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Alemanha é bronze do futebol feminino olímpico - Olivier CHASSIGNOLE / AFP

A Alemanha venceu a Espanha por 1 a 0 nesta sexta-feira (9), em Lyon, e ficou com a medalha de bronze no futebol feminino nas Olimpíadas de Paris. De pênalti, Gwinn fez o gol da vitória, que garantiu o terceiro lugar no torneio para as alemãs pela quarta vez na história.

Essa é a quarta medalha de bronze alemã na modalidade. Anteriormente, o país já havia conquistado a terceira colocação nos Jogos de Sydney-2000, Atenas-2004 e Pequim-2008. Em 2016, saíram do Rio com o ouro olímpico.

As espanholas, atuais campeãs mundiais, seguem sem nunca ter alcançado uma medalha em Olimpíada. Elas entraram no torneio como favoritas, mas acabaram elimiandas pelo Brasil na semifinal.

A HEROÍNA ALEMÃ

Berger foi, mais uma vez, a heroína da Alemanha nas Olimpíadas de Paris. A goleira foi o grande destaque da partida contra o Canadá pelas quartas de final, onde defendeu dois pênaltis e ainda marcou na cobrança que colocou a equipe na semifinal.

Nesta sexta-feira, a jogadora de 33 anos brilhou novamente. Além de fazer defesas importantes ao longo da partida, a camisa 12 parou a penalidade máxima cobrada por Alexia Putellas no último minuto da partida e garantiu a medalha de bronze para a Alemanha.

Quando será a final

A final do futebol feminino entre Brasil e Estados Unidos está marcada para acontecer no próximo sábado, 10, às 12h, no Parque dos Príncipes, em Paris.

Governador Paulo Dantas na Abertura do P20 no Centro de Convenções
Thiago Sampaio / Agência Alagoas

A 1ª edição da Reunião de Mulheres Parlamentares do P20 está sendo realizada em Maceió (AL). A abertura aconteceu na segunda-feira (1º) - e o evento segue nesta terça-feira (2). Participam da reunião congressistas e parlamentares dos países que integram o G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) e organismos internacionais para discutir justiça social e sustentabilidade, colocando mulheres e meninas no centro dos debates.

Na abertura, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), destacou que a intenção de trazer o evento internacional para Maceió, além de divulgar a cidade, é tornar o debate sobre igualdade de gênero parte essencial e permanente do calendário do P20.  As discussões feitas em Alagoas, agora em julho, serão levadas à décima cúpula do G20, marcada para o mês de novembro, em Brasília, conforme Lira prometeu.

Arthur Lira citou que a promoção da igualdade de gênero é medida imprescindível para o desenvolvimento social e econômico das nações, sendo imperioso implementar políticas públicas em todas as áreas, para assegurar mais oportunidades e mais direitos para as mulheres.

Governador Paulo Dantas

O governador Paulo Dantas destacou o protagonismo das mulheres no governo estadual durante a cerimônia de abertura da 1ª Reunião de Mulheres Parlamentares do P20, o fórum do Poder Legislativo do G20. No discurso, Paulo ressaltou que Alagoas, tradicionalmente conhecida como "terra de cabra macho", agora se orgulha de ser reconhecida como "terra de mulheres extraordinárias".

Ele enfatizou ainda que o secretariado do Governo de Alagoas é composto majoritariamente por mulheres, constituindo 61% dos cargos de liderança, um feito inédito no Brasil. "São mulheres que lideram políticas públicas, bons projetos e ações do governo de Alagoas. É maioria feminina comandando o primeiro escalão. Somos o único estado na história do Brasil a ter a maioria feminina comandando as principais políticas. Na minha avaliação, quanto mais mulheres na política, teremos mais política para as mulheres", afirmou o governador.

Benedita da Silva

A deputada federal Benedita da Silva, coordenadora-geral do P20, defendeu maior participação das mulheres na política para equiparar a representação feminina no Poder Legislativo. “Precisamos que vocês assumam, conosco, a missão de dar continuidade a esse trabalho”, afirmou ela, ao se referir aos parlamentares mais jovens.

Benedita destacou que o objetivo é garantir a paridade de gênero nos debates. “Queremos garantir equidade, enfrentar essa batalha e essa luta. Nós mulheres ainda temos que travar muitas batalhas para que tenhamos uma justa representatividade”.

 

 

"Brabas" comemoram título- Foto: Nayra Halm / Staff Images Woman / CBF / Jogada10

 

O Corinthians venceu a Ferroviária de Araraquara por 2 a 1 e sagrou-se penta do Brasileirão feminino. O triunfo das Brabas veio em grande estilo, neste domingo (10/9), numa Neo Química Arena quebrando recorde de público sul-americana para a categoria. Foram 42.326 torcedores e com a Fiel apoiando do início ao fim. Na partida de ida houve empate por 1 a 1, em Araraquara. No jogo da volta, a Ferroviária saiu na frente com um gol de Myllena Carioca logo no início.  Jhennifer empatou ainda no primeiro tempo e a veterana Tamires virou na etapa final, definindo o placar em 2 a 1 em favor do Corinthians.

