Foto: Assessoria

Uma reunião realizada nesta quinta-feira (18) elaborou estratégias para coibir casos de assédio eleitoral no Estado de Alagoas e o incremento na divulgação dos canais oficiais de denúncias.

"O grande aumento de casos de assédio eleitoral em 2022 deixou o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL) em alerta e, em razão disso, queremos pensar em ações colaborativas para coibir futuros casos de assédio neste pleito municipal e ampliar a divulgação de canais de denúncias, tornando-os mais acessíveis aos alagoanos", pontuou o juiz auxiliar da Corregedoria Regional Eleitoral (CRE), Fausto Magno David Alves.

Para a procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas, Adir de Abreu, “não se pode admitir que maus empregadores influenciem o voto dos seus empregados, por meio do oferecimento de vantagens ou de ameaças de prejuízos laborais. Empregadores que praticam assédio eleitoral no ambiente de trabalho devem ser responsabilizados tanto na esfera criminal como também na área trabalhista, com uma condenação que repare o prejuízo causado aos trabalhadores e à sociedade”.

Participaram do encontro o juiz auxiliar da Corregedoria Regional Eleitoral (CRE), Fausto Magno David Alves; a procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas, Adir de Abreu; e o procurador do MPT Luiz Felipe dos Anjos.

 

Foto: PM/AL

O Comandante do 3⁰ BPM, Tenente Coronel Nilton Rocha, e o Delegado Everton Gonçalves, titular da Delegacia de Homicídios de Arapiraca, com apoio das guarnições do Pelopes, Canil, serviço de inteligência e policiais civis da DHA- realizaram na quinta-feira (16) a Operação Venatio (buscar, caçar, procurar). Foram cumpridos mandados prisão, busca e apreensão.

Inicialmente, foi preso um homem de 36 anos, que foi localizado no Residencial Agreste, no povoado fazenda Velha, em Arapiraca. De acordo com o relatório da PM, o mesmo é conhecido por ser um dos cabeças do tráfico na região e suspeito de cometer homicídios. Com ele, foi feita a apreensão de um revólver Taurus- calibre 38, 06 munições cal .38 intactas, 07 porções de maconha, 01 porção de crack em pó, 01 veículo ônix branco e R$ 3.850 em espécie.

No Poção

Ainda de acordo com o relatório divulgado pela PM, as equipes também se deslocaram até o Povoado Poção, na zona rural de Arapiraca, para dar cumprimento à mais um mandado expedido pela Justiça. No local, foi preso um homem de 37 anos- por posse irregular de arma de fogo e tráfico de drogas.

Com ele, foram apreendidos 01 revólver Rossi calibre 38, munições de calibres 38,  9mm, 12 e .40, além de 01 tablete de maconha (aprox. 380g), balança de precisão e duas cadernetas com anotações- além de outros objetos.

Foto: PM/AL

Foto: Luca Bruno/AP Photo/picture alliance

As 27 nações da União Europeia aprovaram na terça-feira (7) a primeira lei voltada para o combate à violência contra mulheres a ser adotada em todos os Estados-membros.

A legislação aprovada pelos ministros da Igualdade de todos os países do bloco tem como objetivo punir a violência de gênero, mutilações genitais femininas, casamentos forçados e atos de violência através da internet, como o assédio online e compartilhamento não consensual de conteúdo íntimo.

A lei torna mais fácil para as vítimas denunciarem os crimes, que poderão acarretar penas de até cinco anos de prisão, sendo que as punições para crimes contra crianças, esposas, ex-esposas, políticos, jornalistas e ativistas dos direitos humanos podem ser ainda maiores.

As sentenças, no entanto, dependerão da definição vigente em cada país. Apesar disso, as novas regras, por exemplo, exigem que todos os Estados-membros assegurem a pena máxima de cinco anos de prisão para mutilações genitais.

Os países do bloco poderão determinar sentenças máximas mais altas do que as colocadas pela nova lei europeia, mas, em nenhum caso, mais baixas do que o estabelecido pelas novas regras.

A divulgação de imagens sexuais explícitas de qualquer pessoa sem consentimento e os casos nos quais essa conduta seria "causa provável de danos graves a essa pessoa" devem ser punidos com ao menos um ano de prisão.

