


Um homem ateou fogo no próprio corpo durante um prostesto pró-Palestina e crítico a Israel, interrompendo, momentaneamente, a manifestação que marcava um ano do ataque do grupo Hams contra Israel. O protesto tinha quase mil pessoas e ocorreu em Washington DC, Estados Unidos. As informações são do Washington Post.

Manifestantes invadiram o Senado do México na terça-feira (10), enquanto os parlamentares discutiam um plano de reforma do sistema judiciário. O partido governista Morena, do presidente Andrés Manuel López Obrador, quer aprovar uma proposta polêmica que exige que todos os juízes do país, cerca de 7.000, sejam eleitos pela população.
A ação ocorreu poucas horas após o partido parecer garantir os votos necessários para aprovar a medida. Alguns dos manifestantes entraram no plenário do Senado para impedir a votação, alegando que os parlamentares não estavam ouvindo suas reivindicações. A ação forçou o órgão a entrar em recesso temporário.
Em países como a Suíça e os Estados Unidos, alguns juízes são eleitos indiretamente ou em nível local. No entanto, o presidente Andrés deseja que os cidadãos votem diretamente para escolher todos os juízes, incluindo os da Suprema Corte e os membros dos tribunais de apelação. A proposta provocou forte indignação entre servidores do Judiciário e estudantes de direito, levando a protestos.
Críticos e especialistas afirmam que o plano pode comprometer a independência do Judiciário e enfraquecer o sistema de freios e contrapesos. No último dia 4 de setembro, a câmara aprovou a proposta em uma primeira votação, com 359 votos favoráveis e 135 contrários. A medida, que exige dois terços dos votos, também foi aprovada em um segundo turno.

A polícia de Chicago prendeu ao menos 55 pessoas em protestos pró-Palestina na frente do Consulado de Israel durante a Convenção Nacional do Partido Democrata, nos Estados Unidos.
Enquanto os delegados estavam reunidos para confirmar a candidatura de Kamala Harris à presidência dos EUA, os manifestantes entravam em confronto com a Polícia a cerca de 3 km do United Center.
"Declaramos uma prisão em massa depois que nossos policiais foram fisicamente confrontados", afirmou o superintendente da Polícia de Chicago, Larry Snelling, insistindo que os manifestantes "apareceram com a intenção de cometer atos de violência e vandalismo".
A polícia informou ainda que pretende processar os manifestantes e confirmou que há pelo menos três jornalistas, sem dar detalhes das queixas contra eles. As manifestações foram mais intensas na noite da terça-feira (20).
O superintendente negou que os policiais tenham "cercado" manifestantes - tática que é proibida por decreto. Ele também rejeitou as críticas de que a ação policial teria sido exagerada e elogiou a conduta da sua equipe.
"Não iniciamos a violência, mas respondemos", disse Larry Snelling.

Hospitais e clínicas em toda a Índia iniciaram uma paralisação de 24 horas neste sábado (17) em protesto contra o estupro e assassinato de uma médica no Hospital Universitário RG Kar, na cidade de Calcutá, no leste do país. Segundo a Reuters, mais de um milhão de profissionais da saúde devem se unir ao movimento.
A greve interrompeu o acesso a procedimentos médicos eletivos e consultas ambulatoriais, de acordo com comunicado da Associação Médica Indiana (IMA). Os atendimentos emergenciais continuam normalmente.
"As mulheres formam a maioria da nossa profissão neste país. Pedimos segurança para elas," disse o presidente da IMA, R. V. Asokan, à Reuters na sexta-feira (16).
Uma médica residente de 31 anos foi estuprada e morta na semana passada dentro da faculdade de medicina em Calcutá, onde trabalhava. Investigadores convocaram vários estudantes de medicina da universidade para apurar as circunstâncias do crime. Segundo a Reuters, um suspeito está sob custódia.
A violência sexual está sob os holofotes indianos desde o brutal estupro coletivo e assassinato de uma estudante de 23 anos em um ônibus em Nova Délhi, em 2012. O ataque deu início a uma onda de protestos e inspirou leis mais severas para crimes de abuso.
Apesar disso, ativistas de direitos humanos dizem que o governo ainda não está fazendo o suficiente para proteger as mulheres e punir os agressores.

