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Novas tecnologias são apostas inovadoras para o agro em 2020

Novas tecnologias são apostas inovadoras para o agro em 2020

De monitoramento de máquinas a imagens de satélite das fazendas, as novas tecnologias no mercado do agronegócio estão ainda mais completas, focando nos desafios encontrados no campo. É visível como o campo está cada vez mais modernizado, e isso foi comprovado no último balanço do Censo Agro, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o estudo, o uso de tecnologia cresceu bruscamente no campo nos últimos 11 anos, gerando um aumento significativo de produtividade em diversos setores agropecuários. Os dados foram coletados de 2006 até 2017.

Além de facilitar a atividade no campo, algumas soluções digitais trazem também mais segurança na administração da produção. “Na hora de adquirir uma tecnologia específica, é importante que o produtor entenda que aquilo é uma ferramenta de gestão para a fazenda. Ela deve ser usada para gerir a equipe e também os dados obtidos de forma eficiente”, afirmou o Engenheiro Agrônomo e Mestre em Nutrição do Solo, Silas Calazans, em uma matéria do Blog Strider.

Mas pensando nisso, qual tecnologia implantar na fazenda? Confira as soluções que foram destaque em 2019, e são as principais apostas tecnológicas para este ano.

Software

Aplicações localizadas, economia de insumos, controle da operação de campo e tecnologia de monitoramento. É possível encontrar softwares no mercado que oferecem essas funções, garantindo um aumento da produtividade e proteção para toda a lavoura. Além de otimizar o controle fitossanitário da produção, a agricultura de precisão fornece informações confiáveis para agir na hora certa contra as pragas, doenças e daninhas.

Alguns softwares contam também com integrações com outras plataformas desenvolvidas para o campo, unindo em um único local todas as informações necessárias para o produtor.

Sensores

Permitindo informações sobre a plantação e solo, a instalação de sensores no campo ajuda na coleta de dados, e são capazes de ajudar na execução de tarefas a distância, através de comandos realizados de forma automática

Novas tecnologias são apostas inovadoras para o agro em 2020

Drones

Essas aeronaves são equipadas com câmeras especiais, que captam imagens aéreas e permitem acompanhar o desenvolvimento da lavoura em relação ao surgimento de pragas, doenças ou outros problemas no campo.

VANTAGENS OBTIDAS COM A TECNOLOGIA

1. Mais economia: Com uma tecnologia precisa, é possível saber onde e o que aplicar com grande acerto, garantindo o aumento da produtividade com menos custos;

2. Assertividade nas aplicações: Algumas destas tecnologias gera um mapa de calor que evidencia áreas que precisam de maior atenção. Além disso, ele direciona com precisão os esforços da equipe de campo;

3. Agilidade na tomada de decisão: Com as informações dispostas de forma clara e objetiva, o produtor consegue contornar problemas de forma rápida, além de acompanhar, a todo momento, o trabalho realizado pelos técnicos de campo;

4. Gestão eficiente da equipe: Algumas tecnologias permitem que o produtor visualize a performance diária de cada um dos colaboradores. Com o registro de caminhamento, a equipe fica isenta de realizar um retrabalho, além de aumentar o número de pontos monitorados.

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Valor da Produção Agropecuária de 2019 atinge recorde de R$ 630,9 bilhões

Foto: Agencia Brasil/arquivo

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) encerrou 2019 com R$ 630,9 bilhões, 2,6% acima do obtido no ano anterior. O valor é recorde para a série histórica, iniciada em 1989, superando o VBP de 2017 (R$ 627,1 bilhões). No ano passado, as lavouras geraram um valor de R$ 411,1 bilhões e a pecuária, R$ 219,8 bilhões.

De acordo com nota técnica do Departamento de Financiamento e Informação, da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o ano foi marcado pelo “crescimento extraordinário do faturamento do milho e o desempenho também excepcional da pecuária, com crescimento real de 9%. As lavouras sofreram redução de 0,5%”.

Os produtos que mais se destacaram foram: algodão, milho, amendoim, banana, batata-inglesa, feijão, mamona e tomate. “Esses lideraram o crescimento, e juntamente com a pecuária, foram responsáveis pela elevada geração de renda na agricultura”, diz a nota.

Pode-se atribuir como força propulsora do crescimento, em grande parte, o aumento das vendas para o mercado internacional, que nos últimos meses de 2019 teve forte impacto na alta da pecuária – destacam-se a expansão das exportações de carne bovina, suína, frango, bem como o aquecimento do consumo interno de ovos.