A aprovação da nova legislação é algo incomum na União Europeia, uma vez que Bruxelas raramente legisla sobre questões criminais, que normalmente ficam a cargo de cada Estado-membro.

Fracasso na definição comum de estupro

Mas, apesar da unanimidade entre os países no que diz respeito à necessidade da lei, os Estados-membros fracassaram na tentativa de elaborar uma definição comum para o estupro, o que gerou desentendimentos entre diferentes países durante as negociações.

Nações como Itália e Grécia defendiam a inclusão de uma definição. Já outras, como Alemanha e França, alegavam que a União Europeia não possui competência sobre essa questão.

Antes da reunião dos representantes das 27 nações em Bruxelas, a ministra da Igualdade da Espanha, Ana Redondo, disse que preferia que a legislação fosse "um pouco mais ambiciosa", mas disse se tratar de um "bom começo".

Jato de combate ucraniano é abatido no ar após ser atingido por míssil russo — Foto: Reprodução

Um caça ucraniano MiG-29 foi atingido por um míssil russo Vympel R-37 de longa distância, durante uma perseguição a um avião de combate Su-35S, da Força Aérea Russa. O confronto ocorreu na sexta-feira em Donetsk, na Ucrânia , mas as imagens só foram divulgadas na terça-feira (13).

Nas imagens divulgadas em vídeo, o avião de combate ucraniano é visto em chamas e, logo depois ao perder altitude, deixa um rastro de fumaça escura pelos ares. No ataque, o piloto e major Andrey Tkachenko, de 33 anos, foi morto. Com ampla experiência em combate, ele era responsável pela proteção do flanco oriental da Ucrânia, desde a invasão de Vladimir Putin ainda em 2014.

Apesar de não ter sido reconhecida pelo exército de Volodymyr Zelensky, o abate do caça ucraniano foi relatado pelo Ministério da Defesa da Rússia. A situação ocorre no momento em que a Ucrânia desenvolve uma nova linha de defesa contra as tropas russas com cerca de 42 mil 'dentes de dragão', ou seja, blocos gigantes de concretos piramidais distribuídos ao longo de trincheiras com arames farpados.

As novas estratégias de defesa terrestre de Zelensky contam também com um muro de 965 quilômetros com obstáculos antitanque, bunkers subterrâneos e trincheiras fortemente armadas e estruturadas, com armadilhas de concreto distribuídas em campos.

Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá um centro de combate à desinformação e “deepfake” usada contra processo eleitoral. A partir desta terça-feira (12/3), a Corte passa a contar com o Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia (Ciedde), que atuará de forma coordenada contra desinformação, bem como discursos de ódio, discriminatórios e antidemocráticos no âmbito eleitoral.

A ideia é que o Ciedde atue para promover cooperação entre Justiça Eleitoral, órgãos públicos e entidades privadas, em especial as plataformas de redes sociais e serviços de mensageria privada, durante o período eleitoral, para garantir o cumprimento das regras estabelecidas pelo Plenário do TSE para a propaganda eleitoral.

O Ciedde vai auxiliar os Tribunais Regionais Eleitorais no aperfeiçoamento do uso da inteligência artificial nas eleições, no combate à desinformação e à deepfake e na proteção à liberdade de escolha de eleitoras e eleitores. Também terá papel importante na educação em cidadania, nos valores democráticos e nos direitos digitais.

O atual presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, vai comandar as atividades. O Ciedde será integrado ainda pelo secretário-geral do TSE, Cleso Fonseca, pelo diretor-geral do TSE, Rogério Galloro, pelo diretor da Escola Judiciária Eleitoral do TSE, ministro Floriano Azevedo, pela secretária de Comunicação do TSE, Giselly Siqueira, pelo assessor-chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do TSE, José Fernando Chuy, e por dois juízes auxiliares da presidência do TSE, a serem designados.

Serão convidados a participar do Ciedde a Procuradoria-Geral da República (PGR), o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e a Agência Nacional de Telecomunicações. Na ocasião da inauguração, serão assinados Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) com essas instituições.

Reprodução

Na tarde do domingo (3), militares do Pelotão de Operações Especiais (PELOPES), do 7º Batalhão de Polícia Militar, foram averiguar uma denúncia de tráfico de drogas em Santana do Ipanema, quando foram recebidos a tiros e reagiram a injusta agressão vindo atingir os dois suspeitos. Aderlan Douglas Lima da Silva, de 23 anos, e José Fernandes da Silva, 20 anos, foram socorridos mas não resistiram e faleceram.

