


A consolidação do processo regulatório do setor de iGaming concedeu o devido destaque ao Brasil na indústria mundial. Esse posicionamento é observado nos principais eventos do segmento, como o SBC Summit Americas, que contou com a participação de lideranças da Cactus Gaming - referência no desenvolvimento de soluções tecnológicas.
A atenção internacional ao Brasil ocorre por vários motivos, como o tamanho da base de usuários, o avanço da legislação do setor e à digitalização das formas de pagamento. A economia nacional também tem sido pauta desses encontros, levando em consideração a expansão sustentável da atividade.
De acordo com o CEO da Cactus Gaming, Thiago Garrides, o Brasil tem sido apontado como um dos mais interessantes espaços para o iGaming global na atualidade. “O país foi percebido como um dos territórios mais relevantes para a atividade em escala global”, salientou.
Vale salientar que outros tópicos centrais para a atividade também entram com frequência na agenda desses encontros, incluindo a conformidade, a integridade, a proteção aos consumidores, o combate ao jogo ilegal, inovação, a análise avançada de dados e a supervisão operacional.
Além disso, esses debates apontam uma modificação essencial no planejamento dos players licenciados. Se anteriormente a atenção estava baseada na elevação tanto das receitas quanto da base de clientes, hoje em dia questões relacionadas à transparência e governança se transformaram em prioridades estratégicas.
Conforme o diretor de Negócios da Cactus Gaming, Gustavo Coelho, essa mudança no posicionamento das empresas representa uma nova fase para todo o ecossistema. Ou seja, essa é uma prova incontestável de amadurecimento do mercado nacional.
“Estamos entrando em uma fase na qual os diferenciais competitivos deixam de estar concentrados apenas na capacidade de escalar operações”. declarou.
Além disso, Gustavo Coelho enfatizou pontos que serão essenciais para determinar quais empresas estarão no topo da atividade a médio e longo prazo. “As organizações mais bem posicionadas serão aquelas que conseguirem entregar estabilidade, confiança, capacidade analítica e aderência às exigências de conformidade. O desenvolvimento sustentável da atividade dependerá cada vez mais desse equilíbrio”, finalizou.
