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ASCOM/UNEAL

A Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) realizou a aula inaugural do Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR), em evento que aconteceu no auditório do Palácio do Governo- em Maceió.  O programa é uma iniciativa do Governo Federal, que inclui o PARFOR equidade, que trata da educação escolar indígena, quilombola, do campo, além da educação especial inclusiva e bilíngue para surdos.

Este segmento do programa é financiado pela  Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes), que destina recursos para o custeio e para bolsas de apoio a docentes e discentes ao longo dos quatro anos de curso.

A Uneal participa com três projetos no âmbito do PARFOR Equidade, totalizando 220 alunos matriculados. Entre os cursos oferecidos está o de Licenciatura Intercultural Indígena.

O curso oferece 30 vagas no Campus III, localizado no município de Palmeira dos Índios, na região Agreste do estado.

Também são ofertados cursos de Licenciatura em Educação Escolar Quilombola, com 160 vagas distribuídas entre os Campi I (Arapiraca), II (Santana do Ipanema) e V (União dos Palmares); e Licenciatura em Educação do Campo, com 30 vagas no Campus I em Arapiraca.

A Secretária de Estado da Educação, Roseane Vasconcelos, destacou a relevância do PARFOR e citou que Alagoas já dispõe do "Pontapé Indígena", que é um programa de estágio do governo voltado para alunos matriculados especificamente no Curso de Licenciatura Intercultural Indígena (CLIND). "Um programa da Uneal que é pioneiro no Estado. O governo de Alagoas, através da Seduc, assume o compromisso de implantar escolas quilombolas e o PARFOR é fundamental para esse projeto. Ele representa um passo importante na inclusão e valorização das nossas comunidades quilombolas, indígenas e do campo,” comentou.

O reitor da Uneal, Odilon Máximo de Morais, e o vice-reitor Anderson de Almeida Barros, destacaram a importância da Universidade no atendimento as demandas sociais do estado.

 

Foto: Força de Autodefesa Marítima do Japão

Cerca de três semanas atrás, um vulcão submarino entrou em erupção e provocou o surgimento de uma ilha, com aproximadamente 100 metros de diâmetro e 20 de altura acima do mar, no Japão. Isso ocorreu porque as cinzas vulcânicas e rochas se acumularam no fundo e acabaram se elevando acima da superfície. A ilha está a cerca de um quilômetro da costa sul de Iwo Jima.

De acordo com o analista da divisão vulcânica da Agência Meteorológica do Japão, Yuji Usui, desde que foi formada, a ilha já diminuiu de tamanho, devido à sua formação “quebradiça” ser facilmente arrastada pelas ondas. Dessa forma, a existência da ilha pode não durar muito tempo, exceto se for feita de lava ou algo mais resistente do que rochas vulcânicas.

Especialistas já estão analisando a formação do local.

Aproximadamente 1,5 mil vulcões estão ativos no mundo, com 111 estando presentes no Japão, segundo a Agência Meteorológica japonesa.

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