AO VIVO
Casa destruída por tornado antes do furacão Milton em Fort Myers, na Flórida • Reuters

Pelo menos 27 tornados foram relatados na Flórida na quarta-feira (9), enquanto o furacão Milton pairava sobre o estado, de acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA. O SNM ainda trabalha para confirmar todos os relatos, uma atividade que levará algum tempo devido às condições da tempestade.

Cumulativamente, mais de 125 alertas de tornado foram emitidos na quarta-feira pelos escritórios do SNM em Tampa Bay, Melbourne e Miami. Este é o maior número de alertas de tornado já emitidos em um único dia para o estado da Flórida, quebrando o recorde anterior de 69 estabelecido em 10 de setembro de 2017 (durante o furacão Irma).

Postes caídos em Lee County antes da chegada do furacão Milton, na Flórida- Reuters

Um tornado no Condado de St. Lucie provou ser mortal para alguns moradores de uma comunidade de aposentados de casas móveis.

Inundações- A chuva acumulada já chega a 228 mm, mas espera-se que o nível aumente ainda mais na área sob alerta, disse o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA. “Enchentes repentinas estão em andamento ou devem começar em breve”, alertou o Serviço Nacional de Meteorologia em Melbourne.

Imagens mostram um potencial tornado se formando sobre Clewiston, Flórida, enquanto o furacão Milton se aproximava do estado • Koby Kreiger /TMX

Queda de energia- Mais de 3 milhões de residências e empresas estão sem energia na Flórida, de acordo com o poweroutage.us.  Até agora, as comunidades mais afetadas estão principalmente na área da Baía de Tampa, como o Condado de Hardee, com 97% dos clientes monitorados sem energia, e o Condado de Manatee, com 85% dos clientes sem energia.

Consequências-À medida que o furacão Milton se move para o leste, alguns condados no oeste da Flórida começaram a avaliar os danos causados pela tempestade e a limpar os destroços provocados pela sua passagem. O Milton tocou o solo da Flórida na noite da quarta-feira, classificado como um furacão de categoria 3 — com ventos de 193 km/h — e cruzou o estado à noite com fortes chuvas e desencadeando uma onda de tornados que causou ainda mais dano e destruição.

Segundo autoridades, diversas mortes foram registradas numa comunidade de aposentados na cidade de Fort Pierce durante a onda de tornados, mas ainda não foram divulgadas mais informações nem o número de vítimas. Segundo o jornal The New York Times, equipes de busca e resgate estão atuando sem parar na tentativa de encontrar vítimas no local

O furacão foi rebaixado para a categoria 1, com ventos de 138 km/h no começo da manhã desta quinta.

Mulher lamenta estragos enquanto furacão Milton se aproximava da Flórida, em 9 de outubro de 2024 — Foto: Bill Ingram/USA Today via Reuters
Em Palm Beach, Flórida, a devastação causada pelo furacão Milton — Foto: Reprodução

 

 

Ruas vazias em Treasure Island, na região de Tampa (Flórida), antes da chegada do furacão Milton — Foto: The City of Treasure Island, Florida/Reuters

O Furacão Milton deve tocar a costa da Flórida, nos Estados Unbidos, entre a noite desta quarta-feira (9) e a madrugada de quinta-feira (10). Mais de 1 milhão de pessoas receberam ordens para sair de casa e procurar por abrigo imediatamente. A retirada deixou cidades-fantasmas e provocou congestionamentos.

O fenômeno ganhou uma força "explosiva" nos últimos dias, passando para a categoria máxima na escala de furacões. Segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês), os ventos podem chegar a 270 km/h.

O presidente Joe Biden afirmou que "Milton" deve ser o pior furacão a atingir a Flórida em mais de 100 anos.

Uma das primeiras áreas que serão afetadas é a região metropolitana de Tampa, onde vivem mais de 3 milhões de pessoas. Por lá, as autoridades esperam estragos generalizados em casas e edifícios. Também há risco de inundações.

No entanto, outras áreas da Flórida também podem ser fortemente afetadas, como Orlando. A Disney, por exemplo,  resolveu fgechar parques temáticos na região a partir desta quarta.

Furacão na Flórida: Thaeme e Léo Santana deixam o estado; Anitta e MC Loma ficam — Foto: Reprodução/Instagram

Vários famosos brasileiros foram pegos de surpresa pelo alerta de furacão na Flórida, nos Estados Unidos. A cantora sertaneja Thaeme, da dupla com Thiago, precisou interromper sua viagem com a família e deixar o estado por questões de segurança.