VBP de 2020

Os indicadores de safra e de preços agrícolas mostram estimativas preliminares para o VBP de 2020 em R$ 674,8 bilhões, 7% superior na comparação com o de 2019


Preço da carne cai para o consumidor, diz Ministério da Agricultura

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Preço da carne cai para o consumidor, diz Ministério da Agricultura

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está divulgando que a cotação da arroba (15 quilos) do boi gordo diminuiu de valor no final de dezembro, queda média de 15%. Conforme levantamento periódico do Mapa, a arroba do boi gordo estava cotada a R$ 180 no último dia 30. No início do mês passado, chegou a R$ 216.

Conforme o ministério, o preço da carne vai reduzir para o consumidor final. O cenário “indica uma acomodação dos preços no atacado, com reflexos positivos a curto prazo no varejo”, descreve nota que acrescenta que a alcatra teve “4,5% de queda no preço nos últimos sete dias.”

Segundo projeções do Mapa, a arroba vai ficar entre R$ 180 e R$ 200 nos próximos meses, dependendo da praça. A queda do valor interrompe a alta de 28,5% que salgou o preço da carne nos últimos seis meses. A perspectiva, porém, é de que o alimento não volte ao patamar inferior. “Estamos fazendo a leitura de que isso veio para ficar, um outro patamar do preço da carne”, avalia o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.

“Eu tenho certeza que o preço não volta ao que era”, concorda Alisson Wallace Araújo, dono de dois açougues e uma distribuidora de carne em Brasília. Segundo ele, no Distrito Federal, o quilo do quarto traseiro do boi estava custando para açougues e distribuidoras de carne R$ 13,50 há seis meses. Chegou a R$ 18,90 em novembro, e hoje está em R$ 17,70.

Estabilização dos preços

Há mais de uma razão para a provável estabilização dos preços em valores mais altos do que há um ano. O mercado internacional tende a comprar mais carne brasileira, os produtores estão tendo mais gastos ao adquirir bezerros e a eventual recuperação econômica favorece o consumo de carne no Brasil.

No último ano, beneficiado pela perda de rebanhos na China e pela alta do dólar, o Brasil ganhou mercado e vários frigoríficos foram habilitados para vender mais carne no exterior. Só em novembro, mais cinco frigoríficos foram autorizados pelos chineses a exportar carne. Em outros países também houve avanços. Mais oito frigoríficos foram aceitos pela Arábia Saudita no mesmo mês.

A carne brasileira é competitiva no mercado internacional porque é mais barata que a carne de outros países produtores, como a Austrália e os Estados Unidos, cujo o gasto de criação dos bois é mais oneroso por causa do regime de confinamento e alimentação. O gado brasileiro é criado solto em pasto.

O Brasil produz cerca de 9 milhões de toneladas de carne por ano, 70% é consumida internamente. Mas a venda para o exterior é atrativa para os produtores e pressiona valores. “A abertura de um mercado que comece a receber um produto brasileiro ajuda o criador na formação de preço”, descreve Farnese.

A alta recente dos preços do boi está viabilizando a renovação do gado quando o preço dos bezerros está valorizado. A compra dos bezerros é necessária para repor o gado abatido nos últimos anos, inclusive de vacas novilhas.

Além disso, em época de chuva, com pasto mais volumoso, os pecuaristas vendem menos bois e mantém os animais em engorda, o que também repercute na oferta e no preço do alimento. “Os criadores não se dispõem a vender porque têm alimento barato para o gado”, assinala o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.

O comerciante Alisson Wallace Araújo acredita que com a recuperação da economia e diminuição do desemprego, haverá mais demanda por carne ao longo do ano. “É uma crescente”, diz Araújo. Ele, no entanto, não acredita em alta nos próximos meses. Em sua opinião, o consumo de carne diminui em janeiro por causa das férias e gastos sazonais das famílias (como impostos e material escolar) e depois do carnaval por causa da quaresma (período em que os católicos diminuem o consumo de carne).


Tendências tecnológicas transformam o agronegócio

Tendências tecnológicas transformam o agronegócio

Algumas tendências tecnológicas que vem surgindo com a era digital estão transformando o agronegócio brasileiro e mundial. De acordo com Fabio Mota, head do Pulse e VP de Tecnologia da Raízen, o campo vem amplificando a possibilidade de executar uma agricultura cada vez de maior precisão e, por isso, gerando a expectativa de maiores saltos de produtividade.

“A Internet das Coisas (IoT) é um bom ponto de partida para apresentar os caminhos traçados pela inovação. A utilização de sensores em equipamentos no campo já ocorre há alguns anos, mas apenas mais recentemente sua utilização se espalhou por conta do seu barateamento”, comenta ele em um artigo publicado no portal especializado itforum365.com.br.

Além disso, outro ponto importante é a conectividade. “Creio que todos já passamos por áreas sem sinal de internet das operadoras de telefonia celular mesmo em grandes centros. Imaginem como é no campo”, conclui.

No entanto, a conectividade ainda não chegou na sua totalidade nos meios rurais, o que acaba fazendo com que o produtor busque alternativas. “A primeira, mais simples, porém mais custosa é o investimento em torres e antenas criando sua própria rede. Uma segunda forma, que demanda menos investimento, porém mais complexa tecnicamente, é o uso de um conceito já antigo de criação de redes virtuais que conectam os vários equipamentos no campo (M2M), fazendo com que os dados relevantes sejam transportados entre eles e em algum momento descarregados em uma rede pública ou privada de dados”, completa.

“Como a tecnologia não para de evoluir, pode ser que os mesmos sensores do IoT sejam cada vez mais inteligentes, menores e com capacidade computacional e de armazenamento maior, capazes de depender menos da conectividade, processando localmente, o que hoje é feito de maneira centralizada”, conclui.


Produção de ovos é a maior em 32 anos devido a alta exportação de carne

Dados do IBGE dizem que o segmento registra alta contínua

A produção de ovos de galinha bateu recorde e chegou a 964,89 milhões de dúzias, informou IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira. Este é o segundo trimestre seguido que o segmento registra alta, ficando 0,7% acima em relação ao segundo trimestre do ano.
A produção dos ovos de galinha no terceiro trimestre de 2019 teve sua maior série histórica da pesquisa iniciada em 1987.

“O terceiro trimestre de 2019 apresentou um acréscimo nas exportações de carne bovina em relação ao segundo, o que acaba tendo efeito no preço da carne e levando a população a fazer substituições, o que faz com que aumente a demanda pelo ovo”, diz o pesquisador do IBGE Bernardo Viscardi.

Em novembro, o preço da carne bovina registrou alta de 8,09%.

Apesar da queda na cotação da arroba do boi nas últimas semanas, o preço da carne bovina para o consumidor pode ter em dezembro alta maior do que a verificada em novembro e se manter elevado até o segundo trimestre de 2020, segundo estimativas de analistas do mercado financeiro.

Segundo a Estatística da Produção Pecuária, a produção ficou 4,3% acima em relação ao mesmo trimestre do ano passado. No entanto, este período de 2018 foi marcado pela recuperação após a greve dos caminhoneiros, quando que houve retomada das atividades.

Quase todas as atividades tiveram alta em relação ao mesmo período de 2018 e ao segundo trimestre. De acordo com o IBGE, houve crescimento no abate de suínos (0,9%) e frangos (3,1%) e aquisição de leite (0,6%).

Em comparação ao segundo trimestre, os resultados também foram positivos para toda a produção pecuária. O abate de suínos cresceu 2,7% e o de frangos, 3,3%. Aquisição de couro e de leite cru tiveram, respectivamente, altas de 2,4% e 7,5%.

 

*   Com GazetaWeb


Produção de cana em Alagoas volta a crescer após anos de prejuízos

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Produção de cana em Alagoas volta a crescer após anos de prejuízos

Depois de enfrentar uma grave crise nos últimos anos, produtores de cana de Alagoas estão colhendo uma safra que indica uma recuperação do setor.

Alagoas é o principal produtor de cana-de-açúcar do Nordeste, e que há três anos enfrentou uma grande queda de produção, a maior da história. Com a crise econômica, o preço do açúcar e do álcool caiu, levando ao fechamento de 7 usinas; 14 ainda estão em operação.

Agora, o setor sucroenergético do estado prevê uma safra de 18 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, dando continuidade ao crescimento que vem ocorrendo desde a moagem passada. Será a maior safra dos últimos três anos.

O setor gera mais de 40 mil empregos diretos nas usinas e mais de 60 mil terceirizados.

*   Com G1


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