Os corpos já se encontram no instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca. De acordo com as informações apuradas pelo italotimoteo.com.br com os policiais que participaram da ação, os dois acusados seriam naturais de Maceió e estavam ganhando espaços no mundo do crime em Santana do Ipanema. “Eles tinham tomado a boca de fumo de um traficante local e por isso estavam agindo violentamente, inclusive fazendo ameaças a moradores e exibindo armas de fogo,” informou um dos militares.

A operação

Os militares do 7º-BPM, receberam a denúncia e foram averiguar, ao chegar no local os criminosos atiraram contra os policiais que perante a Lei, reagiram à injusta agressão. Eles chegaram a ser socorridos para o Hospital Regional Clodolfo Rodrigues de Melo em Santana do Ipanema, mas não resistiram e vieram à óbito.

No imóvel em que eles estavam, os policiais aprenderam duas armas de fogo, sendo um revólver calibre 38 e uma pistola 9mm, além de vasta munição e entorpecentes. Um aparelho celular também foi apreendido, nele haviam fotografias de outras armas de fogo.

A ação também contou com o efetivo do Batalhão local e foi supervisionada pelo tenente-coronel Hebert, comandante do Batalhão de Santana do Ipanema.

 

Foto: PC-AL

A Polícia Civil iniciou o mês de março com megaoperação de enfrentamento à violência contra a mulher em todo estado de Alagoas. De acordo com a assessoria da PC-AL, a ação policial deflagrada na manhã desta sexta-feira (01) está sendo comandada pela delegada Ana Luiza Nogueira, coordenadora das Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (DEAMs).

A operação conta com a participação de mais de 100 policiais mulheres, dentre delegadas, agentes de polícia e escrivães. O Secretário de Segurança Flávio Saraiva e o delegado-geral da PCAL, Gustavo Xavier, também estão participando em apoio a mais uma ação de cumprimento de mandados de casos de violência contra as mulheres.

Ainda na manhã desta sexta, a delegada Ana Luiza estará na Delegacia Geral, em Maceió, para falar sobre os  resultados da operação.

Violência doméstica

Vários casos de violência doméstica estão sendo registrados no estado de Alagoas. São situações que vão desde agressão verbal, agressões e casos de feminicídio.

Reprodução

Ascom PC-AL

A Polícia Civil de Alagoas, por meio das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM's), coordenadas pela delegada Ana Luiza Nogueira, intensificou suas ações no combate à violência doméstica contra as mulheres. Desde o início do ano, aproximadamente 1.400 agressores foram presos pelas forças de segurança do estado. Nos primeiros nove meses de 2023, foram solicitadas 4.032 Medidas Protetivas de Urgência, sendo 2.184 na capital.

Conforme a pesquisa “Violência contra Meninas e Mulheres do Fórum Brasileiro de Segurança Pública,” o estado de Alagoas apresentou uma redução de 7,1% nos casos ao comparar o primeiro semestre de 2022 com 2023. Além disso, houve uma impressionante diminuição de 50% em números absolutos (2019/2023), a maior entre as unidades federativas.

De acordo com a delegada Ana Luiza Nogueira, quatro operações significativas foram deflagradas este ano pela Polícia Civil: Átria, Marias, Frida e Shamar, resultando na detenção de mais de 100 pessoas.

A delegada afirmou que “os membros da Polícia Civil de Alagoas estão constantemente participando de cursos e aprimorando suas habilidades no combate à violência contra as mulheres. Essa iniciativa visa garantir a agilidade e eficácia das políticas públicas de proteção às vítimas de violência”.

Contato

Rua José e Maria Passos, nº 25
Centro - Palmeira dos Índios - AL.
(82) 99641-3231
TELEFONE FIXO - ESTUDIO:
(82)-3421-4842
SETOR FINANCEIRO: (82) 3421-2289 / 99636-5351
(Flávia Angélica)
COMERCIAL: 
(82) 99344-9999
(Dalmo Gonzaga)
O melhor conteúdo. Todos os direitos reservados. Segurança e privacidade
linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram