


A namorada do filho de Gal Costa, Daniela Tonani entrou na Justiça pedindo uma medida contra Wilma Petrillo. Segundo a moça, a viúva da cantora teria ameaçado sua família, incluindo uma criança de seis anos. As primeiras informações foram divulgadas pelo jornalista Valmir Moratelli, da Veja, que teve acesso ao inquérito policial.
No entanto, o colunista Daniel Nascimento, do O Dia, deu mais detalhes do imbróglio, uma vez que Wilma não aceita a relação de Gabriel Costa com a médica. Por conta disso, Petrillo enviou mensagens ameaçando os parentes de Tonani.
Daniela deu queixa de Wilma ainda em fevereiro, provando através de prints. Em uma das conversas, Petrillo encaminhou uma foto do filho caçula de Tonani, seguida da frase: “Você não perde por esperar”. E seguiu em outro diálogo: “Jogou mal, muito mal”.
Wilma Petrillo teria ainda mencionado os endereços da residência de Daniela Tonani, além de ter indicado que sabia onde ele estudava.
Daniel Nascimento divulgou que a promotoria do caso se baseou na Lei Henry Borel, criada com o objetivo de proteger a integridade física e psicológica de crianças e adolescentes.
Para quem não lembra, a sanção foi inspirada na morte de Henry Borel, que foi agredido pelo padrasto, Jairo de Souza Santos Junior, conhecido com o Dr. Jairinho, com o conhecimento da própria mãe, Monique Medeiros.
A solicitação da medida protetiva ainda será analisada por um juiz.

Wilma Teodoro Petrillo, viúva da cantora Gal Costa, pediu à Justiça de São Paulo a urgente realização de uma perícia psicossocial em Gabriel Costa, filho da cantora. Segundo ela, o jovem de 18 anos está sofrendo manipulação por parte da atual namorada, que seria, de acordo Wilma, 33 anos mais velha que Gabriel.
A viúva diz que, quando iniciou relacionamento com a mulher de 51 anos, mãe de sua ex-namorada, Gabriel deixou de frequentar as consultas com psiquiatra e psicólogo com quem fazia acompanhamento desde a adolescência.
Wilma também pede que os profissionais sejam ouvidos como testemunhas no processo e alega que Gabriel pode estar em situação de extrema vulnerabilidade.
Os pedidos da ex-companheira de Gal são uma resposta ao processo movido por Gabriel Costa, que pede nulidade de um documento assinado por ele mesmo, no qual dizia que Wilma Petrillo vivia com Gal como se elas fossem casadas. A declaração de Gabriel foi determinante para que o Judiciário reconhecesse que Wilma mantinha união estável com Gal, o que a colocou também na posição de herdeira.
Alega coações
O herdeiro afirma que apenas escreveu e assinou a carta porque teria sido coagido por Wilma. Ele diz que temia por sua segurança física e psicológica em razão de, à época, morar na mesma casa que a viúva.
O herdeiro diz que as coações começaram a partir da morte de Gal, em novembro de 2022.
Exumação
A Justiça de São Paulo negou o pedido de exumação do corpo de Gal Costa, que morreu aos 77 anos em novembro de 2022. Isso porque a solicitação feita por Gabriel Costa, filho da cantora, extrapola a esfera administrativa e registral da Vara de Registros Públicos, que ficou responsável por analisar o requerimento.
A juíza pediu, ainda, que o processo seja encaminhado à polícia, por meio da Central de Inquéritos Policiais e Processos (CIPP), para apuração dos fatos narrados por Gabriel Penna Burgos Costa e investigação de possível crime cometido por Wilma Petrillo, viúva da artista.
Gabriel questiona a informação do atestado de óbito e agora quer uma perícia judicial para determinar a causa da morte da cantora.
Segundo o documento, Gal morreu aos 77 anos, em novembro de 2022, em decorrência de um infarto agudo no miocárdio. A certidão descreve ainda como causa da morte uma neoplasia maligna [câncer] de cabeça e pescoço.
Gabriel diz que, um dia antes do falecimento, a mãe estava aparentemente bem de saúde. Segundo ele, no momento da morte, não havia nenhum médico que pudesse atestar o verdadeiro motivo do óbito.
A petição afirma também que Wilma Petrillo, viúva de Gal e madrinha de Gabriel, recebeu o Samu no local da morte e proibiu "qualquer autópsia que fornecesse maiores informações e determinando desde logo o sepultamento em jazigo particular, de acesso restrito".
Em nota, as advogadas de Gabriel informaram que "saúdam a decisão da Justiça que determina a apuração da causa da morte de Gal Costa, uma das maiores cantoras do Brasil. Sua família e seus fãs têm o direito de saber a verdade dos fatos".
Sepultamento
Outro fato que caberá à autoridade policial investigar são as razões pela qual Wilma Petrillo segregou o corpo de Gal Costa em cemitério na capital paulista. Wilma não desconhecia a vontade de Gal Costa de ser sepultada junto com a sua mãe, Mariah, em jazigo por ela adquirido no Rio de Janeiro.
Desta forma, a defesa de Gabriel Costa recorrerá da parte da decisão judicial que não deferiu o traslado do corpo de Gal Costa ao Rio de Janeiro”, diz o comunicado.
O filho pede, também, que o corpo da mãe seja transferido do Cemitério da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, na região central da cidade de São Paulo, para o Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

Gabriel Costa, filho da cantora Gal Costa (1945-2022), pediu à Justiça que o corpo da mãe seja exumado para uma nova investigação sobre a morte dela. Segundo o atestado de óbito da cantora, ela sofreu um infarto agudo do miocárdio. O laudo também indica que ela estava com câncer na cabeça e no pescoço.
De acordo com a Folha de S.Paulo, o herdeiro de 18 anos quer sabe o que exatamente provocou o infarto em Gal, morta aos 77 anos. Na ação, ele ainda solicitou que os restos mortais dela fossem transferidos para um cemitério no Rio de Janeiro, onde a artista havia bancado um jazigo ao lado de sua mãe. Ela está enterrada em São Paulo.
O único filho da cantora briga na Justiça com Wilma Petrillo, que alega ser a viúva de Gal Costa. Os dois se desentenderam por causa do inventário. Na época, Gabriel Costa era menor de idade e discordou que Wilma vivia com sua mãe em uma união estável. O garoto afirmou ao tribunal que as duas tinham apenas uma relação profissional, e ele a chamava de "madrinha".
Com 18 anos completos, ele ficou livre da tutela de Wilma e não quer que ela tenha direito aos bens deixados por Gal Costa. Eles residiam em uma casa localizada no Jardim Europa, bairro nobre da capital paulista.
Uma das advogadas de Gabriel Costa, Luci Ferreira Nunes afirmou à Folha que Wilma sabia que não teria direito a nada. Segundo a defensora, a cantora assinou um testamento antes de adotar Gabriel Costa e ditou que todos os seus bens fossem doados para a Fundação Gal Costa. Wilma foi testemunha da assinatura.
