. Um deles aderiu ao Estado Islâmico-K no ano passado, afirmaram os promotores, e seus planos foram feitos “em estreita consulta com” os agentes do Estado Islâmico-K.

 

Foto: Omar Marques/Getty Images

O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, alertou que há uma ameaça “real” de conflito na Europa e que o continente entrou em uma “era pré-guerra” pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, citando o conflito prolongado entre Moscou e Kiev após a invasão do território ucraniano pelos russos.

Nas últimas semanas, a Rússia intensificou seu bombardeio contra a Ucrânia, que faz fronteira com a Polônia, e um dos mísseis russos sobrevoou brevemente o espaço aéreo polonês, que é um país-membro da Otan e da União Europeia (UE).

“A guerra não é mais um conceito do passado. Ela é real e começou há mais de dois anos. O mais preocupante no momento é que literalmente qualquer cenário é possível. Não vemos uma situação como essa desde 1945”, disse Tusk em uma entrevista ao grupo de mídia europeu LENA.

A Segunda Guerra Mundial terminou em 1945 com a rendição da Alemanha de Hitler e o bombardeio de Hiroshima e Nagasaki pelos EUA.

“Sei que parece devastador, especialmente para a geração mais jovem, mas temos que nos acostumar com o fato de que uma nova era começou: a era pré-guerra. Não estou exagerando, isso está se tornando mais claro a cada dia.”

 

Imagem: Getty Images

Nesta terça-feira (12), a Apple anunciou, por meio de uma documentação, que vai permitir a instalação de aplicativos no iPhone através da internet, dispensando a necessidade de usar uma loja de aplicativos alternativas à App Store. Apesar disso, o novo método requer que o desenvolvedor siga diretrizes rigorosas e será exclusivo para residentes da Europa.

Para distribuir aplicativos pela internet, os desenvolvedores precisarão disponibilizar o programa no mesmo domínio registrado no App Store Connect. Além disso, devem fazer parte do Apple Developer Program, com registro na Europa; ser membro regular do programa para desenvolvedores por pelo menos dois anos; ter um aplicativo com mais de um milhão de downloads no ano anterior; e oferecer apps a partir da conta de desenvolvedor. Abaixo, confira as demais diretrizes:

Para realizar o download de apps pela web, o usuário precisará conceder uma permissão através das configurações do iPhone.

Ilustração do ERS-2 | Imagem: ESA

O satélite ERS-2, da Agência Espacial Europeia (ESA, no inglês), deve entrar na atmosfera da Terra na manhã de amanhã (21), segundo a expectativa da própria instituição, que tem uma margem de erro de 15 horas. Não é possível obter uma previsão mais precisa por causa do impacto que a atividade solar tem na aceleração da reentrada do satélite. O objeto pesa cerca de 2.294 kg.

“Como a reentrada da espaçonave é ‘natural’, sem a possibilidade de realizar manobras, é impossível saber exatamente onde e quando ela irá reentrar na atmosfera e começar a queimar”, disse a ESA em um comunicado.

Com a reentrada, o satélite deve se dividir em partes e queimar. Alguns fragmentos podem chegar à superfície do planeta, mas provavelmente cairão no oceano e não terão quaisquer substâncias nocivas.

O ERS-2 foi lançado em 21 de abril de 1995, sendo o mais sofisticado do gênero lançado pela Europa. Segundo a ESA, os dados da Terra coletados pelo satélite observador são usados até hoje.

Matador de aluguel sérvio fugiu após matar guarda-costas e número 1 de máfia de montenegro — Foto: Reprodução

A investigação do assassinato de Djan Kovac, morto a tiros na semana passada em Santos (SP), sofreu uma reviravolta ao ser revelado que a vítima era, na verdade, Darko Geisler, um matador de aluguel sérvio. Na última década, o paradeiro do homem, que estava foragido, era desconhecido das autoridades, e ele era alvo de um mandado de prisão da Interpol.

Apesar dos avanços, alguns pontos da trama que culminou na execução do sérvio, morto perto do prédio em que morava, na companhia da mulher e do filho, seguem sem explicação.

Darko Geisler, que segundo a TV Tribuna, trabalhava como carpinteiro e morava no bairro Embaré, foi executado a tiros quando chegava em casa, junto da mulher e o filho, de bicicleta.