O cantor Léo Santana e sua esposa, Lore Improta, também decidiram partir mais cedo.

O furacão Milton, que se formou no Golfo do México, segue em direção à Flórida e deve atingir a costa nesta quarta-feira (9). Inicialmente classificado como categoria 5, o fenômeno passou pelo norte do México e agora é classificado como categoria 4, embora ainda mantenha grande potencial destrutivo. O presidente Biden alertou que Milton pode ser um dos piores furacões a atingir a Flórida em 100 anos.

Enquanto isso, Anitta e MC Loma decidiram permanecer no estado e compartilharam suas experiências nas redes sociais.

Anitta compartilhou a reação com a chegada do Furacão Milton — Foto: Reprodução/Instagram

Anitta apareceu nos Stories do Instagram, na noite desta terça-feira (8), para compartilhar com os seguidores sua reação ao descobrir que estaria na Flórida, Estados Unidos, durante a devastação do Furacão Milton pelo local.

A cantora, que tem uma casa em Miami, apareceu sentada no sofá da residência, com a mão da boca e uma cara de incrédula.

"Essa sou eu percebendo que eu tenho 4 casas diferentes, mas acabei estando na casa de Miami bem quando o furacão ataca", escreveu na legenda.

O Furacão Milton, que se formou no Golfo do México, segue sua trajetória em direção à costa da Flórida. Tendo atingido a categoria 5 (agora estando na 4), o furacão fará todo o estado sentir efeitos da tempestade.

 

Furacão Helene mata 200 nos EUA e deixa rastro de destruição no país. Foto: Thomas Simonetti para The Washington Post via Getty Images

Sete dias após tocar o solo dos Estados Unidos, o furacão Helene já matou 200 pessoas no país, e deixou um rastro de destruição em nos estados atingidos.

De acordo com a agência Reuters, o fenômeno ainda deixou cerca de 1 milhão de pessoas sem luz e água na Carolina do Norte, Flórida, Geórgia, Carolina do Sul, Tennessee e Virgínia.

O Helene chegou ao país na última quinta-feira (26/9), e foi classificado como um furacão de categoria 4, em uma escala que vai até 5. Os ventos causados pela tempestade chegaram a 225 km/h.

Nessa quarta-feira (2/10), o presidente dos EUA, Joe Biden, e a vice-presidente Kamala Harris visitaram regiões afetadas pelo furacão.

Enquanto Biden esteve nos estados da Carolina do Norte e Sul, Kamala visitou a Geórgia.

Foto: Reprodução/Governo da Carolina do Norte

O número de mortos pela passagem do furacão Helene pelo sudeste dos Estados Unidos subiu para 159, segundo a agência Associated Press. Entre os estados mais afetados está a Carolina do Norte, onde o presidente Joe Biden deve fazer uma visita nesta quarta-feira (2).

No estado da Carolina do Norte, foram registradas pelo menos 74 mortes. Segundo Biden, os custos para reconstruir as áreas destruídas serão elevados. Em outros estados, as vítimas fatais foram distribuídas da seguinte forma:

Equipes de busca se espalharam pelos estados atingidos, utilizando helicópteros para alcançar áreas isoladas, superando pontes destruídas e caminhando por regiões de difícil acesso. O furacão Helene, uma das tempestades mais mortais da história dos EUA, deixou um rastro de destruição, interrompendo o fornecimento de energia elétrica e o serviço de telefonia celular em diversas cidades.

Os moradores, diante da falta de comunicação e sob intenso calor, buscaram alternativas para sobreviver. Alguns utilizaram churrasqueiras a carvão para preparar suas refeições, enquanto outros subiram áreas elevadas na tentativa de encontrar sinal de celular para informar seus familiares que estavam seguros.

Mais de 150 mil famílias já se registraram para receber auxílio da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (FEMA), e o número deve aumentar rapidamente nos próximos dias, informou Frank Matranga, representante da agência. Matranga destacou ainda que quase 2 milhões de refeições prontas para consumo e mais de 1 milhão de litros de água foram enviados para as áreas mais atingidas pela tempestade.

Furacão Helene provoca estragos em Boone, na Carolina do Norte, nesta sexta-feira (27). — Foto: Jonathan Drake/Reuters

O furacão Helene, que tocou o solo dos Estados Unidos na quinta-feira (26), já deixou 40 mortos em quatro estados do país, informaram autoridades locais nesta sexta-feira (27). A velocidade dos ventos, ao tocar o solo, foi estimada em 225 km/h.

