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Imagem: reprodução/internet

O Google Drive recebeu uma nova atualização e agora pode reproduzir vídeos de maneira mais dinâmica, uma vez que a Google passou a adotar o padrão Dynamic Adaptive Streaming via HTTP, o que deixa a reprodução dos vídeos diretamente ligada à qualidade da conexão da internet.

Na prática, se a velocidade da conexão for baixa, o vídeo não será pausado por alguns segundos para carregar e terá a resolução reduzida, para que a exibição seja mantida sem travamentos. A Google também promete que haverá um atraso menor entre o clique no vídeo e sua execução.

No caso de uma conexão melhor, a empresa ainda prometeu que haverá uma redução no tempo de espera de carregamento. Por enquanto, somente vídeos novos receberão a atualização para esse novo esquema. O conteúdo já armazenado deve receber alguma melhoria nos próximos meses.

Imagem: divulgação/Google

Nesta sexta-feira (16), o Android 15 foi anunciado pela Google, que promete melhorias na privacidade e segurança do usuário, bem como maximização do desempenho de aplicativos e maior suporte para criadores e desenvolvedores. Até o momento, a atualização foi lançada apenas para desenvolvedores. A beta para o público deve ser liberada entre março e abril.

Os dispositivos que receberam a versão de teste do Android 15 fazem parte da série Pixel, como as versões 6, 7, 8, Fold e Tablet.

A atualização acrescenta uma proteção extra contra malwares que podem infectar arquivos de aplicativos, e traz uma versão recente do Privacy Sandbox, que reduz abusos relacionados à publicidade. A versão também terá um compartilhamento parcial de tela, permitindo que apenas uma área específica dela seja gravada.

O Android 15 também terá ajustes de câmera, que permitirão que aplicativos usem os recursos de hardware de última geração. Será possível controlar a intensidade do flash e o brilho da visualização da câmera.

Criadores de música também serão beneficiados, visto que haverá melhorias no suporte a apps MIDI virtuais, oferecendo mais funcionalidades de composição, e otimizações no gerenciamento térmico e de energia em aplicativos e jogos de alto desempenho.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Brasil é o segundo país que mais pesquisa sobre transtorno de ansiedade no mundo, ficando atrás apenas da Ucrânia. As informações são do Google Trends, que monitora as principais buscas da plataforma. Os brasileiros têm se mantido em segundo lugar nos últimos 12 meses.

No período de um ano, houve um aumento de 110% nas buscas pelo termo “ansiedade”, enquanto o de “transtorno de ansiedade de separação” cresceu mais de 400% no mesmo período. Nas pesquisas, os temas ligados ao assunto que mais se destacam são “sintoma”, “transtorno de ansiedade”, “depressão”, “ataque de pânico” e “doença”.

“A ansiedade pode ser mental em tempos de antecipação de sofrimento e preocupações excessivas, mas muitas vezes, ela é manifestada também no corpo através de palpitações, alterações do trato gastrointestinal, sudorese excessiva, taquicardia e problemas de sono. Muitas vezes a pessoa ansiosa também tem sintomas depressivos”, disse a psiquiatra do Hospital Sírio-Libanês, Carolina Hanna.

Cinco estados do Nordeste lideram o ranking de buscas, sendo eles Paraíba, Maranhão, Ceará, Piauí e Pernambuco.

Estudantes ansiosos

Uma pesquisa global realizada pela Chegg.org indica que 65% dos universitários brasileiros afirmam sentir ansiedade diariamente. O número é o segundo maior entre os países participantes, ficando atrás dos Estados Unidos, que tem 68% dos estudantes ansiosos.

O diagnóstico do transtorno é feito de maneira clínica, por um psicólogo ou psiquiatra.

Problemas com os mesmos sintomas

De acordo com Carolina, a depressão e a ansiedade possuem sintomas semelhantes e afirma que as pessoas reconhecem mais facilmente quando estão ansiosas do que depressivas. “A pessoa não se sente fracassada se ela admite que ela está sofrendo de ansiedade, mas muitas pessoas se sentem fracassadas ao pensar que podem estar deprimidas”, comentou.

O tratamento pode envolver a psicofarmacologia, mas caso o problema seja uma síndrome clínica, com prejuízo considerável na qualidade de vida em geral, é recomendado que se utilize medicação.

Foto: Ilustração

Atualmente, passar contatos do Android para iPhone (iOS) é uma tarefa fácil de ser feita pela sincronização das contas do Google. O recurso é uma alternativa para pessoas que estão mudando de celular ou que simplesmente querem compartilhar números entre dois smartphones. Vale indicar que a função precisa ser ativada no Android e confirmada no iPhone.

Outra alternativa é importar o arquivo vCard pelo navegador para inseri-lo no iCloud. Antes de transferir contatos do Android para iPhone identifique quais contas da Apple e do Google estão logadas nos dois aparelhos, para que os dados sejam importados corretamente.

O procedimento pode ser feito direto pelas configurações do celular Android e confirmado no iPhone, mas também é possível usar o navegador para sincronizar os dados.

Como sincronizar a agenda de contatos do Android com a conta do Google

O primeiro passo é se certificar de que os contatos do seu aparelho Android estão sincronizados com a sua conta do Google na nuvem. Para isso, veja o tutorial a seguir:

Como ativar a sincronização da agenda de contatos do Google no iPhone

Após ter sincronizado os contatos que estão no aparelho Android com a nuvem do Google, o próximo passo será a ativação desta opção no iPhone. Veja como:

Como passar contatos do Android para iPhone com um aquivo vCard

*Por TechTudo

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