


Neste domingo (28), o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, informou que, dos 12 funcionários supostamente envolvidos no ataque do Hamas contra Israel no dia 7 de outubro de 2023, um foi morto. Ainda não se sabe quais foram as circunstâncias da morte e nem a data do ocorrido. Além disso, outros nove funcionários foram demitidos e dois estão tendo as identidades “esclarecidas”.
“As Nações Unidas estão tomando medidas rápidas na sequência das alegações extremamente graves contra vários funcionários da Agência de Assistência e Obras da ONU (UNRWA)”, disse Guterres. De acordo com ele, uma investigação e uma revisão independente da ONU foi iniciada e qualquer funcionário envolvido “em atos de terror será responsabilizado, inclusive através de processo criminal”.
Até o momento, nove países suspenderam o financiamento à UNRWA, que é a principal agência da ONU em Gaza. Tendo isso em vista, Guterres disse que o financiamento atual “não lhe permitirá cumprir todos os requisitos para os apoiar [Gaza] em fevereiro”.
“Embora compreenda as suas preocupações – fiquei horrorizado com estas acusações – apelo veementemente aos governos que suspenderam as suas contribuições para, pelo menos, garantirem a continuidade das operações da UNRWA”, disse o secretário-geral.

Um homem identificado como Laurentino dos Santos foi assassinado a tiros neste domingo (7), no povoado Carapina, na zona rural de Penedo. Mais conhecido por “Índio”, ele estava a serviço da Usina Marituba quando o crime aconteceu.
Não há informações sobre os autores do homicídio e a motivação. O corpo foi recolhido ao Instituto Médico Legal de Arapiraca.
P Caso será investigado pela Polícia Civil, através da Delegacia Regional de Penedo.

Um funcionário do consulado francês em Gaza morreu devido aos ferimentos após um ataque aéreo israelense, disse o Ministério das Relações Exteriores da França .
O funcionário, que não foi identificado pelo ministério, trabalhava no consulado desde 2002. Ele se refugiou na casa de um colega em Rafah com colegas de trabalho e seus familiares quando foi atingido pelo ataque mortal, segundo o ministério.
“A França condena o bombardeamento de um edifício residencial, que causou a morte de muitos outros civis. Exigimos que as autoridades israelenses esclareçam totalmente as circunstâncias deste atentado, o mais rapidamente possível”, disse o ministério.
A CNN entrou em contato com as Forças de Defesa de Israel (FDI) para obter uma resposta.
No domingo (17), a ministra das Relações Exteriores da França, Catherine Colonna, disse que estava em Tel Aviv para enfatizar a importância de uma “nova trégua humanitária” ao mesmo tempo que expressa a solidariedade da França com Israel após os ataques de 7 de outubro.
A França está preocupada com o aprofundamento da “situação catastrófica e trágica no terreno em Gaza”, e Israel deve engajar-se num cessar-fogo para facilitar a libertação de reféns e a distribuição de ajuda, disse ela.
