Foto: Giorgio Viera/AFP

Nesta segunda-feira (15), durante a Convenção Nacional Republicana (RNC, no inglês), o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi oficializado como candidato do Partido Republicano para as eleições presidenciais americanas de 2024. A votação deve ocorrer no dia 5 de novembro.

O senador J.D. Vance será o candidato a vice-presidente da chapa de Trump.

Em 12 de março, o ex-presidente já havia conseguido a maioria dos delegados necessários para a indicação do partido, 1.215. Os delegados são figuras do sistema eleitoral estadunidense.

Joe Biden também conseguiu o mesmo número de delegados. A convenção do partido Democrata está marcada para agosto, quando o atual presidente deve ter a candidatura confirmada.

Plenário da Câmara dos Deputados - Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados

Antes de se posicionar na disputa pela sucessão na Câmara, a bancada do agronegócio espera o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), definir qual candidato terá seu apoio. Parlamentares ligados à diretoria da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) afirmam considerar o momento ainda prematuro para essa discussão e dizem que qualquer costura política depende das sinalizações de Lira. De antemão, deputados ruralistas consideram que um candidato com "sensibilidade" às pautas do agro terá a preferência.

O presidente da FPA, Pedro Lupion (PP-PR), é citado pelo setor e por alguns parlamentares como possível nome na disputa, mas integrantes do Centrão questionam sua viabilidade, já que as articulações para o comando da Câmara dependem mais de acordos partidários e de orientações das lideranças.

Diante disso, a influência das bancadas temáticas no processo costuma ocorrer mais por meio das próprias legendas. Também dizem que as pré-candidaturas já estão consolidadas e dificilmente haverá espaço para um novo competidor.

As tratativas devem ganhar força somente após as eleições municipais de outubro, mas Lira tem dito nos bastidores que escolherá em agosto seu candidato. A eleição que renovará o comando das duas Casas do Congresso ocorrerá em fevereiro do ano que vem. Em público, o presidente da Câmara já citou três nomes: o líder do PSD, Antonio Brito (BA), o primeiro-vice-presidente da Casa, Marcos Pereira (Republicanos-SP), e o líder do União Brasil, Elmar Nascimento (BA), considerado o favorito de Lira.

A sucessão da Câmara ainda não é pauta prioritária na diretoria da frente parlamentar. No momento, Plano Safra, crise do arroz e reforma tributária concentram os esforços setoriais. Lupion tem dito a interlocutores que a bancada tende a avalizar e orientar o nome endossado por Lira, se o candidato também mantiver compromissos com a pauta setorial.

"Lira tem compromisso conosco Vamos aguardar a definição dele para o próximo passo", disse ao Broadcast. No entanto, ainda não há acordo firmado com o presidente da Câmara para isso. A FPA, maior bancada da Câmara com 324 deputados, deu apoio unânime à reeleição dele em 2023.

Reprodução SBT News

Diversas câmeras de celulares registraram o momento que o candidato a prefeitura de Coyuca de Benítez, no estado de Guerrero, no México, foi assassinado a tiros durante um comício na cidade, na noite da última quarta-feira (29).

As imagens registradas por apoiadores, que viralizaram na quinta-feira (30), mostram Alfredo Cabrera animado ao chegar no local. Momentos depois, é possível ver que o atirador surge por trás do candidato e dispara a arma ao menos duas vezes.

Alfredo Cabrera foi atingindo nas costas e na cabeça. O suspeito de atirar no candidato também foi morto no local.

Duas mulheres lideram as pesquisas para a vaga da presidência, mas a favorita é Claudia Sheinbaum, ex-prefeita da Cidade do México e indicada pelo atual presidente, Andrés Manuel López Obrador.

Policiais isolam área da queda do palco durante o comício do candidato Jorge Alvarez Maynez em Nuevo Leon
Foto: © Julio Cesar AGUILAR

Nove pessoas morreram e um candidato presidencial foi levado ao hospital depois que um palco desabou sob fortes ventos em um comício de campanha no México nesta quarta-feira (22).

O candidato Jorge Álvarez Máynez disse que não ficou ferido no incidente, ocorrido durante seu evento de campanha na cidade de San Pedro Garza García, no nordeste do país.

O governador do estado mexicano de Nuevo León disse que pelo menos 54 pessoas ficaram feridas e que operações de resgate estavam em andamento para salvar algumas das pessoas presas sob o palco desabado.

Entre os mortos está um menor de idade, disse o governador Samuel García em postagem no X, acrescentando que alguns dos feridos estão estáveis, enquanto outros estão sendo operados.