Motivação

Segundo a imprensa sérvia, Darko Geisler teria sido morto a mando de um chefe de um clã mafioso dos Balcãs. A motivação do crime teria sido vingança, o que ainda é investigado pela Polícia Civil, de acordo com o divulgado numa coletiva de imprensa desta quinta-feira.

O mandante, segundo o jornal sérvio Alo, seria Radoje Zvicer, um dos principais nomes do clã Kavac, organização criminosa originária de Montenegro envolvida com o tráfico de drogas. Segundo o relato de uma fonte ao jornal, o matador de aluguel Darko Geisler, desaparecido há quase dez anos, foi localizado em Santos por adversários após um deslize.  Darko Geisler teria ligado para um antigo conhecido de Belgrado, capital da Sérvia, com quem tinha trabalhado no passado e, com isso, revelado sua localização.

Uma das possibilidades investigadas pela Polícia Civil de São Paulo é justamente a de que a morte do sérvio tenha relação com crimes passados do matador de aluguel. "Há a possibilidade, dentre as inúmeras que ainda se apresentam na investigação policial, deste homicídio estar relacionado aos homicídios múltiplos praticados no Leste Europeu" — disse o delegado Luiz Ricardo Lara Dias Júnior, titular do 3° Distrito Policial (DP) de Santos.

A Polícia Civil disse não saber ainda como o sérvio entrou no Brasil. Sua última localização conhecida até morrer em Santos era em Montenegro, onde cometeu um assassinato, antes de desaparecer. Seu único documento era um passaporte esloveno falso, com numeração correspondente a outra pessoa.

Foto: divulgação

A instalação nuclear Sellafield, localizada na Inglaterra está sofrendo um vazamento “cada vez maior” em um silo de resíduos radioativos. A lama tóxica tem passado por fissuras e rachaduras na camada de concreto e asfalto que cobre o enorme lago, contendo décadas de resíduos acumulados.

De acordo com a CNN, a instalação é a maior do tipo na Europa e possui seis quilômetros quadrados, sendo responsável pelo emprego de 11 mil pessoas. Os resíduos armazenados vêm de programas de armazenamento e produção de energia nuclear. Segundo uma investigação do jornal The Guardian, o vazamento da lama pode continuar até 2050, sendo um dos “maiores riscos nucleares do Reino Unido”.

A situação pode ficar ainda pior se as águas subterrâneas forem contaminadas. Países como os Estados Unidos, Noruega e Irlanda tentam garantir que a situação seja contida.

Um relatório datado de novembro de 2022, enviado aos membros do conselho de administração de Sellafield, alerta para o “risco cumulativo” de falhas, que vão desde a segurança nuclear até ao amianto e aos padrões de incêndio. Em 2001, a União Europeia advertiu que um acidente nas instalações poderia ser pior do que Chernobyl.

De acordo com o Guardian, os vazamentos ocorrem há mais de três anos.

O que um acidente provocaria?

As autoridades mundiais têm preocupação quanto a possibilidade de um acidente em Sellafield provocar uma nuvem de partículas radioativas, que seria transportadas pelos ventos do sudoeste através do Mar do Norte, podendo gerar consequências para a produção alimentar e a vida selvagem.

Nota de Sellafield

Sobre a publicação feita pelo The Guardian, a Sellafield publicou uma nota onde diz que não há risco elevado para a segurança pública.

“Somos totalmente abertos e transparentes sobre os riscos e perigos em nossa planta. Todas as questões mencionadas no Guardian são conhecidas e estão sendo abordadas com o apoio do nosso regulador”, diz a nota. “Publicamos rotineiramente atualizações em nosso site e as compartilhamos para análise em reuniões públicas. Nossas estatísticas de segurança são publicadas anualmente em nossa análise anual de desempenho”.

A empresa também informou que removem resíduos rotineiramente dos edifícios de maior prioridade, incluindo os dois citados pelo Guardian. “A natureza do nosso local significa que, até completarmos a nossa missão, as nossas instalações de maior risco representarão sempre um risco”, finalizou.

Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.
TELEFONE FIXO - ESTUDIO:
(82)-3421-4842
COMERCIAL:
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