As mortes ocorreram na Flórida, na Geórgia, na Carolina do Sul e na Carolina do Norte. Além disso, mais de 4 milhões de imóveis, entre casas e comércios, ficaram sem energia.

Na manhã desta sexta, o fenômeno deixou a Flórida e seguiu pelo estado da Geórgia. O furacão também foi rebaixado à condição de tempestade tropical.

Antes de chegar aos Estados Unidos, o furacão havia subido para a categoria 4, numa escala que vai até 5. Isso indicava que o fenômeno era "extremamente perigoso", segundo o Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês).

O Helene gerou alertas de estragos e inundações repentinas que se estendiam muito além da costa leste do país, alcançando o norte da Geórgia e o oeste da Carolina do Norte.

Além dos EUA, o furacão atingiu o México na quarta-feira (25). Por lá, o fenômeno provocou inundações e derrubou árvores. A região turística de Cancún, por exemplo, foi atingida.

Já em Cuba, o Helene deixou mais de 200 mil casas e empresas sem energia.

Fortes ventos do furacão John atingem a costa sul do México — Foto: Reprodução de vídeo

O furacão John fortaleceu-se na segunda-feira (23) para a categoria 3 (de um total de 5, na escala Saffir-Simpson) - e tocou o solo na costa sul do Pacífico mexicano, informou o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos.

John se aproximou do continente com ventos máximos de 195km/h, segundo a agência meteorológica.

“Ventos prejudiciais com força de furacão, tempestades com risco de vida e inundações repentinas estão em andamento”, reportou o NHC.

Um alerta de furacão está em vigor desde a popular estância balnear de Acapulco (Guerrero) até as turísticas baías de Huatulco (Oaxaca), ao longo de toda a costa sul do Pacífico.

O presidente Andrés Manuel López Obrador alertou os moradores da costa afetada para se prepararem.

“Procurem as partes superiores, protejam-se e não se esqueçam que o mais importante é a vida; as coisas materiais são substituídas”, escreveu na rede social X.

Em julho passado, o Caribe mexicano foi afetado pela passagem do furacão Beryl, que forçou a evacuação de centenas de turistas e causou pelo menos 18 mortes nas ilhas caribenhas, na Venezuela e nos Estados Unidos.

O então Furacão Beryl visto do espaço | Foto: Estação Espacial Internacional via X/divulgação via Reuters (1° de julho de 2024)

O Centro Nacional de Furacões (NHC, no inglês) dos Estados Unidos informou que a então tempestade tropical Beryl perdeu força e se tornou uma depressão tropical. A expectativa do NHC é de que haja um enfraquecimento ainda maior e o Beryl se torne um ciclone pós-tropical.

A depressão tropical está a cerca de 48 km da cidade texana de Tyler e possui ventos máximos sustentados de 55 km/h. Em decorrência do fenômeno, pelo menos duas pessoas morreram no Texas e uma morreu na Luisiana.

A tempestade foi a primeira da temporada de furacões do Atlântico a chegar nos Estados Unidos. No total, contando a passagem do Beryl pelas ilhas do Caribe, pela Venezuela e pelo México, houve pelo menos nove mortos.

Furacão Beryl visto do espaço — Foto: NASA/Matthew Dominick

O furacão Beryl enfraqueceu ligeiramente, caindo para a categoria 4 (a segunda mais alta), na terça-feira (2), enquanto se dirige para a Jamaica, com previsões alertando para ventos e tempestades potencialmente fatais, depois de causar pelo menos sete mortes no Caribe e destruição generalizada no Sudeste da região.

Segundo relatos das autoridades, o fenômeno deixou pelo menos três mortos em Granada, um em São Vicente e Granadinas e três na Venezuela.

O Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC) relatou que esperava que Beryl "enfraquecesse" ao chegar à costa da Jamaica, nesta quarta-feira (3), mas alertou que atingirá a ilha como uma tempestade "grande", com ventos potencialmente fatais e inundações repentinas.

Segundo o NHC, há um alerta para a Jamaica, que se prepara com abrigos de emergência em Montego Bay e instalações seguras em Kingston, segundo o jornal Jamaica Gleaner.

“Exorto todos os jamaicanos a estocarem alimentos, pilhas, velas e água. Mantenham seus documentos importantes seguros e removam quaisquer árvores ou itens que possam colocar sua propriedade em perigo”, disse o primeiro-ministro Andrew Holness no X.

O NHC também previu tempestades na costa sul de Porto Rico, República Dominicana e Haiti.

Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.
TELEFONE FIXO - ESTUDIO:
(82)-3421-4842
COMERCIAL:
(82) 99621-8806
linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram