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Prefeitura de Palmeira abre inscrições para produtores que desejam plantar milho e feijão

Prefeitura de Palmeira abre inscrições para produtores que desejam plantar milho e feijão – Foto: Assessoria

A Prefeitura de Palmeira dos Índios, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e em parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura, informa que já abriu as inscrições dos produtores rurais que tenham interesse em receber sementes de milho e feijão para o plantio do ano de 2021.

Cada produtor terá direito a até 10 quilos de sementes selecionadas, a depender do tamanho da área onde será feita a plantação.

As inscrições começaram a ser realizadas na sede da Secretaria Municipal de Agricultura na segunda-feira (5) e se estenderá até o dia 12.

“É muito importantes que os agricultores que se interessem em fazer o plantio dessas sementes procurem a nossa Secretaria a partir de segunda-feira e preparem suas terras. O período propício para a plantação de sementes se aproxima, pois já estamos no outono e nos aproximamos do inverno, quando começa a chover mais, e a terra fica pronta para receber as sementes”, explicou o secretário municipal de Agricultura Fabiano Moraes.

O prefeito Júlio Cezar disse que a parceria com o Governo do Estado e outras ações próprias da prefeitura tem aproximado o governo do homem do campo.

“Temos um bom relacionamento com o nosso homem do campo e também nos aproximamos dele por meio do diálogo e das ações que realizamos, como a aragem de terras e das estradas, entregando sementes ou cedendo máquinas. Mas ainda temos muito o que fazer na zona rural, a exemplo da melhoria nas escolas, implantação de cisternas e construção de creches. Estamos vivendo uma época de pandemia que, infelizmente, tem desacelerado algumas ações. Mas vamos fazer tudo para continuar ajudando o homem do campo, pois é ele quem leva o alimento às nossas mesas”, disse o prefeito Júlio Cezar.


Embrapa: Brasil será maior exportador de grãos do mundo em cinco anos

Embrapa: Brasil será maior exportador de grãos do mundo em cinco anos

Responsável por produzir uma quantidade de alimentos que atende a 800 milhões de pessoas em todo o mundo, o Brasil deve continuar ampliando sua contribuição para o abastecimento mundial a ponto de se tornar, nos próximos cinco anos, o maior exportador de grãos do planeta, superando os Estados Unidos. A informação está em levantamento feito pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa),

De acordo com a Embrapa, em apenas dez anos a participação do Brasil no mercado mundial de alimentos saltou de US$ 20,6 bilhões para US$ 100 bilhões, tendo como destaque carne, soja, milho, algodão e produtos florestais.

“Olhando os dados dos últimos 20 anos (2000 a 2020), a produção brasileira de grãos cresceu 210%, enquanto a mundial aumentou 60%, O Brasil é o quarto produtor mundial, mas o segundo exportador de grãos, basicamente de soja e milho”, disse à Agência Brasil o pesquisador Científico e Gerente de Inteligência da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa, Elisio Contini.

O maior exportador de grãos em 2020 foram os Estados Unidos com 138 milhões de toneladas. O Brasil está em segundo lugar com 122 milhões de toneladas. “Nos próximos 5 anos o Brasil deverá superar os Estados Unidos em exportação. Com base neste histórico e com os elevados preços internacionais dos produtos, a produção do Brasil deverá atingir a 3% de crescimento mundial”, disse.

“E até 2050 a produção brasileira de grãos poderá superar os 500 milhões de toneladas, sendo ainda mais importante para a segurança alimentar do mundo”, acrescentou.

A afirmação tem por base o estudo “O Agro brasileiro alimenta 800 milhões de pessoas”, divulgado recentemente pela Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa, tendo como autores Elisio Contini e Adalberto Aragão.

Contini lembra que a contribuição brasileira para a alimentação das pessoas é expressa de forma direta e indireta, uma vez que parte da produção de soja e milho tem como destino a alimentação de gado e, consequentemente, a produção de carnes e leite.

“A produção de grãos, de 2011 a 2020, cresceu no Brasil 5,33% ao ano, enquanto a do mundo em 2,03% ao ano. Isto significa que o Brasil cresceu mais do que o dobro do mundo”, disse.

Dessa forma, acrescenta o pesquisador, o Brasil tem uma “janela de oportunidades de negócios” por, pelo menos, 20 anos, que deve ser aproveitada. “Afinal, estamos nos tornando uma economia de recursos naturais”.

A situação privilegiada do país se deve, entre outros fatores, à grande quantidade de terras aráveis que se encontram no país. “Parte dos 160 milhões de hectares de pastagens pode ser convertida para a produção de grãos, tem regime de chuvas regulares como nos cerrados, líderes mundiais em tecnologia tropical e agricultores competentes”, argumentou, ao lembrar que as terras disponíveis para agricultura em outros países, como os Estados Unidos, estão praticamente esgotadas.

Além disso, acrescenta ele, já há algumas tecnologias com potencial de aumentar ainda mais a produção nacional, como sementes melhoradas, insumos eficientes, maquinaria da melhor qualidade no mundo e sistemas de produção eficientes como o plantio direto, integração lavoura-pecuária.

“Falta-nos melhoria na infra-estrutura e marketing dos nossos produtos. A solução para a questão ambiental é vital para as nossas exportações”, complementa.


Superintendente do Ministério da Agricultura em Alagoas visita Palmeira dos Índios

Foto: Assessoria

A Prefeitura de Palmeira dos Índio, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, recebeu nesta terça-feira (29) a visita técnica do superintendente do Ministério da Agricultura em Alagoas, Jader Oliveira, que veio conhecer de perto as potencialidades e a produção agrícola da região. O encontro foi acompanhado pelo secretário municipal de Agricultura Fabiano Moraes, pelo presidente da Emater em Alagoas Adalberon Sá Júnior, agricultores e líderes comunitários.

Eles visitaram a Casa do Agricultor, a Barragem do Bálsamos e as comunidades de Serra do Amaro, Velha Ana, Travessada e Caraíbas Tortas.

“O Superintendente ficou impressionado com o grande potencial da Serra do Amaro para a produção de hortaliças. Na Barragem do Bálsamo, pedimos apoio para incentivar agricultores a intensificar a produção de peixes em tanques. Já nas comunidades de Velha Ana, Travessada e Caraíbas Tortas, que possuem uma grande vocação para a produção de frutas, Jader Oliveira ficou muito entusiasmado com a diversidade e a capacidade de produção da nossa região”, explicou o secretário municipal de Agricultura Fabiano Moraes.

O superintendente Jader Oliveira disse que é muito importante estreitar os laços com Palmeira dos Índios.

“Palmeira é um município muito importante para Alagoas e tenho sempre contato com o a prefeitura e a Secretaria Municipal de Agricultura, que nos procuram para falar da necessidades e das potencialidades da região. O município está instalando o Serviço de Inspeção Municipal, o SIM, que é muito importante para a comercialização da agricultura familiar. Vamos tentar buscar sempre o melhor para Alagoas e Palmeira dos Índios também. Estamos trabalhando para isso”, afirmou o Superintendente do Ministério da Agricultura em Alagoas Jader Oliveira.

Foto: Assessoria
Foto: Assessoria

 


Bolsonaro defende agricultura em discurso ao G20

Bolsonaro defende agricultura em discurso ao G20

O presidente Jair Bolsonaro defendeu a agricultura nacional em seu discurso hoje (22), no segundo dia de debates da cúpula do G20. Ele disse que a conservação ambiental deve ser combinada com prosperidade econômica e social.

Bolsonaro afirmou que o Brasil se tornou um dos maiores exportadores de produtos agrícolas do mundo, o que seria resultado de inovações e de ganhos de produtividade decorrentes das melhorias do processo produtivo no setor.

“Hoje, nosso país exporta volume imenso de produtos agrícolas e da pecuária, sustentáveis e de qualidade. Alimentamos quase 1,5 bilhão de pessoas de pessoas e garantimos a segurança alimentar de diversos países.”

O presidente disse ainda que o desenvolvimento sustentável passa pelas ações com 4 Rs: reduzir, reutilizar, reciclar e remover. “Entendemos que esforço deve ser concentrado no primeiro “R”, que é a redução das emissões de carbono. No cenário mundial, somos responsáveis por menos de 3% da emissão de carbono, mesmo sendo uma das 10 maiores economias do mundo”, acrescentou.

O presidente destacou que tem aberto a economia brasileira a agentes estrangeiros com o objetivo de integrar o país aos fluxos mundiais de comércio e investimentos. Ele citou como exemplo o esforço para o fechamento do acordo entre a União Europeia e o Mercosul, além de acordos com países como Estados Unidos, Coreia do Sul e Canadá.


Conab prevê produção recorde de grãos na safra 2020/21

Brasil deverá colher 120,7 milhões de toneladas de soja na temporada 2019/20

O Brasil deverá produzir 268,9 milhões de toneladas de grãos, segundo o 2º Levantamento da safra de grãos 2020/21, divulgado há pouco pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O número supera em 11,9 milhões de toneladas (4,6 %) o que foi produzido na temporada de 2019/2020.

Na comparação com as estimativas apresentadas o volume estimado no mês passado, houve aumento de 269 mil toneladas. Com este resultado, o Brasil caminha para bater novo recorde, após já ter se tornado o maior produtor mundial. Algo que, segundo a Conab, deve se manter na próxima safra, uma vez que a soja praticamente alcançou o nível de plantio da safra passada.

Isso, segundo o gerente de Levantamento e Avaliação de Safra da Conab, Kleverton Santana, mostra a capacidade de plantio do país. “Esse atraso em relação à safra passada foi anulado nessa semana e a gente espera que ultrapasse a semana passada já na semana que vem”, disse ele ao apresentar o levantamento. O aumento da área plantada também deve contribuir para o recorde. A previsão é de que sejam cultivados 67,1 milhões de hectares (número 1,8% maior do que o da safra passada).

A nova estimativa considera a recuperação da produtividade das culturas da soja e do milho primeira safra, severamente prejudicadas pela estiagem em 2019, em especial no Rio Grande do Sul. De acordo com a Conab, a produção de soja deve chegar a 135 milhões de toneladas, em uma área estimada em 38,2 milhões de hectares. A safra total de milho também deverá ser a maior da história, com produção estimada em 104,9 milhões de toneladas, produzidas em uma área total de 18,4 milhões de hectares.

Chuvas

Apesar do atraso das chuvas neste ano, os produtores aceleraram o ritmo. Até a última sexta-feira, o plantio alcançava 55% da área estimada, contra 56% no mesmo período da safra passada. O milho estava em 54%, contra 42% há um ano; e o plantio do arroz, com 67% até o dia 6, percentual superior aos 53% da safra anterior.

“Tivemos chuvas abaixo da média no momento do plantio. Assusta um pouco essas chuvas abaixo da média ou o atraso das chuvas que aconteceu em setembro/outubro. Mas o problema para culturas como a soja normalmente são quando ocorre veranicos em dezembro ou janeiro, a depender do momento do plantio ou do local do país”, acrescentou Santana.

Segundo ele, nesse momento há ainda possibilidade de recuperação, inclusive em regiões de potencial de produtividade. “As previsões de precipitações são boas para a próxima semana, e isso deve favorecer muito a cultura da soja nessas regiões. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia é de que vem grandes volumes de chuvas consideráveis no país todo, com destaque no corredor do centro-oeste [onde ocorre o fenômeno chamado de rios voadores], passando por Mato Grosso e Goiás até as regiões de café no sul de Minas e norte de São Paulo”.


Projeto de fruticultura irrigada no Sertão de AL vai gerar cerca de 900 empregos diretos

Foto: Jonathan Lins / Agência Alagoas

A criação de novos postos de trabalho e garantia de ampla oportunidade para os alagoanos é o objetivo prioritário. Atualmente em fase de licitação, o projeto piloto de Desenvolvimento da Fruticultura Irrigada – projeto Gavião – será pioneiro no Estado na ocupação ordenada do novo perímetro de irrigação do Canal do Sertão, na região do Semiárido, com a previsão de gerar de cerca de 900 vagas de emprego direto para a população local, por meio do incremento da atividade de fruticultura irrigada.

Essencialmente voltadas para práticas de desenvolvimento social, as ações serão realizadas com recursos de R$ 12,8 milhões oriundos do Fundo de Erradicação de Combate à Pobreza (Fecoep). Não por acaso, São José da Tapera foi o município escolhido como modelo para iniciativa, já que uma parcela majoritária de 61% da sua população é caracterizada como rural, contabilizando 12.700 Unidades Familiares de Produção Agrária (UFPA) da agricultura familiar com grande potencial para a produção de frutas.

Por outro lado, o forte caráter empresarial também será responsável pela condução do projeto, que foi apresentado aos membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Conedes), na última terça-feira (20), pelo secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo e coordenador da ação, Rafael Brito. Isso porque, a proposta é que os 17 lotes disponíveis sejam pleiteados por pequenos empresários e produtores rurais com atuação na área de fruticultura, em especial manga, maracujá, uva, melão, goiaba, abacaxi, mamão, banana e acerola.

“A premissa do projeto é assegurar que as áreas de desenvolvimento econômico e social trabalhem de forma integrada, para garantir que os investimentos na economia e melhorias na qualidade de vida de toda a população andem sempre juntos. Com a eficácia do projeto piloto, a ideia é que consigamos levá-lo para outros municípios que também são margeados pelo Canal do Sertão e, assim, gerar novas oportunidades para a população, na medida em que potencializamos a atividade de fruticultura”, enfatiza o secretário Rafael Brito, que, ao lado das pastas de Infraestrutura e Agricultura, forma o time à frente da iniciativa.

Como vai funcionar

Na prática, cada um dos lotes aptos no projeto receberá um volume de água predeterminado para o pleno desenvolvimento da atividade de fruticultura e a partir de então os empreendedores rurais irão fazer a gestão da área para estabelecer um modelo econômico competitivo e de alta produtividade. A participação dos pequenos empresários e produtores rurais terá como base a sua capacidade de investimento, a cultura do negócio e, sobretudo, a possibilidade de geração de emprego através de mão de obra local.


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