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Caso está sendo investigado pelo Escritório de Campo do FBI em Oklahoma City | Flickr

A Polícia Federal dos Estados Unidos (FBI, na sigla em inglês) prendeu um homem de nacionalidade afegã - que planejava um ataque terrorista no dia das eleições presidenciais, marcadas para 5 de novembro. Segundo os agentes, o suspeito é ligado ao Estado Islâmico e trabalhava com um cúmplice menor de idade.

Identificado como Nasir Ahmad Tawhedi, o suspeito entrou em solo americano em 2021 usando um visto especial para imigrantes. Nas últimas semanas, ele comprou dois rifles AK-47, 10 carregadores e cartuchos de munições – os quais seriam usados no atentado -, bem como passagens para que sua família voltasse para o Afeganistão.

Tawhedi foi preso junto ao cúmplice, em Oklahoma, onde compravam mais munições. Após a prisão, ele confessou que ambos planejavam abrir fogo contra grandes aglomerações de eleitores e que, depois, tirariam as próprias vidas.

"Este réu, motivado pelo ISIS, conspirou para cometer um ataque violento, no dia da eleição, aqui em nossa terra natal", disse o diretor do FBI, Christopher Wray. "Estou orgulhoso dos agentes do FBI que descobriram e impediram a trama antes que alguém fosse ferido. O terrorismo ainda é a prioridade número um do FBI”, completou.

De acordo com o Departamento de Justiça, Tawhedi foi acusado de conspirar e tentar fornecer apoio material ao Estado Islâmico, que acarreta uma pena máxima de prisão de 20 anos. Ele também deve responder por receber uma arma de fogo para ser usada para cometer terrorismo, crime que prevê pena máxima de prisão de 15 anos.

Donald Trump- Reprodução @realDonaldTrump Truth Social

O Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos (FBI) afirmou, na segunda-feira (19), que têm confiança de que o Irã foi o responsável por um ataque cibernético à campanha presidencial de Donald Trump no dia 10 de agosto. Segundo a campanha do candidato, documentos foram vazados.

A invasão faz parte de um esforço para interferir na política americana e, possivelmente, influenciar o resultado das eleições.

Esta foi a primeira vez que o governo dos EUA atribuiu a culpa por esses ataques, que voltam a levantar o alerta sobre a interferência estrangeira nas eleições americanas.

O FBI e outras agências federais destacaram que, além da Rússia e China, o Irã continua sendo uma das maiores preocupações. Além de invadir a campanha de Trump, as autoridades acreditam que o Irã também tentou hackear a campanha presidencial de Kamala Harris.

A missão do Irã nas Nações Unidas negou as alegações, classificando-as como “infundadas e sem qualquer fundamento”. Segundo Teerã, o Irã não possui nem o motivo nem a intenção de interferir na eleição americana, desafiando os EUA a apresentar provas concretas.

Trump leva tiro na orelha durante comício na Pensilvânia | Foto: Reuters/Brendan McDermid (13/07/2024)

O FBI, principal agência federal de investigação dos EUA, confirmou que o ex-presidente Donald Trump foi de fato ferido por uma bala “inteira ou fragmentada” no atentado sofrido durante um comício no dia 13 de julho, na Pensilvânia.

“O que impactou o ex-presidente na orelha foi uma bala, inteira ou fragmentada em pequenos pedaços”, afirmou, em comunicado, o FBI.

No dia 13 de julho, Trump fazia um comício na Pensilvânia quando foi atingido na orelha após disparos de fuzil, realizados por um homem de 20 anos, que foi morto por agentes do Serviço Secreto. Uma pessoa que acompanhava o discurso morreu, e outras duas ficaram feridas.

Segundo o New York Times, em matéria nesta sexta-feira, “uma análise detalhada das trajetórias das balas, imagens, fotos e gravações de áudio (...) sugere de forma contundente que Trump foi ferido de raspão pela primeira das oito balas disparadas”.

Polícia perto da casa de Thomas Matthew Crook, morto após tentar assassinar Donald Trump — Foto: Carlos Osorio/Reuters

Investigadores procuram por pistas que podem ter levado Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, a tentar assassinar , no último sábado (13), o ex-presidente Donald Trump, candidato do Partido Republicano à presidência dos Estados Unidos.

O FBI disse que estava investigando o caso como um possível ato de terrorismo doméstico, mas a ausência de um motivo ideológico claro por Crooks --morto a tiros pelo Serviço Secreto-- alimentou teorias conspiratórias.

"Insto a todos — todos, por favor, não façam suposições sobre seus motivos ou suas afiliações", disse o presidente Joe Biden em declarações no domingo na Casa Branca. "Deixe o FBI fazer seu trabalho, e suas agências parceiras fazerem seu trabalho. Instruí que esta investigação seja completa e rápida".

Na avaliação do FBI, o atirador aparentemente "agiu sozinho". Investigadores não encontraram comentários ameaçadores em suas contas de mídia social nem posições ideológicas que pudessem ajudar a explicar por que ele mirou em Trump antes que o Serviço Secreto retirasse o então candidato presidencial republicano do palco, com o rosto manchado de sangue.

Dois espectadores ficaram gravemente feridos, enquanto um ex-chefe de bombeiros da região, Corey Comperatore, foi morto. O governador da Pensilvânia disse que Comperatore, 50 anos, morreu como herói ao se jogar sobre sua família para protegê-los.

Thomas Matthew Crooks em 2021 — Foto: Distrito Escolar de Bethel Park via AP
Foto: Geraldo Magela/Senado

Nesta sexta-feira (26), o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), prestou um depoimento de 2h20 a investigadores do FBI e da Polícia Federal (PF) brasileira. A ação foi realizada através de uma videoconferência, que teve início às 11h. Durante sua fala, Cid deu novos detalhes sobre as joias sauditas recebidas de presente pelo governo brasileiro e que teve uma parte vendida nos EUA.

Essa foi a primeira vez que os federais americanos participaram de uma oitiva com Mauro Cid. Durante o depoimento, o militar forneceu horários, endereços e dias da chamada “operação resgate” das joias.

Um novo depoimento de Cid não está descartado.

PF nos EUA

Uma equipe da PF brasileira viajou aos Estados Unidos para colher evidências sobre o caso das joias sauditas e da fraude em cartões de vacina envolvendo o entorno de Bolsonaro. Na América, os agentes devem conseguir imagens e documentos que ajudem na conclusão do inquérito sobre ambos os episódios investigados.

Os comerciantes das lojas onde as joias foram vendidas e recompradas também devem ser ouvidos.

Foto: Reuters

Hoje (1°), uma SUV colidiu com o portão do escritório do Departamento Federal de Investigação (FBI, no inglês) dos Estados Unidos, em Atlanta, no estado americano da Geórgia. O objetivo do condutor ainda é desconhecido. Ninguém do FBI ficou ferido.

Autoridades informaram que a SUV parecia estar seguindo outro veículo, que havia entrado pelo portão da sede. Depois da colisão, o motorista saiu da SUV e tentou entrar no prédio, mas foi detido e levado para um hospital, para passar por uma avaliação.

Um esquadrão antibombas foi enviado ao local e examinou o veículo, mas nada de suspeito foi encontrado.

Uma investigação foi iniciada para saber qual foi o motivo do incidente.

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