Vídeos compartilhados nas redes sociais mostraram o momento em que uma forte rajada fez o palco desabar. Álvarez Máynez e sua equipe podem ser vistos correndo para se proteger enquanto a estrutura, que incluía uma grande tela de vídeo, cai sobre o palco e parte da plateia.

O serviço meteorológico do México previu ventos fortes em toda a região, alertando para rajadas de até 70 quilômetros por hora a partir da tarde de quarta-feira.

Álvarez Máynez disse mais tarde que suspenderia todas as atividades de campanha após o colapso, mas que permaneceria no estado para monitorar a situação e as vítimas.

Foto: Cláudio Barbosa

A  eleição para a presidência do Senado só acontecerá em 2025, porém, como geralmente acontece na política, as articulações de bastidores já estão ocorrendo. Os nomes dos ex-presidentes da casa, Renan Calheiros (MDB) e David Alcolumbre (União Brasil-AP), estão sendo citados como possíveis candidatos.

Esta semana, o ministro dos Transportes e senador licenciado, Renan Filho, esteve em Alagoas participando da assinatura para investimentos no estado via Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 3), e foi abordado pela reportagem da Tribuna Independente. Na oportunidade, destacou que o MDB, partido ao qual é filiado, deve lançar um nome para disputar a presidência do Senado. “Ainda está muito distante da eleição, mas eu acredito que o MDB terá um candidato à presidência do Senado, temos bons nomes por lá”.

De acordo com pesquisa Painel do Poder, do portal Congresso em Foco, realizada em setembro com líderes do Legislativo federal, Davi Alcolumbre é lembrado por 41% dos entrevistados. Atrás dele vêm os senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Rogério Marinho (PL-RN).

O levantamento perguntou aos parlamentares sobre quem eles acham que vai vencer, e não quem eles desejam que vença.

Alcolumbre já foi presidente do Senado por dois anos, de 2019 a 2021. É, hoje, o candidato preferencial de Rodrigo Pacheco, atual ocupante do cargo. O senador foi considerado um importante articulador da eleição de Pacheco.

Renan Calheiros foi presidente do Senado, por mais de seis anos (2005-2007 e 2013-2017).

 

Fernando Villavicencio/REUTERS/Karen Toro

Seis pessoas suspeitas de terem participado da morte de Fernando Villavicencio, candidato à Presidência do Equador nas eleições deste ano, foram mortas na prisão, de acordo com as autoridades do país.

Villavicencio foi assassinado em agosto, a poucos dias da eleição, quando deixava um comício em Quito. O candidato foi alvo de um ataque a tiros.

De acordo com o departamento do governo que cuidada das pessoas privadas de liberdade, os presos foram mortos dentro de uma penitenciária de Guayaquil, na região sudoeste do país.

Os presos foram mortos na tarde da sexta-feira (06). As autoridades informaram que todos os assassinados são colombianos.

"O governo nacional condena o ocorrido e reforça sua vontade política para colaborar com as investigações pertinentes a fim de identificar os responsáveis intelectuais do crime contra o ex-candidato", diz um comunicado.

Em uma rede social, o presidente Guillermo Lasso afirmou que ordenou uma reunião imediata do Gabinete de Segurança após o ocorrido.

"Nem cumplicidade nem encobrimento, aqui a verdade será conhecida", escreveu.

O caso

Fernando Villavicencio foi assassinado no dia 9 de agosto. Imagens feitas naquele dia registraram o momento em que o candidato deixa um comício e entra em um carro. Depois disso, vários disparos de arma de fogo foram feitos.

O candidato foi baleado na cabeça e não resistiu aos ferimentos. No mesmo dia, seis colombianos foram presos. Um outro suspeito morreu em um confronto armado com seguranças de Villavicencio.

Ex-jornalista e ex-sindicalista, Villavicencio tinha 59 anos e, durante carreira, fez denúncias contra o governo. Ele chegou a ser condenado por injúria, em 2014.

Já entre 2021 e 2023, atuou como deputado federal. Ele se declarava como defensor das causas sociais indígenas e dos trabalhadores.

Após a morte, Villavicencio foi substituído por Christian Zurita na chapa presidencial. Ele ficou em terceiro lugar na disputa. O segundo turno das eleições está marcado para 15 de outubro e será entre a esquerdista Luisa González e o direitista Daniel Noboa.

O Equador enfrenta há anos uma onda de violência ligada ao narcotráfico, principalmente por ter se tornado uma rota importante de transporte da droga para os Estados Unidos e por ter recebido grupos criminosos vindos da Colômbia.

No fim de setembro, a viúva de Fernando Villavicencio também foi alvo de um atentado em Quito, mas não se feriu.

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