
Duas crianças, identificadas como G.S.J. de 10 anos e G.P.S. de 2 anos, deram entrada no Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca, vindas de Pão de Açúcar, vítimas de queimaduras após a explosão de um celular.
A menina de 10 anos passou pelo centro cirúrgico e será transferida para o setor de Queimados do Hospital Geral do Estado (HGE), já o irmão de 2 anos está estável com ferimentos leves na enfermaria do HEA.
Familiares informaram ao Serviço Social do HEA que um celular estava na tomada, dentro do quarto e explodiu com as duas crianças dormindo. A explosão provocou incêndio nos móveis e queimou as duas crianças.
Uma pessoa da família percebeu o incêndio, conseguiu retirar as duas crianças e pedir socorro.
“Um choque, curto-circuito, incêndios ou explosões provocadas por carregadores de celular não é algo tão comum, mas o perigo existe sempre que estamos falando de redes elétricas”, afirmou o coordenador da Tecnologia da Informação, William Bendelak.
Uma série de práticas simples podem impedir que seu aparelho superaqueça e eventualmente exploda. São elas:
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Desligar durante a carga;
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Usar apenas carregadores originais, homologados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações);
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Tirar o smartphone da tomada durante chuvas fortes e de grande duração. A condição atmosférica gera descargas que podem representar riscos à segurança da rede elétrica;
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Jamais usar fones de ouvido com celular conectado à tomada;
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Nunca abafar o celular no momento do carregamento. Fazemos isso, por exemplo, quando deixamos ele embaixo do travesseiro;
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Não deixar o aparelho em locais úmidos;
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Retirar o carregador da tomada depois que completar a recarga;

