Análise não aponta alteração na qualidade da água da lagoa Mundaú após rompimento de mina da Braskem

Por: Rádio Sampaio com G1
 / Publicado em 18/12/2023

Foto: Paulo Nemezio/Reprodução

O resultado da análise das primeiras amostras retiradas da Lagoa Mundaú após o rompimento de parte da mina 18 da Braskem indicam que não houve alteração significativa na qualidade da água. A conclusão foi apresentada por pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e do Instituto do Meio Ambiente (IMA) nesta segunda-feira (18).

Para a análise, foi feito o comparativo com amostras coletadas antes do colapso da mina. Os testes realizados em laboratório não indicaram elevação dos índices de sódio, cálcio e magnésio, entre outros que poderiam afetar o ecossistema na lagoa.

"Nessas análises que nós fizemos, nenhum desses compostos que nós encontramos, inclusive na mancha, apresentou índice elevado em relação ao que a gente já tinha de histórico", explicou o pesquisador e professor Emerson Soares, que coordena o projeto Laguna Viva, da Ufal.

A mancha a qual o professor se refere é a área exata onde houve o rompimento, que ficou com água turva. Os resultados mostraram que a única alteração se deu na amostra coletada nesse local, apontando alteração no nível de transparência da água.

Embora a notícia seja otimista, os pesquisadores ressaltam que é preciso continuar monitorando a área.

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