Na manhã desta quarta-feira (10), membros da comunidade acadêmica da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) realizaram um protesto em frente ao Palácio do Governador, no Centro de Maceió. A ação é uma forma de reivindicar ao Governo de Alagoas um concurso público para professores e técnicos, bem como um restaurante universitário, assistência estudantil e outras pautas.
A ação se deu no âmbito de uma paralisação de advertência, com duração de 24h, e reuniu integrantes dos campi da Uneal de Palmeira dos Índios, Arapiraca, Santana do Ipanema, São Miguel, União dos Palmares e Maceió.
O presidente do Sindicato dos Docentes da Universidade Estadual de Alagoas (Sinduneal), professor Luizinho, afirmou que o ato demonstrou a unidade dos docentes, técnicos e estudantes em defesa da universidade.
“Esperamos que, na reunião de segunda (15), o governo apresente uma proposta concreta para a realização do concurso público”, declarou o professor.

A atriz Hunter Schafer foi presa na segunda-feira (dia 26) em um ato em defesa da Palestina nos Estados Unidos. Conhecia por interpretar a personagem Jules na série "Euphoria" , ela foi detida com outras 50 pessoas em um ato feito pela organização “Palestine with the Jewish Voice For Peace” (Palestinos com a voz dos judeus pela paz).
A informação tinha sido publicada nas redes sociais e foi confirmada por veículos americanos nesta quarta-feira (dia 28).
Schafer estava com um grupo que pedia cessar-fogo na Faixa de Gaza. Eles entoavam frases como “Sem mais armas, sem mais guerras”.

Na manhã desta segunda-feira (29), um trecho localizado no quilômetro 89 da BR-104, no conjunto Antônio Lins, em Rio Largo, foi interditado em decorrência de um protesto de moradores da região, por falta de água. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o trecho já foi liberado.
Durante o protesto, os envolvidos queimaram itens na pista, de modo que o sentido crescente, Maceió-Messias, havia ficado totalmente interditado.

Centenas de argentinos foram às ruas pelo segundo dia consecutivo na noite desta quinta-feira (21) para protestar contra o presidente Javier Milei e suas medidas, em especial o DNU (Decreto de Necessidade de Urgência) anunciado no dia anterior.
A medida leva à desregulamentação da economia, revoga diversas leis federais e aproxima as empresas estatais de movimentos de privatização.
Segundo o jornal argentino La Nacion, grupos foram vistos nos bairros de Palermo, Belgrano, Almagro e Olivos, na capital Buenos Aires.
Diante do Congresso nacional um grupo de manifestantes realizou protestos pacíficos e mobilizaram um "panelaço", mas mesmo assim foram recebidos por forças policiais que tentaram desviá-los para as calçadas, como prevê o código de segurança anunciado pelo Ministério na última semana.
Centenas de pessoas também foram vistas se reunindo na praça 25 de maio em Rosário — o local tem histórico de celebrações e protestos.
Em Córdoba, cinco manifestantes foram presos, segundo o Ministério Público da cidade.
“A manifestação desenvolvia-se normalmente até que os participantes bloquearam toda a estrada na esquina da Vélez Sarsfield com a San Juan, no coração da capital Córdoba”, disseram as autoridades.

Nesta quinta-feira (14), manifestantes bloquearam as duas vias da BR-101, no quilômetro 24, em Joaquim Gomes. O ato acontece como forma de protesto contra a possibilidade do Congresso Nacional derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à tese do marco tempo para demarcação das terras indígenas. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a rodovia já foi liberada.
O Congresso Nacional se reúne nesta quinta-feira para derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto que estabelece um marco temporal para demarcação de terras indígenas no país. Mesmo parlamentares de partidos da base governista indicaram que vão votar para reverter a decisão do presidente e manter o texto aprovado por deputados e senadores.
Lula vetou o marco temporal e outros trechos do projeto de lei sobre o assunto no fim de outubro.

Por volta das 7h30 de hoje (6), moradores dos bairros afetados pelo afundamento do solo e da região dos Flexais, em Maceió, iniciaram um protesto na Av. Fernandes Lima, seguindo em direção ao Museu Palácio Floriano Peixoto, no Centro da capital. Nas faixas apresentadas pelos moradores é possível ver frases contra a Braskem, a desocupação das áreas afetadas pela mineração e contra a exploração de sal-gema.
Os moradores dos Flexais integram o protesto reivindicando a inclusão da região no mapa de risco, de modo que possam receber indenizações.
O Departamento Municipal de Transporte e Trânsito (DMTT) está acompanhando o protesto, que ocupa as duas faixas da avenida.
No início da tarde de ontem (5), a Defesa Civil de Maceió reduziu de "alerta máximo" para "alerta" o risco de colapso na mina 18, da Braskem, localizada no bairro do Mutange. A mudança no status foi feita horas após a divulgação de que a velocidade do afundamento do solo no local passou de 0,26cm/h para 0,27 cm/h.
Caso a mina 18 colapse, pode haver uma reação em cadeia, afetando as minas próximas e gerando uma catástrofe ainda maior. A lagoa Mundaú também pode ser afetada.
