O debate, a democracia e a responsabilidade de escolher o futuro da nação.

Na noite deste domingo, 18 de outubro, o debate presidencial da Rede Bandeirantes colocou em evidência uma das maiores responsabilidades do povo brasileiro: decidir os rumos da nação para os próximos quatro anos.

De um lado, o candidato identificado com a direita, defendendo propostas de mudanças e apresentando sua visão de futuro. Do outro, o candidato identificado com a esquerda, defendendo a continuidade de um projeto político e administrativo à frente da Presidência da República.

Duas candidaturas, duas visões de país e uma única nação, que precisa encontrar respostas para seus desafios!

Mais do que perguntas e respostas, um debate presidencial deve ser um encontro entre propostas e responsabilidades. Afinal, o brasileiro não vive de discursos. Vive da realidade que encontra nos hospitais, nas escolas, no campo, no comércio e na mesa de sua família.

O Brasil precisa discutir menos os adversários e mais os problemas que afetam seu povo!

Não basta prometer mudanças sem explicar como realizá-las. Tampouco basta defender a continuidade sem prestar contas dos resultados alcançados.

O eleitor tem o direito de perguntar, quais projetos são viáveis? De onde virão os recursos? Como gerar empregos, combater a corrupção, garantir segurança e oferecer dignidade às próximas gerações?

De Tanque d’Arca aos mais distantes rincões de Alagoas, do Nordeste aos quatro cantos do Brasil, a responsabilidade democrática é a mesma.

No próximo domingo, 25 de outubro, não serão os aplausos, as provocações ou os discursos que decidirão o destino político da nação. Será a vontade soberana do povo brasileiro, expressa nas urnas.

Eis a grande reflexão que fica desta noite, a democracia não exige que todos pensem da mesma maneira, mas exige que cada cidadão tenha liberdade, consciência e responsabilidade para escolher.

Se liga aí!

No próximo domingo, 25 de outubro, as luzes dos estúdios estarão apagadas, os microfones silenciados e os discursos entregues à memória de cada brasileiro.

Será a vez do povo falar!

Na solidão da cabine eleitoral, não haverá plateia, aplausos ou adversários. Apenas a consciência de cada cidadão diante da responsabilidade de escolher os caminhos da República.

Porque uma eleição se decide em um dia, mas suas consequências escrevem a história de uma geração.

E quando a última urna for fechada, começará o verdadeiro debate, aquele em que as promessas terão de encontrar a realidade e as palavras precisarão se transformar em resultados.

Afinal, o Brasil não precisa apenas de quem vença uma eleição. Precisa que a democracia, a verdade e o compromisso com seu povo prevaleçam depois dela!

Por: Helvio Peixoto.