Assim, o Corinthians celebra seu quinto caneco nacional (tetra seguido): 2018, 2020, 2021, 2022 e 2023. A Ferroviária, campeão em 2014 e 2019 (em cima do Corinthians, após dois empates e vitória nos pênaltis) encerra como vice-campeã, mas mostrando a sua força. O jogo também foi o início da despedida do treinador Arthur Elias. O supercampeão vai comandar a Seleção Brasileira e seu último torneio com as Brabas (a Libertadores) não será na casa do Timão.

Ficha técnica

Corinthians 2 x 1 Ferroviária

Local: Neo Química Arena, São Paulo (SP)

Público: 42.326

CORINTHIANS: Lelê; Paulinha (Katiuscia, 13'/2ºT), Mariza, Tarciane e Yasmin; Duda Sampaio, Jaque Ribeiro (Gabi Portilho, 34'/1ºT), Gabi Zanotti (Ju, 39'/2ºT) e Tamires (Fernanda, 39'/2ºT); Jheniffer e Millene (Vic Albuquerque, 13'/2ºT) Técnico: Arthur Elias

FERROVIÁRIA: Luciana; Mônica (Daiane, 36'/2ºT), Day Silva, Luana Sartório e Géssica (Ingryd, 36'/2ºT); Barrinha, Raquel Domingues, Mylena Carioca (Aline Gomes, 10'/2ºT) e Suzane Pires (Sochor, 19'/2ºT); Eudimilla e Laryh (Lelê, 36'/2ºT). Técnica: Jéssica de Lima

Gols: Mylena Carioca, 9'/2ºT (0-1); Jheniffer, 41'/2ºT (1-1); Tamires, 13'/2ºT (2-1)

Árbitra: Edina Alves Batista

Auxiliares: Neuza Ines Back e Fabrini Belivaqua Costa (SP) - Fifa (ambas Fifa-SP)

VAR: Daiane Muniz (Fifa-SP)

Cartões amarelos: Millene, Mariza (COR), Eudimilla, Raquel Domingues, Luana (FER)

cartão vermelho: Jessica de Lima (FER, 50'/2ºT)

 

Huitema, do Canadá, e Ucheibe, da Nigéria, disputam bola (Foto: Robert Cianflone/Getty Images)

E segue a Copa do Mundo feminina. Canadá e Nigéria empataram por 0 a 0, na madrugada desta sexta-feira (21/07), em Melbourne, na Austrália. A seleção canadense teve a grande chance do jogo, em pênalti cobrado por Sinclair, mas Nnadozie defendeu a cobrança e evitou a derrota nigeriana. A goleira foi o destaque da partida, com grandes defesas, além do pênalti que defendeu.

Suíça vence Filipinas

A Suíça confirmou o favoritismo no confronto diante das Filipinas e venceu por 2 a 0, em sua estreia na Copa do Mundo Feminina 2023. A equipe europeia dominou o time asiático, estreante em Copas. O jogo aconteceu em Dunedin, na Nova Zelândia. Bachmann abriu o placar cobrando pênalti, e Piubel fechou na etapa final.

Espanha vence Costa Rica

Ainda na manhã desta sexta-feira (21), no horário de Brasília, a Espanha teve uma estreia tranquila na Copa do Mundo Feminina, com uma vitória sobre a Costa Rica, por 3 a 0. A partida aconteceu no Wellington Regional, da Nova Zelândia,  e foi válida pela primeira rodada do Grupo C.  O placar só não foi mais elástico devido a boa atuação da goleira Solera, que defendeu pênalti e brilhou no segundo tempo, salvando a Costa Rica de um vexame ainda maior.  Del Campo, Bonmati e González fizeram os gols.

Wilkinson celebra o gol da vitória da Nova Zelândia sobre a Noruega (Foto: Getty Images)

A Copa do Mundo Feminina de 2023 começou com um resultado surpreendente. A anfitriã Nova Zelândia bateu a Noruega por 1 a 0 e conquistou sua primeira vitória na história dos Mundiais. Wilkinson, com grande atuação, marcou o único gol da partida, que abriu o torneio em Auckland.

Apesar de já ter participado de cinco Copas do Mundo Femininas, com 15 jogos disputados, a seleção da Nova Zelândia chegou ao Mundial no qual é uma das anfitriãs com um jejum incômodo: jamais havia vencido uma partida no torneio. A primeira vitória neo-zelandesa na história das Copas veio na 16ª partida, abrindo caminho para uma inédita classificação para as oitavas de final.

Recorde de Público

Para abrir o torneio, que promete ter a melhor média de público da história das Copas do Mundo Femininas, a torcida marcou presença no Eden Park, o estádio nacional do futebol neo-zelandês. Foram 42.137 torcedores presentes na abertura do Mundial, configurando o maior público de uma partida de futebol na história da Nova Zelândia.

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