


O Ministério da Defesa da Rússia disse nesta segunda-feira (19) que suas forças capturaram a cidade de Zalizne, na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, à medida que sua ofensiva contra a cidade vizinha de Toretsk ganha força.
Zalizne, que a Rússia chama pelo nome da era soviética de Artyomovo, fica ao lado de Toretsk, uma cidade mineira e antigo bastião das forças ucranianas que operam na região de Donbass.
Zalizne tinha uma população pré-guerra de cerca de 5.000 habitantes, enquanto cerca de 30.000 pessoas viviam em Toretsk.
Enquanto isso, as forças ucranianas tentam avançar ainda mais na região russa de Kursk numa ofensiva transfronteiriça.

As Forças Israelenses recuperaram na quarta-feira (24) os corpos de cinco reféns mortos no ataque do Hamas em 7 de outubro e mantidos em Gaza desde então, disseram os militares israelenses.
Maya Goren, uma professora de jardim de infância de 56 anos, foi morta durante o ataque ao seu kibutz, Nir Oz, segundo a Rádio do Exército Israelense, uma das comunidades mais atingidas no ataque mortal no sul de Israel que desencadeou a guerra devastadora.
Os outros quatro reféns eram dois soldados da reserva e dois soldados recrutados mortos em combate durante o ataque de 7 de outubro, disseram os militares.
Os corpos foram recuperados na área de Khan Younis, no sul de Gaza, onde as forças israelenses lançaram novos ataques esta semana.
O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, disse que o seu governo estava ativamente empenhado em esforços intensivos para libertar o restante dos reféns, e que ele estava confiante de que teriam sucesso.
Uma delegação israelense deve participar de negociações para garantir um cessar-fogo em Gaza e a libertação de reféns. As negociações – mediadas pelos Estados Unidos, Egito e Catar – devem acontecer na próxima semana, segundo disse uma autoridade israelense na quarta-feira.
O Hamas quer um acordo de cessar-fogo para pôr fim à guerra em Gaza, mas Netanyahu diz que a guerra não pode terminar antes de o Hamas ser derrotado.

“Essa reunião que eu estou fazendo com as forças de segurança federal e estadual [Polícia Militar e Civil], é exatamente para nós expormos e ouvirmos as propostas que eles têm para nos ofertar que nos garantam a tranquilidade do pleito. Com isso, só quem ganha é a democracia”, disse Loureiro.
A preocupação é trazer as orientações que foram passadas em reunião no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O presidente do TRE detalha que o ideal é ouvir todos os lados e mostrar o quanto a Justiça Eleitoral está pronta para atuar em parceria com as forças de segurança.
Considerando a realidade do estado, que tem 102 municípios, o plano deve avaliar que cidades tem mais tradição de conflitos, quais estão passando por disputa, e com base nisso serão feitas as divisões de quantidade de policiais em cada local.
“Tem regiões que realmente são acirradas, que tem muitos aqui que nós sabemos de municípios que tradicionalmente são de difíceis soluções para a paz, mas nós estamos reunidos aqui, vamos garantir a paz e será uma eleição limpa e translúcida e viva a democracia,” destacou o presidente do TRE.
As forças de segurança do Estado deflagraram uma operação, nas primeiras horas desta quarta-feira (24), para localizar e prender suspeitos considerados foragidos da justiça alagoana. De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil de Alagoas, Gustavo Xavier, os procurados são acusados dos mais variados crimes como estupro de vulnerável, homicídios, tráfico e extorsão mediante sequestro.
Em entrevista à imprensa nesta manhã, Xavier confirmou que– até momento –23 pessoas já foram presas e os números devem aumentar no decorrer do dia. Entre os presos está um homem acusado de extorsão mediante sequestro na cidade de Arapiraca.
Ouça um trecho da entrevista divulgada pela assessoria da PC

As Forças de Defesa de Israel disseram, neste domingo (21), que interceptaram "com sucesso" um míssil que se aproximava do país, lançado do Iêmen.
"O projétil não atravessou o território israelense. O incidente foi concluído", acrescenta o comunicado, publicado no X (antigo Twitter).
Sequência de ataques
Na sexta-feira (19), uma pessoa morreu no centro de Tel Aviv, em Israel, em um ataque com drone reivindicado pelos houthis do Iêmen. Segundo o exército israelense, o grupo usou um drone, que atingiu a região central de Tel Aviv. O ataque também deixou quatro feridos.
No sábado (20), caças israelenses deram uma resposta e atacarem alvos houthis na área do porto de Hodeida, no Iêmen. Os houthis são um movimento rebelde aliado do Irã.
De acordo com as Forças de Defesa de Israel, a ação foi contra "alvos militares terroristas" do movimento e foi realizada para parar e repelir "os ataques terroristas dos houthis após 9 meses de ataques aéreos contínuos contra o território israelense". Dizem ainda que o porto de Hodeida "serve como porta de entrada para armas iranianas para o regime terrorista houthi".
Segundo a Associated Press, o Ministério da Saúde do Iêmen disse que a ação de Israel no sábado matou seis pessoas e feriu outras 83, muitas com queimaduras graves. Havia ainda três pessoas desaparecidas.

Nesta terça-feira (21), o Ministério da Defesa da Rússia informou que teve início a primeira fase de exercícios para simular a preparação para o lançamento de armas nucleares táticas. As ações ocorreram próximo à Ucrânia e foram ordenadas pelo próprio presidente russo, Vladimir Putin. Os exercícios foram relacionados pelo governo às “declarações provocativas” de autoridades ocidentais contra a Rússia.
Segundo o Ministério da Defesa, o objetivo dessa primeira fase é garantir que unidades e equipamentos estejam prontos para “o uso em combate de armas nucleares não estratégicas para responder e garantir incondicionalmente a integridade territorial e a soberania do Estado russo em resposta a declarações provocativas e ameaças de autoridades ocidentais individuais contra a Federação Russa”.
As armas nucleares táticas são menos poderosas que as armas estratégicas, mas ainda possuem um grande potencial destrutivo. As estratégicas são criadas para destruir cidades inteiras, enquanto as táticas são mais voltadas ao campo de batalha. Essa primeira fase dos exercícios envolveu mísseis dos tipos Iskander e Kinzhal.
De acordo com o ministério russo, as tropas estavam praticando a instalação de ogivas nucleares em mísseis Iskander, equipando veículos de lançamento com eles e “avançando secretamente para a posição designada em preparação para lançamentos de mísseis”.
As unidades de aviação também praticaram a instalação de ogivas em mísseis, mas do tipo Kinzhal. Posteriormente, aviões sobrevoaram áreas de patrulha designada.
“Os exercícios são, obviamente, um sinal em resposta à discussão sobre as tropas dos países da Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte] na Ucrânia. As características mais importantes são o anúncio antecipado e a visibilidade”, avaliou o ex-oficial de controle de armas soviético e russo, Nikolai Sokov, à Reuters.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, acusou líderes ocidentais de levarem o mundo ao arriscado caminho de um conflito global, e afirmou que as forças nucleares estratégicas de Moscou estão "sempre alertas." As afirmações foram feitas em um discurso durante a cerimônia de comemoração da vitória soviética contra os nazistas em 1945, na quinta-feira (9).
Sabemos aonde leva a exorbitância de tais ambições [do Ocidente]. A Rússia fará tudo para evitar um confronto global. Mas, ao mesmo tempo, não permitiremos que ninguém nos ameace. Nossas forças estratégicas estão sempre em estado de prontidão para o combate — disse o presidente, que recentemente assumiu seu quinto mandato.
Putin comandou o desfile militar na Praça Vermelha para celebrar o Dia da Vitória, com a participação de mais de 9 mil militares, segundo a imprensa russa.
Aos presentes, líder russo também acusou o Ocidente de "esquecer as lições" da Segunda Guerra Mundial e disse que a Rússia rejeita "a pretensão de exclusividade" de qualquer governo ou aliança. O país se apresenta como um contrapeso à influência dos países anglo-saxões,
Em seguida, ele destacou que a Rússia, vive um "período difícil", em meio ao conflito na Ucrânia. Putin apresenta a guerra na Ucrânia como um conflito existencial para seu país, em uma luta contra um governo ucraniano que ele descreve como "neonazista".

Forças militares dos EUA derrubaram 10 drones de ataque e uma estação de controle terrestre, que supostamente pertenciam aos rebeldes houthis. A ação contra o grupo apoiado pelo Irã aconteceu no Iêmen.
Os ataques foram confirmados na manhã desta quinta-feira (1º/2). De acordo com a mensagem dos militares, os alvos “representavam uma ameaça iminente aos navios mercantes e aos navios da Marinha dos EUA na região”.
Antes, os militares afirmaram que o porta-aviões USS Carney havia destruído um míssil disparado pelos houthis e três drones iranianos. Na quarta-feira (31/1), um míssil terra-ar também acabou abatido.
Os ataques, realizados em solidariedade com os habitantes de Gaza, perturbam o tráfego marítimo nessa região fundamental para o comércio global.
Resposta dos EUA e da Grã-Bretanha
As forças dos EUA e da Grã-Bretanha responderam atacando os houthis, que desde então declararam os interesses dos EUA e da Grã-Bretanha como alvos legítimos.
O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, reuniu-se com o seu homólogo britânico, o secretário da Defesa Grant Shapps, para discutir a situação no Mar Vermelho e a “ação internacional para responsabilizar os houthis pelos seus ataques ilegais e imprudentes a navios no Mar Vermelho e no Golfo de Aden”.
Os EUA criaram uma força-tarefa naval multinacional para ajudar a proteger o transporte marítimo do Mar Vermelho dos repetidos ataques dos houthis às movimentadas vias navegáveis, que transportam até 12% do comércio global.

As tropas israelenses estão cercando os dois últimos redutos do Hamas no norte da Faixa Gaza, segundo o ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant. Ele afirmou que os batalhões do Hamas nas áreas de Jabalya e Shejaiya estão “à beira do desmantelamento. A quantidade de pessoas que se rendem e que saem desses lugares nos mostra o que está acontecendo”.
Gallant também destacou que os combatentes do grupo radical islâmico que se renderam pontuaram que faltam armas e alimentos.
“Estamos perto de um ponto de ruptura no norte da Faixa de Gaza. Qualquer um que preferir se render, como centenas já fizeram, pouparemos sua vida”, comentou a autoridade, apelando à rendição dos combatentes restantes do Hamas.
