


A principal novidade da quarta-feira (17) no estádio Juca Sampaio, em Palmeira dos Índios, foi a presença do técnico Jaelson Marcelino. Após ser oficializada sua contratação, ele comandou o primeiro treinamento com o elenco do CSE. Marcelino chega para substituir Carlos Eduardo Parreira e vai para sua 5ª passagem no clube. Em entrevista ao programa Bola na Rede (Rádio Sampaio 94,5 FM), Marcelino disse que estava muito feliz em voltar ao clube.
Na conversa com o repórter Kbral Lima, o técnico tricolor comentou: “Fico muito feliz por voltar e espero que a gente possa fazer um grande trabalho. Agora é outro momento, é outra competição. Espero que a gente possa dar uma cara ao pessoal, até porque o time está vindo de três eliminações, não é fácil.”
As eliminações citadas por Jaelson Marcelino se referem a Copa Alagoas, Campeonato Alagoano e Seletiva da Copa do Brasil. Quanto a esse início de trabalho para o Campeonato Brasileiro da Série D, afirmou ter tido uma conversa muito boa com a diretoria e jogadores.
“Os jogadores estão cientes de tudo isso aí, que precisa melhorar, isso é fato,” enfatizou Marcelino. O novo comandante fez questão de parabenizar o trabalho feito por Carlos Eduardo Parreira, afirmando que é preciso aproveitar bem os dias que restam para trabalhar antes da estreia.
Disse que, apesar de alguns jogadores terem saído, o elenco tem qualidade. Destacou que já conhece boa parte do grupo e ressaltou a necessidade de trabalhar a parte psicológica dos jogadores. “Três eliminações não é fácil, fica dolorido pra caramba, mas vida que segue,” disse Jaelson.


Fernandinho Beira-Mar, um dos fundadores do Comando Vermelho, relatou a seus advogados que estava “feliz” com a fuga de dois homens da Penitenciária Federal de Mossoró há 11 dias, em 14 de fevereiro. Beira-Mar também está preso em Mossoró.
Considerado uma das lideranças do CV, embora não seja mais o chefe da facção, Beira-Mar foi transferido para Mossoró em janeiro deste ano.
Beira-Mar, segundo advogados que estiveram com ele nesta semana, exaltou a façanha da fuga de Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento, que é inédita na história dos presídios federais.
O traficante comentou que acredita que a fuga ocorreu por uma “sequência de erros e acasos” da administração do presídio, contaram integrantes de sua defesa.
Segundo advogados, o traficante não falou sobre as consequências que a fuga pode causar à facção.
